Economia
Patrocínio nas pistas aproxima marcas do setor logístico
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A quarta etapa da Copa Truck, disputada em maio no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, rendeu um pódio ao piloto Raphael Abbate. O resultado deu visibilidade a uma estratégia que empresas estão adotando para fortalecer relacionamentos comerciais: o patrocínio esportivo em categorias ligadas ao próprio setor de atuação.
A Copa Truck, principal campeonato de caminhões do automobilismo brasileiro, reúne montadoras, equipes e pilotos experientes e funciona também como plataforma de aproximação entre marcas e profissionais do setor de transporte. Para empresas do segmento, o evento representa uma oportunidade de contato direto com clientes, parceiros e decisores do mercado.
Nesse contexto, a Jomed Log, empresa de transporte e logística, patrocina Abbate na temporada de 2026. Na etapa de Interlagos, o piloto terminou a primeira corrida na segunda posição na categoria Super Truck PRO, seu melhor desempenho no campeonato até aqui.
“A Copa Truck é uma das principais categorias do automobilismo nacional ligadas ao universo do transporte pesado, reunindo empresários, transportadores, embarcadores e parceiros estratégicos. O patrocínio ao piloto Raphael Abbate representa uma oportunidade de associar nossa marca a valores como desempenho, confiança e inovação”, afirma Eduardo Garrido, diretor comercial da Jomed Log.
A aposta tem respaldo na percepção do público: 62% dos brasileiros conectados confiam nas marcas envolvidas em patrocínio esportivo e 63% se dizem dispostos a experimentar produtos e serviços de empresas que patrocinam atletas ou equipes que admiram, segundo estudo do IBOPE Repucom. No caso do automobilismo de caminhões, esse público inclui o próprio mercado em que as patrocinadoras atuam.
Além da exposição nas pistas, a Jomed Log recebeu clientes e parceiros durante a etapa, com acompanhamento das corridas e acesso aos bastidores da competição. Para a empresa, os eventos presenciais têm papel central na construção de relacionamentos comerciais.
“O resultado de Raphael reforçou a visibilidade da parceria e gerou uma experiência marcante para todos os convidados presentes. Compartilhar esse momento com clientes e parceiros fortaleceu o engajamento com a marca e demonstrou, na prática, a relevância de investir em ações que unem relacionamento, emoção e proximidade com o mercado”, comenta o diretor.
Mas a relação com a categoria não se limita ao networking. Para a companhia, o ambiente da competição reflete exigências diárias do setor. “Atuamos em um mercado que exige eficiência, segurança, inovação e capacidade de adaptação constante. Participar da Copa Truck reforçar nossa conexão com um ambiente que valoriza tecnologia, performance e evolução contínua”, diz Garrido.
A parceria com Abbate segue ao longo de toda a temporada de 2026, que ainda tem etapas previstas em Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Curvelo (MG), Chapecó (SC) e Brasília (DF).
Créditos e contatos:
Jomed Logística: @jomedlog
Relacionamento e Hospitalidade: @fabifonseca.co
Piloto Raphael Abbate: @raphaelabbate
Marketing interno Jomed: Marília Campos
Produção de Conteúdo e Marketing: Agência Lions Create www.lionscreate.com.br
Produção Audiovisual: @jefeprado
Economia
Investimentos em saneamento atingem R$ 33,3 bilhões em 2025
Os investimentos em infraestrutura de saneamento no Brasil alcançaram R$ 33,3 bilhões em 2025, crescimento real de 11% em relação ao ano anterior. Seis anos após a aprovação do Novo Marco Legal do Saneamento, os indicadores mostram que o setor ganhou tração, mas ainda precisará superar a marca de R$ 50 bilhões anuais para cumprir as metas de universalização dos serviços de água e esgoto até 2033. Os dados são do Radar ASFAMAS da Indústria do Saneamento, publicação desenvolvida pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento (ASFAMAS) em parceria com a Ex-Ante Consultoria Econômica.
Na avaliação da ASFAMAS, os números confirmam que o Novo Marco Legal do Saneamento cumpriu papel decisivo ao criar um ambiente mais favorável aos investimentos e impulsionar a expansão da infraestrutura. Os avanços registrados desde a aprovação da legislação demonstram que o caminho adotado vem produzindo resultados concretos. Agora, o desafio é manter esse ciclo de crescimento em ritmo compatível com a universalização dos serviços.
“Os números mostram que o Novo Marco Legal do Saneamento produziu resultados concretos. Os investimentos cresceram, novos projetos foram estruturados e o setor ganhou capacidade de expansão. Esse avanço precisa ser preservado e ampliado para que o Brasil consiga universalizar os serviços dentro do prazo estabelecido”, afirma Edson Silveira Sobrinho, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da ASFAMAS.
O levantamento também mostra que esse movimento tem impacto direto sobre a indústria nacional. Em 2025, o setor de materiais para saneamento movimentou R$ 27,6 bilhões em faturamento e manteve cerca de 59,1 mil empregos, reforçando seu papel estratégico para a expansão da infraestrutura brasileira. Ao mesmo tempo, o crescimento nominal de 0,8% no faturamento, abaixo da inflação, indica que a demanda ainda pode evoluir à medida que os investimentos avancem em maior escala.
Para a ASFAMAS, investir em saneamento significa também fortalecer a indústria nacional, ampliar a geração de empregos, estimular a inovação e movimentar uma cadeia produtiva responsável pelo fornecimento de tubos, conexões, válvulas, reservatórios, louças sanitárias e outros componentes essenciais para as obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Com menos de oito anos até o prazo estabelecido para a universalização, a entidade entende que o foco da agenda do saneamento deve estar na execução dos investimentos. Preservar a segurança jurídica, ampliar a capacidade de financiamento, reduzir entraves que retardam a implantação dos empreendimentos e garantir previsibilidade aos investimentos de longo prazo são fatores considerados essenciais para que o país acelere a expansão da infraestrutura.
“O momento não é de revisar as regras que permitiram essa evolução, mas de garantir que elas continuem produzindo resultados. O país precisa acelerar a execução dos investimentos, ampliar a capacidade de financiamento e criar condições para que os projetos avancem com mais agilidade. É isso que permitirá transformar investimentos em obras e obras em saneamento para milhões de brasileiros”, conclui Edson.
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