Economia
Serena Assist agrega serviços e amplia assistência familiar
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A Serena Assist oferece planos de assistência familiar com abrangência nacional que combinam assistência funeral e serviços complementares, como telemedicina, descontos em medicamentos, assistência residencial e benefícios nas áreas de educação e lazer. Os produtos permitem a adesão de pessoas com ou sem vínculo familiar.
A assistência funeral é estruturada em planos que contemplam translado, preparação, velório e escolha entre sepultamento ou cremação. Entre os serviços adicionais, os planos podem oferecer check-up médico anual, acesso à rede particular de saúde, descontos em farmácias, indenização por morte acidental, sorteios e telemedicina.
Ulbriner Cruz, diretor comercial da Serena Assist, afirma que a funcionalidade de um modelo que combina assistência funeral, saúde preventiva e serviços de conveniência é a percepção de valor imediata pelo consumidor, que passa a usufruir, no cotidiano, dos benefícios adquiridos.
“Os descontos em medicamentos, a rede de parceiros comerciais e as consultas online podem gerar economia no orçamento mensal da família, enquanto a assistência funeral proporciona previsibilidade diante de futuras situações de perda”, comenta o executivo.
O diretor destaca que os planos da marca foram desenhados para o orçamento e para o dia a dia do brasileiro, com foco em atender às demandas atuais das famílias brasileiras. A proposta da Serena Assist busca unir a segurança indispensável do amparo funerário com benefícios que as famílias usam hoje, como a telemedicina, com o objetivo de oferecer atendimento médico rápido sem a necessidade de sair de casa ou enfrentar filas.
Comportamento do consumidor e mudanças sociais
Para Cruz, o mercado de assistência familiar evoluiu nos últimos anos, deixando de ser apenas reativo — acionado somente no momento do luto — para se tornar proativo e focado em vida. “Ao oferecer ferramentas de saúde preventiva, queremos nos tornar parceiros de vida dos clientes. O beneficiário não precisa esperar um momento difícil para lembrar da Serena Assist, por exemplo”, evidencia.
De acordo com o executivo, a prevenção e o acompanhamento contínuo podem contribuir para a percepção de valor dos beneficiários ao longo do tempo. “A principal mudança observada no comportamento dos consumidores é a busca por inteligência financeira e acolhimento. Eles entenderam que o planejamento funeral não é sobre a morte, mas sobre proteger o orçamento e a tranquilidade da família no futuro”, explica.
Conforme observa o executivo da Serena Assist, o setor de assistência familiar ainda enfrenta desafios para acompanhar as mudanças sociais e as novas estruturas familiares. Segundo ele, o mercado funerário ainda é cercado por uma espécie de “tabu cultural”, além de não ter modernizado processos burocráticos antigos.
“Empresas que não entenderem a diversidade das novas famílias, nem se digitalizarem, ficarão para trás. Para superar isso, é preciso colocar tanto a tecnologia quanto a empatia no centro dos processos”, avalia Cruz.
Para o diretor comercial, a ampliação da cobertura para diferentes configurações familiares democratiza o acesso à proteção, além de reforçar o respeito e acolhimento a todas as formas de amor e cuidado.
“Ao estender a cobertura para diferentes estruturas, sejam casais homoafetivos, enteados ou até dependentes sem vínculo familiar, contribui-se para tornar os planos mais inclusivos. A família brasileira mudou, e a Serena Assist busca acompanhar essa evolução”, declara o executivo.
A Serena Assist alcançou a marca de 20 mil vidas atendidas em 2025 e planeja alcançar 40 mil em 2026. Para este ano, também está programado o lançamento de um produto voltado para animais de estimação, ampliando ainda mais sua atuação. Os serviços comercializados pela empresa são prestados pela Integral Group Solution (IGS), empresa com presença em mais de 20 países, com 15 mil prestadores credenciados e 25 milhões de clientes.
Para mais informações, basta acessar: serena.com.vc/
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Geração Z lidera intenção de compra de imóveis no Brasil
Durante anos, o mercado imobiliário conviveu com uma percepção quase consensual de que as gerações mais jovens haviam abandonado o sonho da casa própria em troca de modelos mais flexíveis de moradia, como aluguel e coliving. Mas os dados mais recentes do setor mostram um cenário bastante diferente e começam a indicar uma transformação importante no comportamento de consumo imobiliário no Brasil. Levantamentos trimestrais da Brain Inteligência Estratégica em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) vêm apontando um avanço consistente da Geração Z na intenção de compra de imóveis no país. No estudo mais recente, atualizado no início deste ano, 56% dos jovens entre 21 e 28 anos afirmaram ter planos de adquirir um imóvel, o maior índice entre todas as gerações e acima da média nacional. Os relatórios do setor mostram ainda que o interesse desse público pela compra de imóveis vem crescendo continuamente nos últimos trimestres, contrariando a percepção de que os mais jovens teriam deixado de priorizar a aquisição da casa própria. Mais do que uma mudança pontual, o movimento sinaliza uma nova relação entre as gerações mais jovens, o patrimônio e a experiência de morar.
