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Projeto amplia oportunidades para o público feminino

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O acesso à qualificação profissional tem transformado a realidade de milhares de mulheres atendidas pelo Projeto Menina Moça Mulher, iniciativa do Instituto Carlos Chagas (ICC). Com inscrições abertas todos os meses, o programa oferece cursos gratuitos para mulheres em situação de vulnerabilidade social, promovendo autonomia financeira, fortalecimento de vínculos e novas perspectivas de vida.

Voltado a mulheres que enfrentam desafios como desemprego, violência doméstica, rompimentos familiares, perdas financeiras ou situação de rua, o projeto alia capacitação profissional a uma rede de acolhimento e atendimento multidisciplinar.

A cada mês, novas oficinas são disponibilizadas, contemplando áreas com potencial de empregabilidade e geração de renda. Entre as opções para julho, estão as oficinas de manicure, megahair, assistente administrativo, auxiliar de creche, monitora escolar, customização de ecobags e pacote Office.

Vida Leve 50+ fortalece protagonismo feminino na maturidade

Como parte da expansão de suas ações, o projeto criou o Programa Vida Leve 50+, voltado a mulheres com mais de 50 anos que buscam acolhimento, convivência, informação e qualidade de vida. A iniciativa nasceu a partir da percepção do aumento desse público entre as participantes atendidas pelo projeto.

O próximo encontro acontece no dia 30 de junho, das 9h às 10h30, reunindo atividades que estimulam o bem-estar, o desenvolvimento pessoal, a socialização e o acesso a direitos, contribuindo para um processo de envelhecimento mais ativo e autônomo.

Coordenadora do projeto será homenageada pela Abramill

O trabalho desenvolvido pelo Projeto Menina Moça Mulher também receberá reconhecimento da Abramill – Academia Brasileira de Medalhística Militar. Na 49ª cerimônia da instituição, realizada em 31 de julho, a coordenadora executiva da iniciativa, Marília Oliveira Correa de Brito, será homenageada pelos expressivos resultados alcançados na promoção da inclusão social, da autonomia feminina e da geração de oportunidades para mulheres em contextos de vulnerabilidade.

A honraria destaca sua atuação na liderança de ações que já beneficiaram milhares de participantes, por meio de acolhimento, qualificação profissional, atendimento multidisciplinar e iniciativas que contribuem para a reconstrução de trajetórias, o fortalecimento da cidadania e a independência financeira.

Mais de mil oficinas realizadas

Desde agosto de 2022, o Projeto Menina Moça Mulher já promoveu mais de 1.000 oficinas de qualificação profissional e atualmente acompanha 3.089 mulheres cadastradas. Além dos cursos, as participantes recebem atendimento social, orientação sobre direitos, acompanhamento em saúde física e mental e consultas médicas, incluindo atendimento ginecológico. Todo o processo começa com um acolhimento realizado pelo Serviço Social, que identifica as necessidades de cada mulher e constrói um plano individual de atendimento.

Os indicadores do projeto evidenciam o perfil das participantes: 55% vivem em situação de rua, em abrigos ou ocupações, enquanto 84% têm ensino fundamental completo ou incompleto. A média de idade é de 42,6 anos.

Para Marília Oliveira Correa de Brito, coordenadora executiva do projeto, a qualificação profissional representa uma oportunidade concreta de reconstrução de trajetórias.

“Os cursos e oficinas permitem que essas mulheres desenvolvam novas habilidades, ampliem suas possibilidades de inserção no mercado de trabalho e fortaleçam sua autonomia financeira. Nosso compromisso é oferecer ferramentas para que possam reconstruir suas vidas com dignidade e independência”, afirma.

As inscrições são realizadas pelo WhatsApp, no número (21) 99247-1163. A programação completa das oficinas também pode ser acompanhada pelo Instagram oficial do Projeto Menina Moça Mulher.

Mais informações e agenda completa de atividades:

Instagram: @projetomeninamocamulher

Site: https://www.projetomeninamocamulher.org.br/



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Geração Z lidera intenção de compra de imóveis no Brasil

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Durante anos, o mercado imobiliário conviveu com uma percepção quase consensual de que as gerações mais jovens haviam abandonado o sonho da casa própria em troca de modelos mais flexíveis de moradia, como aluguel e coliving. Mas os dados mais recentes do setor mostram um cenário bastante diferente e começam a indicar uma transformação importante no comportamento de consumo imobiliário no Brasil. Levantamentos trimestrais da Brain Inteligência Estratégica em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) vêm apontando um avanço consistente da Geração Z na intenção de compra de imóveis no país. No estudo mais recente, atualizado no início deste ano, 56% dos jovens entre 21 e 28 anos afirmaram ter planos de adquirir um imóvel, o maior índice entre todas as gerações e acima da média nacional. Os relatórios do setor mostram ainda que o interesse desse público pela compra de imóveis vem crescendo continuamente nos últimos trimestres, contrariando a percepção de que os mais jovens teriam deixado de priorizar a aquisição da casa própria. Mais do que uma mudança pontual, o movimento sinaliza uma nova relação entre as gerações mais jovens, o patrimônio e a experiência de morar.

