Search
Close this search box.
Cuiabá - MT
--° --°
--°C
carregando...

Economia

ANALOC Rental Show discutirá desafios da locação de máquinas

Publicado em

Economia

Em um momento em que as empresas de locação enfrentam novos desafios tributários, mudanças econômicas, escassez de mão de obra qualificada e crescente necessidade de profissionalização da gestão, a ANALOC Rental Show 2026 prepara uma programação de conteúdo voltada justamente para responder às questões que hoje preocupam os empresários do setor.

A feira será realizada de 6 a 8 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo, e sediará o 12º Congresso Nacional Valorização do Rental, com palestrantes especialistas no mercado de locação de máquinas, além de economistas, executivos, consultores e lideranças empresariais para discutir temas estratégicos que impactam diretamente o presente e o futuro das locadoras brasileiras.

“Mais que um espaço para exposição de equipamentos, a ANALOC Rental Show consolida-se como um ambiente de conhecimento, networking e desenvolvimento empresarial, oferecendo uma agenda construída para auxiliar os empresários na tomada de decisões em um cenário de profundas transformações”, destaca o presidente do Ecossistema LocadoresBR, Leônidas Ferreira, conhecido como Leo Sisloc.

Programação:

Dia 6 de julho

O primeiro evento terá início às 9h30, com o 10º Encontro Regional de PEMTs da Associação Brasileira das Empresas de Fôrmas, Escoramentos e Acessos (ABRASFE), mediado por Alexandre Pandolfo. O encontro promoverá discussões sobre plataformas elevatórias móveis de trabalho e temas relacionados à segurança, operação e desenvolvimento desse segmento.

Na sequência, às 13h, acontecerá a abertura oficial da feira, com a participação da diretoria da ANALOC e do Ecossistema LocadoresBR.

Ainda no primeiro dia, às 16h30, será realizado o Conexão Gestoras, encontro liderado por Helen e Talita Záccaro, que discutirão o papel da liderança feminina na evolução do mercado de locação. A iniciativa promove networking, desenvolvimento profissional e troca de experiências entre empresárias e executivas do setor.

Dia 7 de julho

No segundo dia, às 9h30, no Lado A da área de palestras, o foco estará voltado à rentabilidade, gestão e desenvolvimento organizacional. A especialista Joice Brawerman, da Alec (Associação Brasileira dos Locadores de Equipamentos e Bens Móveis), abrirá os trabalhos com a palestra “Faturar não é lucrar”, abordando um dos temas mais sensíveis para as empresas: a diferença entre crescimento de receita e geração efetiva de resultados.

No Lado B, também às 9h30, Rodrigo José apresentará a palestra “O novo jogo de atrair, desenvolver e reter pessoas”, na qual irá propor reflexões sobre um dos principais desafios enfrentados atualmente pelas locadoras: a formação e retenção de equipes qualificadas.

A programação também contempla temas regulatórios. Às 11h, no Lado A, o Dr. Mauro Abreu, da Alec, abordará os impactos da Norma NR-1 para as empresas de locação, destacando aspectos relacionados à gestão, conformidade e responsabilidade empresarial.

Um dos momentos mais aguardados do Congresso acontecerá às 13h30, com a apresentação do ANALOC Market Report 2025 – Raio X do Estudo de Mercado KPMG, pelo presidente da ANALOC, Paulo Esteves. O levantamento oferecerá uma visão detalhada sobre o estágio atual do mercado brasileiro de locação, tendências de crescimento, desafios e oportunidades. O painel contará com a participação de Mônica Zambolini, presidente da Alec, e Abraham, da Tecnogera.

Dia 8 de julho

O terceiro dia de evento será marcado por discussões voltadas à profissionalização e sustentabilidade dos negócios. Às 9h30, no Lado A, o palestrante Alexandre Assis, da Assis Consultoria, abrirá os debates abordando governança e compliance no rental, em painel que contará com a participação de Carlos Tristão, da GO2, e mediação de Leo Sisloc.