Para Débora Bertini, CEO de Incorporação da MPD Engenharia, o avanço desse interesse ajuda a desconstruir uma leitura simplificada sobre a relação da nova geração com moradia e patrimônio. “A ideia de que a Geração Z não queria mais comprar imóvel está sendo revista pelo mercado. O desejo pela casa própria continua existindo, mas conectado a novas prioridades. Hoje, o imóvel deixou de ser apenas um símbolo de status e passou a representar qualidade de vida, segurança emocional, flexibilidade e bem-estar”, afirma. Segundo a executiva, a mudança não está necessariamente ligada à busca por imóveis maiores ou mais tradicionais, mas a projetos capazes de acompanhar uma rotina mais dinâmica, híbrida e integrada à cidade.
“Existe uma valorização muito maior da experiência de morar. Isso envolve localização estratégica, contato com áreas verdes, mobilidade, ambientes multifuncionais e espaços que façam sentido para uma vida mais equilibrada. É uma geração que busca propósito também na relação com a cidade e com a própria casa”, explica Débora. Embora ainda esteja em diferentes fases de consolidação financeira, a Geração Z já começa a influenciar tendências importantes no desenvolvimento de empreendimentos residenciais, inclusive no segmento de alto padrão. Na avaliação da MPD Engenharia, cresce a procura por projetos que integrem arquitetura e natureza, priorizem áreas comuns mais funcionais e incorporem soluções ligadas ao bem-estar, à flexibilidade dos espaços e à experiência urbana.
A transformação também acompanha mudanças mais amplas no comportamento pós-pandemia. A consolidação do trabalho híbrido, o aumento da preocupação com saúde mental e a busca por uma rotina menos acelerada têm impactado diretamente a forma como os brasileiros enxergam moradia. “Nos últimos anos, a casa passou a ocupar um papel muito mais central na vida das pessoas. Para os jovens, especialmente, existe uma preocupação maior com conforto emocional, pertencimento e qualidade do ambiente urbano. Isso influencia diretamente as decisões de compra”, comenta. Outro ponto observado pelo setor é que a nova geração tende a valorizar mais atributos ligados à praticidade do cotidiano e à qualidade da experiência do que sinais tradicionais de ostentação.
“A lógica do consumo mudou. Hoje vemos um interesse crescente por empreendimentos que ofereçam experiências mais autênticas, conectadas à sustentabilidade, ao design biofílico e a uma vida urbana mais fluida. É menos sobre excesso e mais sobre significado”, diz. O avanço da Geração Z dentro do mercado imobiliário também tem levado incorporadoras e construtoras a acompanharem mais de perto movimentos de comportamento, consumo e urbanismo. Para a MPD Engenharia, compreender as expectativas desse novo perfil de comprador será cada vez mais determinante para o desenvolvimento dos próximos empreendimentos residenciais.
“Estamos vivendo uma mudança geracional importante. O consumidor jovem é mais informado, mais conectado e mais criterioso na tomada de decisão. Isso naturalmente eleva a exigência em relação à arquitetura, aos serviços, à localização e à experiência completa de morar”, finaliza Débora Bertini.
Sobre a MPD Engenharia
A MPD atua há mais de quatro décadas no mercado da construção civil nos segmentos industrial, comercial, educação, lazer, saúde, infraestrutura e na construção e incorporação de apartamentos e escritórios de médio e alto padrão, sempre prezando pela qualidade de acabamento, responsabilidade socioambiental e respeito pelos clientes e demais públicos. Para a construtora e incorporadora, seus colaboradores são seu principal pilar, essenciais para que alcance seus objetivos de negócio. Esse compromisso com as pessoas já rendeu onze reconhecimentos pela constante valorização da equipe, incluindo duas conquistas do selo Great Place To Work, duas do prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar (FIA e UOL) e sete do ranking Melhores Empresas para Você Trabalhar (Você S.A.). Além disso, a companhia é vencedora do Prêmio Valor Carreira, por duas vezes, como uma das Melhores Empresas na Gestão de Pessoas; e garantiu o 1º lugar do prêmio “Engenharia e Construção 2022”. A empresa também é reconhecida por suas estratégias voltadas ao cliente, conquistando em 2025 o Troféu de Ouro no Prêmio CX do ClienteSA, avaliada com base em padrões internacionais do International Customer Experience Institute (ICXI). Comprometida com a inovação, a MPD investe continuamente em tecnologia e boas práticas construtivas sendo uma das mantenedoras do Hub Construliving, iniciativa do CUBO Itaú que promove a conexão e o desenvolvimento do ecossistema da construção civil, e pelo segundo ano consecutivo, foi reconhecida com o selo dourado nas categorias Engajamento e Negócios respectivamente.
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