Para Débora Bertini, CEO de Incorporação da MPD Engenharia, o avanço desse interesse ajuda a desconstruir uma leitura simplificada sobre a relação da nova geração com moradia e patrimônio. “A ideia de que a Geração Z não queria mais comprar imóvel está sendo revista pelo mercado. O desejo pela casa própria continua existindo, mas conectado a novas prioridades. Hoje, o imóvel deixou de ser apenas um símbolo de status e passou a representar qualidade de vida, segurança emocional, flexibilidade e bem-estar”, afirma. Segundo a executiva, a mudança não está necessariamente ligada à busca por imóveis maiores ou mais tradicionais, mas a projetos capazes de acompanhar uma rotina mais dinâmica, híbrida e integrada à cidade.

“Existe uma valorização muito maior da experiência de morar. Isso envolve localização estratégica, contato com áreas verdes, mobilidade, ambientes multifuncionais e espaços que façam sentido para uma vida mais equilibrada. É uma geração que busca propósito também na relação com a cidade e com a própria casa”, explica Débora. Embora ainda esteja em diferentes fases de consolidação financeira, a Geração Z já começa a influenciar tendências importantes no desenvolvimento de empreendimentos residenciais, inclusive no segmento de alto padrão. Na avaliação da MPD Engenharia, cresce a procura por projetos que integrem arquitetura e natureza, priorizem áreas comuns mais funcionais e incorporem soluções ligadas ao bem-estar, à flexibilidade dos espaços e à experiência urbana.

A transformação também acompanha mudanças mais amplas no comportamento pós-pandemia. A consolidação do trabalho híbrido, o aumento da preocupação com saúde mental e a busca por uma rotina menos acelerada têm impactado diretamente a forma como os brasileiros enxergam moradia. “Nos últimos anos, a casa passou a ocupar um papel muito mais central na vida das pessoas. Para os jovens, especialmente, existe uma preocupação maior com conforto emocional, pertencimento e qualidade do ambiente urbano. Isso influencia diretamente as decisões de compra”, comenta. Outro ponto observado pelo setor é que a nova geração tende a valorizar mais atributos ligados à praticidade do cotidiano e à qualidade da experiência do que sinais tradicionais de ostentação.

“A lógica do consumo mudou. Hoje vemos um interesse crescente por empreendimentos que ofereçam experiências mais autênticas, conectadas à sustentabilidade, ao design biofílico e a uma vida urbana mais fluida. É menos sobre excesso e mais sobre significado”, diz. O avanço da Geração Z dentro do mercado imobiliário também tem levado incorporadoras e construtoras a acompanharem mais de perto movimentos de comportamento, consumo e urbanismo. Para a MPD Engenharia, compreender as expectativas desse novo perfil de comprador será cada vez mais determinante para o desenvolvimento dos próximos empreendimentos residenciais.

“Estamos vivendo uma mudança geracional importante. O consumidor jovem é mais informado, mais conectado e mais criterioso na tomada de decisão. Isso naturalmente eleva a exigência em relação à arquitetura, aos serviços, à localização e à experiência completa de morar”, finaliza Débora Bertini.

Sobre a MPD Engenharia

A MPD atua há mais de quatro décadas no mercado da construção civil nos segmentos industrial, comercial, educação, lazer, saúde, infraestrutura e na construção e incorporação de apartamentos e escritórios de médio e alto padrão, sempre prezando pela qualidade de acabamento, responsabilidade socioambiental e respeito pelos clientes e demais públicos. Para a construtora e incorporadora, seus colaboradores são seu principal pilar, essenciais para que alcance seus objetivos de negócio. Esse compromisso com as pessoas já rendeu onze reconhecimentos pela constante valorização da equipe, incluindo duas conquistas do selo Great Place To Work, duas do prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar (FIA e UOL) e sete do ranking Melhores Empresas para Você Trabalhar (Você S.A.). Além disso, a companhia é vencedora do Prêmio Valor Carreira, por duas vezes, como uma das Melhores Empresas na Gestão de Pessoas; e garantiu o 1º lugar do prêmio “Engenharia e Construção 2022”. A empresa também é reconhecida por suas estratégias voltadas ao cliente, conquistando em 2025 o Troféu de Ouro no Prêmio CX do ClienteSA, avaliada com base em padrões internacionais do International Customer Experience Institute (ICXI). Comprometida com a inovação, a MPD investe continuamente em tecnologia e boas práticas construtivas sendo uma das mantenedoras do Hub Construliving, iniciativa do CUBO Itaú que promove a conexão e o desenvolvimento do ecossistema da construção civil, e pelo segundo ano consecutivo, foi reconhecida com o selo dourado nas categorias Engajamento e Negócios respectivamente.



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