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Linha 6-Laranja do Metrô de SP inicia operação nesta sexta-feira

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Mato Grosso

A Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo começa a operar nesta sexta-feira (3) na cidade de São Paulo com a inauguração do trecho entre as estações João Paulo I e Perdizes, ligando a zona norte à oeste. Neste primeiro momento, o embarque será gratuito e funcionará das 10h às 15h, de segunda-feira a sexta-feira, exceto feriados.

Estão previstas 15 estações quando a construção estiver completa, mas apenas seis estarão disponíveis: João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Sesc-Pompeia e Perdizes.

A operação será feita com um trem por via e intervalo estimado de 13 minutos.

Pela Estação Água Branca, o trecho inicial fará integração com a Linha 7-Rubi, da CPTM. Cada estação contará com mais de uma entrada e saída. No entanto, nesse período inaugural, apenas o acesso principal estará disponível.

A frota total prevista é de 22 trens. Cada trem tem capacidade de transportar 2.044 pessoas e pode chegar a até 90 km/h. Durante a operação comercial, a velocidade deve ser de 80 km/h.

Expansões

Quando finalizada, a Linha 6-Laranja terá mais de 15 quilômetros de extensão, com 22 trens, que percorrerão 15 estações.

De acordo com o governo de São Paulo, a linha reduzirá o deslocamento em cerca de 1h30 de ônibus para 23 minutos por metrô.

Além dos seis pontos iniciais, a Linha 6-Laranja contará com as estações Brasilândia, Maristela, Itaberaba-Hospital Vila Penteado, PUC-Cardoso de Almeida, FAAP-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis-Saracura, Bela Vista e São Joaquim.

Pela estação Higienópolis-Mackenzie, o percurso fará conexão com a Linha 4-Amarela. Também haverá integração com a Linha 1-Azul, a partir da Estação São Joaquim.



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Mato Grosso

ALMT inicia debate da LDO 2027 com previsão de orçamento de R$ 42,1 bilhões

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso iniciou, nesta terça-feira (7), a discussão do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias ( PLDO-692/2026 ) de 2027 durante audiência pública promovida pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). A proposta prevê um orçamento de R$ 42,135 bilhões. A concessão da Revisão Geral Anual será 4,2%.

Em relação a Revisão Geral Anual (RGA), o secretário-adjunto de Orçamento da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Ricardo Capistrano, afirmou que a previsão é de o Estado conceder um reajuste de 4,2% para os servidores públicos. Esse percentual, segundo ele, vai gerar um impacto orçamentário da ordem de R$ 862,6 milhões ao ano para o estado. 

“Qualquer novo incremento obrigatório de despesas dependerá estritamente da melhoria do cenário das receitas estaduais, reforçando o compromisso com a responsabilidade fiscal”, explicou Capistrano.

A proposta da LDO-2027 estabelece os objetivos, metas, indicadores e dados orçamentários que irão orientar a política fiscal do Estado no próximo exercício. O projeto faz a ligação entre o Plano Plurianual (PPA) 2024-2027 e a Lei Orçamentária Anual (LOA), definindo as prioridades da administração pública, as metas fiscais e os critérios para a alocação dos recursos entre os órgãos, secretarias, Poderes e instituições autônomas.

Durante a apresentação, foi destacado que a LDO é um dos principais instrumentos da política fiscal, ao garantir o equilíbrio entre receitas e despesas e assegurar o cumprimento das metas de resultado primário e nominal previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal. O texto também fixa os parâmetros macroeconômicos que nortearão a elaboração do orçamento de 2027.

De acordo com Ricardo Capistrano, o PLDO inclui as diretrizes para a gestão das finanças públicas e da dívida estadual, servindo como base para a construção da Lei Orçamentária Anual, garantindo coerência entre o planejamento estratégico, as diretrizes orçamentárias e a execução do orçamento.

A disponibilidade financeira do Estado permanece superior ao montante da dívida consolidada bruta, o que, segundo Ricardo Capistrano, demonstra a solidez da gestão fiscal. O indicador evidencia que Mato Grosso mantém capacidade financeira para honrar seus compromissos e preservar o equilíbrio das contas públicas, reforçando o compromisso com a sustentabilidade fiscal.

Em 2027, a previsão para a renúncia fiscal bruta é da ordem de R$ 13,912 bilhões. Enquanto o valor líquido chega a R$ 13.209 bilhões. O ICMS concentra o maior impacto, com renúncia estimada de R$ 12,09 bilhões. “Esse valor reflete as políticas de incentivo à competitividade”, disse Capistrano.

Outro ponto discutido durante a audiência pública foi o impacto financeiro que a Reforma Tributária acarretará com o fim da chamada “dobra do Fethab” (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) estima-se impacto negativo na arrecadação estadual para 2027 que, segundo Capistrano, deve chegar em R$ 1,27 bilhão. 



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