Simultaneamente, no Lado B, Paulo Henrique, da Audit, conduzirá uma das apresentações mais esperadas do evento: “Reforma Tributária: sua locadora está preparada?”. O tema ganhou relevância estratégica diante das mudanças que impactarão diretamente a estrutura fiscal das empresas de locação. O debate contará com a participação de empresários do setor e mediação de Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos).

As alternativas para expansão dos negócios também estarão na pauta do Congresso. Às 11h, Fabrício Gandra apresentará soluções para estruturação de operações de crédito e câmbio voltadas ao mercado de locação de equipamentos, trazendo uma visão prática sobre acesso a recursos financeiros para crescimento empresarial.

Às 13h, Letícia Franco falará sobre um tema que vem ganhando espaço nas discussões empresariais: “Engenharia Patrimonial no Contexto da Reforma Tributária”. Especialista em planejamento patrimonial e reestruturação empresarial, ela abordará estratégias para proteção patrimonial e adaptação ao novo ambiente tributário.

Encerrando a programação, às 14h30, o comentarista político e econômico Caio Coppolla subirá ao palco para apresentar a palestra “Perspectivas econômicas e políticas para o mercado de locação 2026/2027”. Ele discutirá os principais cenários econômicos e institucionais que podem influenciar investimentos, expansão dos negócios e o ambiente empresarial nos próximos anos.

De acordo com Reynaldo Fraiha, diretor da feira, o congresso está estruturado para oferecer conteúdo prático, estratégico e diretamente conectado à realidade das locadoras brasileiras, contribuindo para o fortalecimento da gestão e para a evolução do setor. “O objetivo é combinar conhecimento, relacionamento e oportunidades de negócios, reforçando a ANALOC Rental Show como o principal evento do mercado de locação de máquinas e equipamentos no Brasil”, assinala Fraiha.



COMENTE ABAIXO:

Economia

Geração Z lidera intenção de compra de imóveis no Brasil

Publicados

em

Durante anos, o mercado imobiliário conviveu com uma percepção quase consensual de que as gerações mais jovens haviam abandonado o sonho da casa própria em troca de modelos mais flexíveis de moradia, como aluguel e coliving. Mas os dados mais recentes do setor mostram um cenário bastante diferente e começam a indicar uma transformação importante no comportamento de consumo imobiliário no Brasil. Levantamentos trimestrais da Brain Inteligência Estratégica em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) vêm apontando um avanço consistente da Geração Z na intenção de compra de imóveis no país. No estudo mais recente, atualizado no início deste ano, 56% dos jovens entre 21 e 28 anos afirmaram ter planos de adquirir um imóvel, o maior índice entre todas as gerações e acima da média nacional. Os relatórios do setor mostram ainda que o interesse desse público pela compra de imóveis vem crescendo continuamente nos últimos trimestres, contrariando a percepção de que os mais jovens teriam deixado de priorizar a aquisição da casa própria. Mais do que uma mudança pontual, o movimento sinaliza uma nova relação entre as gerações mais jovens, o patrimônio e a experiência de morar.

Para Débora Bertini, CEO de Incorporação da MPD Engenharia, o avanço desse interesse ajuda a desconstruir uma leitura simplificada sobre a relação da nova geração com moradia e patrimônio. “A ideia de que a Geração Z não queria mais comprar imóvel está sendo revista pelo mercado. O desejo pela casa própria continua existindo, mas conectado a novas prioridades. Hoje, o imóvel deixou de ser apenas um símbolo de status e passou a representar qualidade de vida, segurança emocional, flexibilidade e bem-estar”, afirma. Segundo a executiva, a mudança não está necessariamente ligada à busca por imóveis maiores ou mais tradicionais, mas a projetos capazes de acompanhar uma rotina mais dinâmica, híbrida e integrada à cidade.

