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Gazin busca arrecadação recorde na 6ª ‘Pintando o 7

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Economia

A matéria enviada anteriormente continha um erro no resumo e no 1º parágrafo. Segue a versão corrigida. 

O Grupo Gazin inicia, neste mês de julho, a 6ª edição da campanha Pintando o 7, ação de responsabilidade social que mobiliza clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros para apoiar as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e entidades similares em todo o país. Desde sua criação, o projeto já arrecadou e destinou mais de R$ 13 milhões às instituições participantes.

Para 2026, a expectativa é ampliar esse resultado e beneficiar ainda mais famílias atendidas pelas entidades. Ao longo de todo o mês, as lojas da rede promoverão ações de divulgação e conscientização sobre o trabalho desenvolvido pelas APAEs, incentivando a participação dos consumidores.

A campanha mobiliza toda a estrutura do Grupo Gazin, que reúne 468 unidades de negócios distribuídas em 14 estados brasileiros, entre lojas de varejo, indústrias, centros de distribuição e operação de atacado. Essa capilaridade permite que os recursos arrecadados beneficiem dezenas de APAEs e entidades similares em diferentes regiões do país.

A dinâmica da campanha é simples: a cada compra realizada nas lojas físicas ou nos canais digitais oficiais da Gazin, parte do valor é destinada às APAEs do município. Nas cidades que não possuem uma unidade da instituição, os recursos são direcionados a entidades similares que prestam atendimento a pessoas com deficiência.

Para o presidente do Grupo Gazin, Gilmar de Oliveira, a campanha representa o compromisso da empresa com o desenvolvimento das comunidades onde está presente.”A Pintando o 7 é uma das ações que mais nos orgulha. Mais do que arrecadar recursos, ela mobiliza pessoas em torno de um propósito comum: transformar vidas. Saber que já ultrapassamos a marca de R$ 13 milhões mostra o impacto que podemos alcançar quando unimos esforços. Nossa meta é fazer desta a maior edição da história”, afirma.

O presidente da Federação Nacional das APAEs, professor Jarbas Feldner de Barros, destaca que a parceria se consolidou como uma referência no apoio ao terceiro setor.”A Gazin demonstra, ano após ano, que responsabilidade social se faz com compromisso e continuidade. Os recursos fortalecem o trabalho desenvolvido em todo o Brasil, permitindo ampliar atendimentos, investir em estrutura e oferecer mais qualidade de vida às pessoas assistidas”, ressalta.

Segundo o diretor de Marketing do Grupo Gazin, Edson Oleksyw, o envolvimento das equipes é um dos fatores que impulsionam os resultados da campanha. “Cada loja e cada colaborador entendem que estão contribuindo para algo muito maior do que uma ação comercial. Em 2026, ampliamos as frentes de comunicação para levar essa mensagem de solidariedade a um número ainda maior de brasileiros.”

Os efeitos da campanha são percebidos ao longo de todo o ano pelas instituições beneficiadas. A diretora da APAE de Douradina (PR), Renata Cervinhani, destaca a importância dos recursos para a continuidade dos atendimentos. “Cada contribuição representa novas oportunidades. Os recursos ajudam na manutenção dos atendimentos especializados, na aquisição de materiais e equipamentos e no desenvolvimento de projetos que transformam a realidade das famílias. A Gazin é uma parceira que realmente acredita na inclusão.”

Com a campanha, o Grupo Gazin reforça seu compromisso com o desenvolvimento social e com o fortalecimento das instituições que prestam atendimento a pessoas com deficiência nas regiões onde atua.

O regulamento completo e mais informações sobre a campanha estão disponíveis em https://pintando7.gazin.com.br/



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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