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BIC Art Master anuncia vencedores da 1ª edição no Brasil

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A BIC, marca globalmente reconhecida por seus produtos de papelaria, lâminas e isqueiros, anunciou os vencedores da primeira edição do BIC Art Master Brasil, concurso cultural que convidou artistas de todo o país a transformarem a clássica caneta esferográfica BIC em ferramenta de expressão artística. A premiação aconteceu durante a 89ª edição do Art Battle São Paulo, reunindo arte, criatividade e diferentes perspectivas sobre a cultura brasileira.

Com o tema “Mistura do Brasil”, a iniciativa recebeu mais de 5 mil inscrições de artistas a retratar a riqueza cultural, a diversidade e as diferentes influências que compõem a identidade do país. Entre os trabalhos inscritos, as Top 10 artes foram selecionadas e ficaram expostas durante o evento, permitindo que o público conhecesse de perto as diferentes interpretações criadas exclusivamente com canetas esferográficas BIC.

Realizado em parceria com o Art Battle, o encerramento do concurso integrou a programação do evento, conhecido por suas batalhas de pintura ao vivo. Entre as disputas, a BIC anunciou os três vencedores do Art Master Brasil e celebrou o trabalho dos artistas que aceitaram o desafio de explorar as possibilidades criativas de um dos produtos mais icônicos da marca.

O primeiro lugar ficou com Ricardo Oliveira Fortes, autor da obra “Os Muitos Brasis”. Criado a partir do tema proposto pelo concurso, o trabalho levou Ricardo ao topo do pódio em uma participação que, segundo o artista, foi marcada pelo desafio até os últimos momentos. “Foi uma correria para conseguir entregar a tempo; entreguei no último dia, mas que bom que deu certo. Estou muito feliz em participar desse evento e ver a arte ser valorizada dessa forma. Não estava esperando ganhar; foi ótimo participar do concurso e do desafio. A BIC tem um posicionamento de valorizar a arte, que acho muito importante, e é muito legal fazer parte disso”, afirma.

Na segunda colocação, Aryson Silva apresentou “O Ócio de Janu”. Pernambucano, o artista levou para o concurso elementos de sua história e herança cultural e encontrou no Art Master sua primeira experiência em uma competição artística. “Foi incrível. Esse foi o primeiro concurso de que participei e é algo que me fortalece enquanto artista pernambucano. Sou muito feliz em compartilhar a minha arte, a minha história e a minha herança cultural nesse momento. É uma iniciativa que valoriza a arte e o artista, e isso é muito importante”, conta. Para Aryson, a experiência também abriu novas possibilidades em sua trajetória: “A caneta que escreve o cotidiano também pode desenhar mundos”.

Completando o pódio, João Pedro Martins Furtado conquistou o terceiro lugar com a obra “É Tudo Nosso”. Artista desde a infância, João também participou pela primeira vez de uma competição de desenho e destacou o reconhecimento e a visibilidade proporcionados pela iniciativa. “Eu desenho desde criança e é muito gratificante hoje poder ser visto e reconhecido pela marca. A visibilidade que esse concurso me deu foi muito grande. Já tem muitas pessoas vindo falar comigo aqui no evento, e isso é muito legal. Acho que mais marcas deveriam ter iniciativas como essa, como uma forma de valorizar os artistas que trabalham com a BIC”, enfatiza.

Inspirado em uma plataforma criada originalmente na África, o BIC Art Master chegou ao Brasil para ampliar o olhar sobre um produto presente há décadas no cotidiano de milhões de pessoas. Ao reunir mais de 5 mil inscrições em sua primeira edição nacional e dar espaço a diferentes histórias, técnicas e referências culturais, a iniciativa reforça a conexão da BIC com a criatividade e a expressão artística, mostrando que uma ferramenta tão simples e familiar quanto uma caneta esferográfica também pode abrir espaço para novas ideias, novos talentos e diferentes formas de retratar o Brasil.



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Pearson e Escola da Nuvem realizam Hackathon de IA

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Estudantes da Escola da Nuvem participaram de um Hackathon promovido em parceria com a Pearson, no qual foram desafiados a resolver um problema real de inteligência de mercado da empresa. Durante a maratona, as equipes desenvolveram soluções com tecnologia e IA para monitorar o mercado educacional brasileiro e apoiar a tomada de decisões.

O time #2, Codex, conquistou o primeiro lugar. O segundo lugar ficou com o time #1, Cloud Wizards e em terceiro, o time #5, Iron Cloud. As três equipes receberam premiação em dinheiro, nos valores de R$3 mil, R$2,5 mil e R$2 mil, respectivamente, além de bolsas integrais para cursos de inglês.

“A parceria nasce de propósitos muito alinhados. Quando conectamos duas organizações que acreditam no poder transformador da educação e que oferecem formações que se complementam, conseguimos criar uma experiência que catalisa o crescimento desses jovens e amplia suas possibilidades no mercado de trabalho”, comenta Fernando Lugó, Diretor de Marketing LatAm da Pearson.

Na palestra “O Futuro do Trabalho: Chegamos Atrasados ou Chegamos Juntos?”, ministrada por Paloma Pena Firme, especialista em IA e futuro do trabalho, os participantes discutiram o avanço da inteligência artificial e a necessidade de preparar profissionais para um cenário de mudanças constantes.

“Existe uma diferença significativa entre aprender um conceito em sala de aula e aplicá-lo para resolver um problema real de negócio. Essa vivência aumenta o senso de responsabilidade, estimula a inovação e fortalece competências que são cada vez mais valorizadas pelo mercado”, destaca Ana Carolina Garini Scarcello, diretora executiva da Escola da Nuvem.

Impacto gerado pelos participantes

A partir do desafio proposto, as equipes utilizaram inteligência artificial, automação, coleta e análise de dados para acompanhar concorrentes, redes sociais, notícias, produtos, campanhas e indicadores de satisfação. O time #2, Codex, desenvolveu uma arquitetura baseada em AWS, que busca garantir resiliência, proteção cibernética e escalabilidade diante de cenários de alta demanda e ataques à plataforma. O time Cloud Wizards, apresentou uma solução para aumentar a resiliência e a segurança dos sites e landing pages da Wizard diante de picos de acesso e ameaças como DDoS, bots de spam e injeções em formulários. Já o time #5, Iron Cloud, criou uma solução de blindagem cibernética voltada à proteção de investimentos digitais e à continuidade dos negócios.

“Nós colocamos as diferenças culturais, modo de pensar e trabalhar para serem aliados. Quando trabalhamos com essa diversidade, os desafios aparecem, mas a motivação pelo resultado nos uniu na busca da arquitetura ideal para o projeto. O produto final ficou surpreendente. Foi, sem dúvida, uma vitória de um grande trabalho coletivo”, explica Rosamaria Nascimento, integrante do grupo vencedor.

A experiência também foi discutida a partir da trajetória de ex-alunos da Escola da Nuvem. A programação contou com uma roda de conversa com Maria Leiliane Lobo, Consultant e Software Developer da Capgemini, e Walter Cassule, SDR Intern da BR Link, ex-alunos da Escola da Nuvem que passaram por transições de carreira e conquistaram oportunidades em tecnologia. Maria migrou da área comercial para o setor aos trinta anos e conseguiu sua primeira oportunidade por meio de um Hackathon, enquanto Walter, que trabalhava em um call center, conquistou um estágio após vencer uma edição anterior do Hackathon da Escola da Nuvem.



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