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Economia

Sustentabilidade além do produto na climatização

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Economia

No setor de climatização, a sustentabilidade costuma estar associada principalmente à eficiência energética dos equipamentos. A relação é direta, já que sistemas de ar-condicionado fazem parte do consumo energético de residências, empresas, comércios e espaços de uso coletivo. No entanto, a agenda ambiental também envolve decisões operacionais, como gestão de resíduos, uso racional de recursos, escolha de fornecedores, mobilidade corporativa e destinação adequada de equipamentos e materiais.

A General HVAC Solutions do Brasil, antiga Fujitsu General do Brasil, integra essa discussão ao adotar práticas voltadas à redução de impactos ambientais em sua operação brasileira. A empresa segue as diretrizes globais de sustentabilidade da General Inc., grupo japonês fundado em 1936 e pertencente ao Grupo Paloma, e mantém um comitê interno de ESG para acompanhar iniciativas relacionadas à eficiência operacional e à redução da pegada ambiental.

“Quando uma empresa revisa processos internos, orienta colaboradores e busca reduzir desperdícios, transforma compromissos ambientais em práticas aplicáveis ao dia a dia da operação. Essa abordagem contribui para uma cultura organizacional mais consciente e alinhada às metas globais de sustentabilidade”, afirma Eder Carlos Serafim, Gerente Administrativo da General HVAC Solutions do Brasil.

Dentro da operação, iniciativas relacionadas à eficiência passam por diferentes áreas da empresa. A General HVAC Solutions do Brasil tem adotado medidas como modernização de ativos de TI, otimização da infraestrutura predial, controle de suprimentos e ações de conscientização sobre consumo racional de energia.

No ambiente corporativo, também são realizadas iniciativas voltadas à redução do consumo de papel, plástico, energia elétrica e água, além da destinação adequada de materiais recicláveis. Entre as ações está o uso de copos biodegradáveis de 180 ml, produzidos em plástico verde de poliestireno (PS) ou polipropileno (PP) aditivado, como alternativa de menor impacto ambiental em comparação aos descartáveis convencionais.

“A sustentabilidade também está relacionada às escolhas feitas no cotidiano. A definição de materiais, o controle de recursos, a destinação correta de resíduos e o uso consciente de energia fazem parte da construção de práticas ambientais mais responsáveis”, explica Eder.

A mobilidade corporativa também faz parte das estratégias adotadas para reduzir impactos ambientais. Na operação brasileira, o uso de etanol como alternativa de combustível é uma prática adotada há 17 anos. Atualmente, a frota corporativa da General HVAC Solutions do Brasil conta com 12 veículos, sendo 10 modelos flex, um híbrido e apenas um a gasolina. Os veículos são utilizados por diferentes áreas da companhia, incluindo diretoria, administração, comercial, marketing, Supply Chain e assistência técnica.

Além da escolha dos combustíveis, a redução de emissões envolve a otimização de deslocamentos, o uso mais eficiente dos recursos e a busca por melhorias nos processos internos.

“Reduzir impactos ambientais exige uma análise ampla da operação. No caso da mobilidade, escolhas relacionadas aos combustíveis e ao planejamento dos deslocamentos contribuem para uma operação mais eficiente e alinhada aos compromissos ambientais do grupo”, afirma Eder Carlos Serafim.

A destinação correta de resíduos eletroeletrônicos também faz parte das iniciativas ambientais da General HVAC Solutions do Brasil. Em parceria com a ABREE, Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, a empresa promove ações de conscientização sobre logística reversa e descarte adequado de equipamentos e materiais eletrônicos.

As iniciativas incluem campanhas internas voltadas aos colaboradores, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o impacto ambiental do descarte incorreto e estimular práticas mais responsáveis no pós-consumo.

“A logística reversa depende da participação de diferentes agentes, incluindo empresas, consumidores e entidades especializadas. A conscientização dos colaboradores contribui para que o descarte correto faça parte da cultura organizacional”, afirma Flávio Rocha, Gerente de Importação e Logística da General HVAC Solutions do Brasil.

No setor de climatização, a agenda ambiental envolve diferentes etapas, desde a eficiência dos equipamentos até a gestão da operação e o cuidado com o pós-consumo. A adoção de práticas sustentáveis depende da integração entre processos internos, fornecedores, colaboradores e parceiros.

Na General HVAC Solutions do Brasil, a operação brasileira acompanha as diretrizes globais da General Inc. relacionadas à redução da pegada ambiental e ao desenvolvimento de práticas sustentáveis. A meta global de neutralidade de carbono até 2030 orienta as iniciativas do grupo, considerando as características e necessidades de cada mercado.

“Cada decisão operacional pode contribuir para reduzir impactos e fortalecer uma cultura mais responsável. A sustentabilidade envolve produto, operação, fornecedores, colaboradores e o destino correto dos materiais após o uso”, finaliza Flávio Rocha.



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Alice mantém reajuste abaixo da média do mercado

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A operadora Alice divulgou, no encerramento do ciclo atual, reajuste de 11,20% nos contratos empresariais com até 29 vidas, percentual mantido pelo segundo ano consecutivo. O ajuste está 5,3 pontos percentuais abaixo da média de 16,5% praticada pelas operadoras tradicionais, calculada com base na Variação do Custo Médico-Hospitalar (VCMH), índice divulgado ao final de cada ciclo.

A VCMH, compilada a partir de dados setoriais, serve de referência financeira para o mercado. Enquanto outras operadoras aplicam reajustes como variáveis externas, a Alice acompanha mensalmente o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), permitindo que os empresários conheçam o valor antes do recebimento da carta de reajuste.

Desde 2022, o componente financeiro do reajuste da Alice variou entre 10,54% e 13,40%, com amplitude máxima de 2,86 pontos percentuais, sempre ancorado ao IPCA. O modelo de atenção primária, com Médico de Família e Comunidade, coordenação do cuidado e tecnologia que integra dados clínicos em tempo real, sustenta a estabilidade dos reajustes. Cada membro tem um profissional responsável por acompanhar sua saúde ao longo do tempo, coordenando especialistas quando necessário e resolvendo a maioria das questões antes que se tornem complexas.

Pedro Rodrigues, Chief Revenue Officer da Alice, afirmou que “reajuste controlado é consequência de cuidado bem feito. Quando o membro recebe atenção no momento certo, pelo canal certo, o custo não escapa”. A empresa conta com mais de 95 mil membros, taxa de retenção de 98% nos contratos empresariais e já atingiu R$ 1 bilhão em receita anual recorrente.

Para corretores, a estabilidade dos reajustes representa vantagem competitiva. Rodrigues explicou que o histórico de cinco anos com dados públicos e estáveis facilita a construção de confiança com os parceiros de renovação, reduzindo a exposição a correções abruptas de preço que ocorrem em operadoras que adotam preços artificiais.

Em síntese, a estratégia da Alice combina monitoramento inflacionário, modelo de atenção integral e tecnologia de integração de dados, resultando em reajustes mais previsíveis e controlados em um mercado caracterizado por oscilações frequentes.



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