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Maior festival de dança do mundo é brasileiro

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O Festival de Dança de Joinville volta a colocar o Brasil no centro da cena cultural internacional em julho de 2026. Reconhecido como o maior festival de dança do mundo em número de participantes, o evento será realizado entre os dias 20 de julho e 1º de agosto, em Joinville, no Norte de Santa Catarina.

Criado em 1983, o festival transformou a cidade em uma das principais referências da dança no país. Em 2005, recebeu citação no Guinness Book como o maior do mundo em sua categoria, reconhecimento que segue associado à força da programação e à capacidade de reunir milhares de bailarinos, professores, companhias e visitantes.

Festival de Dança de Joinville lidera os maiores festivais de dança do Brasil

Muito mais do que uma competição, o Festival de Dança de Joinville consolidou-se como uma das maiores vitrines da dança mundial. A programação reúne mostras competitivas, espetáculos especiais, apresentações gratuitas, cursos, workshops, feira de negócios e atividades voltadas à formação de bailarinos e profissionais do setor.

Entre os maiores festivais de dança do Brasil, o evento catarinense destaca-se pela dimensão, longevidade e capacidade de reunir milhares de participantes vindos de diferentes estados e países. Em 2026, o Complexo Centreventos Cau Hansen volta a ser o principal palco da programação, que também ocupará teatros, praças, centros culturais, shopping centers e outros espaços de Joinville.

Essa estrutura descentralizada reforça o caráter de megaevento e amplia o acesso do público às atrações durante quase duas semanas.

Maior festival de dança do mundo terá recorde de atividades em 2026

A 43ª edição do Festival de Dança de Joinville, que acontece em 2026, mantém os principais projetos que fizeram do festival uma referência internacional. Entre eles estão a Mostra Competitiva, Festival Meia Ponta, Festival 40+, Festival da Sapatilha, Festival de Teatro Musical, Mostra Dança para Todos, Palcos Abertos e a tradicional Dance Parade.

A programação didática será um dos grandes destaques de 2026, com mais de 200 atividades, o maior número já registrado na história do evento. A agenda reúne cursos, workshops, masterclasses, showcases e ações de capacitação conduzidas por profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente.

Evento impulsiona turismo e economia em Santa Catarina

Além da importância artística, o Festival de Dança de Joinville tornou-se um dos principais motores do turismo catarinense. Durante o período do evento, milhares de bailarinos, familiares, professores e visitantes movimentam hotéis, restaurantes, comércio, transporte e diversos segmentos da economia local.

Os números demonstram esse crescimento. Em 2024, o festival superou 15 mil participantes e estimou um público de aproximadamente 350 mil pessoas. Já em 2025, registrou mais de 16 mil inscritos e quase 6 mil coreografias na etapa seletiva.

Joinville consolida o Brasil como referência mundial da dança

Ao longo de mais de quatro décadas, o Festival de Dança de Joinville ajudou a transformar a cidade em uma referência internacional da arte. A presença da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil reforça esse protagonismo e amplia a importância de Joinville na formação de novos talentos. O sucesso do evento também fortalece Santa Catarina como um dos principais destinos culturais do país. Além de sediar o maior festival de dança do mundo, o estado reúne outros importantes eventos do setor, entre eles os maiores festivais de dança de Santa Catarina, formando um calendário que valoriza artistas, impulsiona a economia criativa e amplia o turismo ao longo do ano.



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IBRAMED completa 32 anos em setor de saúde em alta

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A indústria brasileira de dispositivos médicos segue em expansão. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo), a produção industrial do setor atingiu R$ 26,1 bilhões em 2024, terceiro ano consecutivo de crescimento, com avanço de 11,5% sobre o ano anterior. O segmento reúne mais de 1.200 empresas e emprega cerca de 85 mil profissionais de forma direta, posicionando o Brasil entre os dez maiores mercados do mundo.

O movimento teve continuidade no ano seguinte. Levantamento da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS) aponta que o setor brasileiro de dispositivos médicos cresceu cerca de 7% em 2025, desempenho superior ao da média da indústria nacional no período. No campo das exportações, dados da Abimo indicam que a vertical de reabilitação respondeu por 11,89% das vendas externas de dispositivos médicos brasileiros em 2025, com crescimento de 26,64% no recorte analisado.

Tecnologia nacional ganha espaço no setor

Nesse contexto, a IBRAMED completa 32 anos de atuação em julho. Fundada em Amparo, no interior de São Paulo, a fabricante brasileira de equipamentos eletromédicos atua nos segmentos de estética, medicina estética, fisioterapia e saúde, com desenvolvimento tecnológico realizado no país.

Segundo a empresa, a trajetória foi estruturada a partir de pesquisa aplicada, engenharia nacional, conformidade regulatória e aproximação com profissionais da saúde. A companhia informa possuir registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), certificações de qualidade e atuação internacional em mais de 30 países, além de manter iniciativas voltadas à formação técnica e científica.

Para José Ricardo de Souza, presidente-executivo da IBRAMED, o avanço da indústria brasileira de dispositivos médicos depende da integração entre ciência, tecnologia, produção, educação e inovação. “A indústria nacional de saúde exige investimento contínuo em pesquisa, qualidade regulatória e formação profissional. Quando esses pilares caminham juntos, o setor ganha capacidade de desenvolver tecnologias alinhadas às necessidades clínicas e aos requisitos de segurança”, afirma.

Pesquisa e educação compõem estratégia

Entre as iniciativas citadas pela companhia estão o CEFAI, Centro de Estudos e Formação Avançada IBRAMED, e o IBRAMED Academy, plataforma de streaming voltada a treinamentos técnicos, conteúdos científicos e atualização profissional. A proposta, segundo a empresa, é aproximar o conhecimento produzido nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e aplicação clínica da rotina de profissionais que utilizam tecnologias eletromédicas.

A fabricante também informa que mantém investimento em estudos, artigos científicos e desenvolvimento de equipamentos voltados a diferentes recursos terapêuticos, como ultrassom, radiofrequência, fotobiomodulação, criolipólise, eletroestimulação, laser, jato de plasma e terapias combinadas. A empresa aponta que esse modelo acompanha uma demanda crescente por tecnologias que associam segurança, aplicabilidade clínica e embasamento técnico.

Novas tecnologias estão previstas para 2026

No ciclo recente de inovação, a IBRAMED iniciou 2026 com o iLift, equipamento de ultrassom terapêutico facial com frequências de 5,5 MHz e 10,10 MHz, segundo informações da fabricante. A tecnologia é apresentada pela companhia como um recurso voltado à atuação em diferentes camadas da pele, especialmente em protocolos que envolvem qualidade cutânea, bioestimulação e abordagens faciais com ultrassom terapêutico.

A empresa também comunica que novas tecnologias devem ser apresentadas ainda em 2026. O anúncio ocorre em um momento em que a indústria nacional busca ampliar competitividade e fortalecer a produção local de dispositivos médicos.

A combinação entre crescimento setorial, pesquisa aplicada, qualificação profissional e produção nacional coloca a indústria brasileira de dispositivos médicos em uma posição estratégica para os próximos anos. Para empresas do segmento, o desafio passa por manter desenvolvimento tecnológico e educação continuada como parte da evolução do setor.



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