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Economia

Marcel Rohner entra para o conselho da Titanbay

Publicado em

Economia

LONDRES, June 16, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Titanbay anunciou hoje a nomeação de Marcel Rohner, Vice-Presidente da UBP SA, Presidente da Swiss Bankers Association e ex-CEO do Grupo UBS AG, como Diretor Não Executivo do conselho de administração do grupo.

Poucas figuras estão mais ligadas ao centro da gestão de patrimônio europeia. Rohner liderou o UBS durante a crise financeira global como CEO do Grupo de 2007 a 2009. Ele atua no Conselho do Union Bancaire Privée desde 2016. Desde 2021, ele preside a Swiss Bankers Association, o órgão que define políticas e padrões dos bancos suíços, uma das maiores indústrias de gestão de patrimônio do mundo.

A sua decisão de passar a fazer parte da Titanbay é o sinal mais claro da direção do centro de gravidade dos mercados privados. Os gestores de patrimônio europeus estão correndo para ampliar o acesso dos clientes a alternativas. Os gestores de ativos estão em busca de rotas mais eficientes para o canal de patrimônio. Titanbay fica entre os dois, com uma tecnologia desenvolvida especificamente para fundos de mercados privados. Tudo o que a indústria ainda faz manualmente ou une de provedores de serviços diferentes, a Titanbay executa em um só lugar, com uma infraestrutura desenvolvida internamente.

“Marcel é uma das figuras mais respeitadas da gestão de patrimônio da Europa. Pouquíssimas pessoas da nossa indústria são decisores com mais peso”, disse Michael Gruener, Co-CEO da Titanbay. “Sua liderança na UBS, seu longo mandato no conselho do UBP e seus cinco anos moldando o setor bancário suíço na Swiss Bankers Association são vantagens que quase ninguém tem no setor. A entrada de Marcel para o nosso conselho, ajudando a moldar os próximos passos, é um momento extraordinário para a nossa empresa. A sorte é nossa.

Marcel Rohner disse: “Os mercados privados estão se tornando uma alocação central para clientes de patrimônios europeus, mas a infraestrutura do setor não está acompanhando esse movimento. A Titanbay criou algo diferente, com tecnologia e operações desenvolvidas especificamente para essa classe de ativos, usadas por gestores de patrimônio e gestores de ativos sérios. Estou pronto para trabalhar com o conselho durante o seu avanço para seu próximo capítulo.”

Sobre Marcel Rohner

Marcel Rohner é Vice-Presidente do Conselho do Union Bancaire Privée, Presidente da Swiss Bankers Association e ex-CEO do Grupo UBS AG (2007 a 2009), onde liderou o banco durante a crise financeira global. Ele atua como Presidente da Swiss Bankers Association desde 2021, tendo passado cinco anos moldando a política em toda o setor bancário suíço, tendo passado o seu cargo para Giorgio Pradelli no Dia dos Banqueiros em setembro de 2026. Ele fez seu PhD em Economia na University of Zurich.

Sobre a Titanbay

A Titanbay é a única empresa que estrutura, lança, administra e negocia fundos de mercados privados em um só lugar, tendo criado uma tecnologia específica que não existia antes.

Os gestores de ativos usam a Titanbay para levar fundos de mercados privados ao mercado com administração em escala. Os gestores de patrimônio acessam e negociam esses fundos nos sistemas existentes. A infraestrutura tecnológica e regulatória da Titanbay conecta ambos os lados, automatizando a complexidade operacional que tradicionalmente fragmenta a indústria.

Para mais informações, visite titanbay.com


Contato com a mídia Danielle Wilde Dirigente de Marketing, Titanbay danielle.wilde@titanbay.com

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Investimentos em saneamento atingem R$ 33,3 bilhões em 2025

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Os investimentos em infraestrutura de saneamento no Brasil alcançaram R$ 33,3 bilhões em 2025, crescimento real de 11% em relação ao ano anterior. Seis anos após a aprovação do Novo Marco Legal do Saneamento, os indicadores mostram que o setor ganhou tração, mas ainda precisará superar a marca de R$ 50 bilhões anuais para cumprir as metas de universalização dos serviços de água e esgoto até 2033. Os dados são do Radar ASFAMAS da Indústria do Saneamento, publicação desenvolvida pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento (ASFAMAS) em parceria com a Ex-Ante Consultoria Econômica.

Na avaliação da ASFAMAS, os números confirmam que o Novo Marco Legal do Saneamento cumpriu papel decisivo ao criar um ambiente mais favorável aos investimentos e impulsionar a expansão da infraestrutura. Os avanços registrados desde a aprovação da legislação demonstram que o caminho adotado vem produzindo resultados concretos. Agora, o desafio é manter esse ciclo de crescimento em ritmo compatível com a universalização dos serviços.

“Os números mostram que o Novo Marco Legal do Saneamento produziu resultados concretos. Os investimentos cresceram, novos projetos foram estruturados e o setor ganhou capacidade de expansão. Esse avanço precisa ser preservado e ampliado para que o Brasil consiga universalizar os serviços dentro do prazo estabelecido”, afirma Edson Silveira Sobrinho, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da ASFAMAS.

O levantamento também mostra que esse movimento tem impacto direto sobre a indústria nacional. Em 2025, o setor de materiais para saneamento movimentou R$ 27,6 bilhões em faturamento e manteve cerca de 59,1 mil empregos, reforçando seu papel estratégico para a expansão da infraestrutura brasileira. Ao mesmo tempo, o crescimento nominal de 0,8% no faturamento, abaixo da inflação, indica que a demanda ainda pode evoluir à medida que os investimentos avancem em maior escala.

Para a ASFAMAS, investir em saneamento significa também fortalecer a indústria nacional, ampliar a geração de empregos, estimular a inovação e movimentar uma cadeia produtiva responsável pelo fornecimento de tubos, conexões, válvulas, reservatórios, louças sanitárias e outros componentes essenciais para as obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

Com menos de oito anos até o prazo estabelecido para a universalização, a entidade entende que o foco da agenda do saneamento deve estar na execução dos investimentos. Preservar a segurança jurídica, ampliar a capacidade de financiamento, reduzir entraves que retardam a implantação dos empreendimentos e garantir previsibilidade aos investimentos de longo prazo são fatores considerados essenciais para que o país acelere a expansão da infraestrutura.

“O momento não é de revisar as regras que permitiram essa evolução, mas de garantir que elas continuem produzindo resultados. O país precisa acelerar a execução dos investimentos, ampliar a capacidade de financiamento e criar condições para que os projetos avancem com mais agilidade. É isso que permitirá transformar investimentos em obras e obras em saneamento para milhões de brasileiros”, conclui Edson.



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