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“Vamos vencer os gigantes”, afirma Sargento Jucá durante convenção do Novo

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Política

O Partido Novo oficializou, na noite da última quarta-feira (5), durante convenção estadual, a candidatura de Marcelo Maluf ao cargo de vice-governador de Mato Grosso. Ele disputará as eleições ao lado do senador Wellington Fagundes (PL), formando uma das principais chapas da oposição para o pleito de 2026.

O evento também marcou a homologação das chapas proporcionais para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa, reunindo candidatos, lideranças e apoiadores de diversas regiões do estado.

Entre os nomes confirmados está o da Sargento Jucá, candidata a deputada estadual. Policial militar de carreira, ela afirmou que pretende levar para a Assembleia Legislativa a voz dos profissionais da segurança pública, além de defender pautas voltadas à proteção da família e ao combate à violência contra a mulher.

“Quero representar meus irmãos de farda da Polícia Militar, defender a família e fortalecer as políticas de enfrentamento à violência doméstica. Essa é uma missão que assumo com responsabilidade e compromisso”, destacou.

Demonstrando confiança no desempenho da legenda nas eleições, Sargento Jucá também ressaltou a união do grupo político durante a convenção.

“Temos uma chapa forte, preparada e unida. Vamos vencer os gigantes. Acredito que vamos eleger de dois a três deputados estaduais pelo Novo. Nós vamos vencer”, afirmou.

A convenção consolidou oficialmente os candidatos que representarão o Partido Novo nas eleições de 2026 e reforçou o discurso de renovação política, fortalecimento da segurança pública e defesa de pautas conservadoras como prioridades da legenda para os próximos anos.

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Chapa homogênea do PSDB consolida 3ª vaga na Assembleia — e vaga pode ser conquistada com 17 a 20 mil votos

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Cenário abre espaço para um candidato que ainda não é deputado estadual chegar à Assembleia pelo PSDB

A disputa pelas cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso começa a ganhar contornos cada vez mais definidos, e o PSDB se consolida a terceira vaga.

Um dos principais fatores que favorecem o partido é a característica da sua chapa: uma nominata homogênea, com candidatos competitivos e capacidade de votação distribuída entre diferentes regiões do Estado.

Essa distribuição é importante porque, na eleição proporcional, não é apenas a votação dos candidatos mais fortes que determina o resultado. A soma dos votos de toda a chapa é fundamental para que o partido conquiste novas cadeiras.

E é justamente essa força coletiva que garante o PSDB a terceira vaga.

Uma vaga que pode ser de um novo nome

O cenário chama ainda mais atenção porque essa terceira cadeira pode ser ocupada por um candidato que ainda não é deputado estadual.

A avaliação da matemática eleitoral aponta para uma possibilidade bastante concreta: um candidato do PSDB que alcançar uma votação entre 17 mil e 20 mil votos poderá estar na disputa direta pela terceira cadeira, dependendo do desempenho final da chapa e da distribuição das vagas.

Isso muda a perspectiva de muitos candidatos.

A eleição não está restrita aos nomes que já possuem mandato. Pelo contrário: a própria característica homogênea da chapa cria espaço para que pelo menos um candidato novo cresça, alcance uma votação competitiva e termine a eleição entre os eleitos.

A força está na soma

Em uma chapa homogênea, a votação não fica concentrada exclusivamente em poucos candidatos.

Isso faz com que cada candidatura tenha importância para o resultado final.

Quanto maior a votação coletiva do PSDB, maior as possibilidades de o partido

E, uma vez conquistada a vaga, a disputa passa a ser individual: quem conseguir alcançar a votação necessária estará entre os nomes com possibilidade de ocupar essa cadeira.

É por isso que a faixa de 17 mil a 20 mil votos ganha importância.

Não significa que exista um número exato ou uma garantia de eleição, já que o resultado depende da votação total, do quociente eleitoral e das regras de distribuição das sobras. Mas indica uma faixa em que um candidato novo pode, efetivamente, entrar na briga.

A oportunidade está aberta

O cenário deve servir como estímulo para todos os candidatos do PSDB.

Um candidato que consiga ampliar sua votação, fortalecer sua presença nos municípios e transformar apoio político em votos pode chegar ao final da apuração com uma votação suficiente para ocupar uma cadeira na Assembleia.

Por isso, a reta final será decisiva.

Para um candidato novo, chegar à faixa de 17 a 20 mil votos pode significar muito mais do que uma boa votação: pode significar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A eleição ainda está aberta.

E, dentro de uma chapa homogênea e competitiva como a do PSDB, cada voto pode ser o voto que faltava para transformar um novo candidato em deputado estadual.

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