“Existe uma valorização muito maior da experiência de morar. Isso envolve localização estratégica, contato com áreas verdes, mobilidade, ambientes multifuncionais e espaços que façam sentido para uma vida mais equilibrada. É uma geração que busca propósito também na relação com a cidade e com a própria casa”, explica Débora. Embora ainda esteja em diferentes fases de consolidação financeira, a Geração Z já começa a influenciar tendências importantes no desenvolvimento de empreendimentos residenciais, inclusive no segmento de alto padrão. Na avaliação da MPD Engenharia, cresce a procura por projetos que integrem arquitetura e natureza, priorizem áreas comuns mais funcionais e incorporem soluções ligadas ao bem-estar, à flexibilidade dos espaços e à experiência urbana.

A transformação também acompanha mudanças mais amplas no comportamento pós-pandemia. A consolidação do trabalho híbrido, o aumento da preocupação com saúde mental e a busca por uma rotina menos acelerada têm impactado diretamente a forma como os brasileiros enxergam moradia. “Nos últimos anos, a casa passou a ocupar um papel muito mais central na vida das pessoas. Para os jovens, especialmente, existe uma preocupação maior com conforto emocional, pertencimento e qualidade do ambiente urbano. Isso influencia diretamente as decisões de compra”, comenta. Outro ponto observado pelo setor é que a nova geração tende a valorizar mais atributos ligados à praticidade do cotidiano e à qualidade da experiência do que sinais tradicionais de ostentação.

“A lógica do consumo mudou. Hoje vemos um interesse crescente por empreendimentos que ofereçam experiências mais autênticas, conectadas à sustentabilidade, ao design biofílico e a uma vida urbana mais fluida. É menos sobre excesso e mais sobre significado”, diz. O avanço da Geração Z dentro do mercado imobiliário também tem levado incorporadoras e construtoras a acompanharem mais de perto movimentos de comportamento, consumo e urbanismo. Para a MPD Engenharia, compreender as expectativas desse novo perfil de comprador será cada vez mais determinante para o desenvolvimento dos próximos empreendimentos residenciais.

“Estamos vivendo uma mudança geracional importante. O consumidor jovem é mais informado, mais conectado e mais criterioso na tomada de decisão. Isso naturalmente eleva a exigência em relação à arquitetura, aos serviços, à localização e à experiência completa de morar”, finaliza Débora Bertini.

Sobre a MPD Engenharia

A MPD atua há mais de quatro décadas no mercado da construção civil nos segmentos industrial, comercial, educação, lazer, saúde, infraestrutura e na construção e incorporação de apartamentos e escritórios de médio e alto padrão, sempre prezando pela qualidade de acabamento, responsabilidade socioambiental e respeito pelos clientes e demais públicos. Para a construtora e incorporadora, seus colaboradores são seu principal pilar, essenciais para que alcance seus objetivos de negócio. Esse compromisso com as pessoas já rendeu onze reconhecimentos pela constante valorização da equipe, incluindo duas conquistas do selo Great Place To Work, duas do prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar (FIA e UOL) e sete do ranking Melhores Empresas para Você Trabalhar (Você S.A.). Além disso, a companhia é vencedora do Prêmio Valor Carreira, por duas vezes, como uma das Melhores Empresas na Gestão de Pessoas; e garantiu o 1º lugar do prêmio “Engenharia e Construção 2022”. A empresa também é reconhecida por suas estratégias voltadas ao cliente, conquistando em 2025 o Troféu de Ouro no Prêmio CX do ClienteSA, avaliada com base em padrões internacionais do International Customer Experience Institute (ICXI). Comprometida com a inovação, a MPD investe continuamente em tecnologia e boas práticas construtivas sendo uma das mantenedoras do Hub Construliving, iniciativa do CUBO Itaú que promove a conexão e o desenvolvimento do ecossistema da construção civil, e pelo segundo ano consecutivo, foi reconhecida com o selo dourado nas categorias Engajamento e Negócios respectivamente.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA