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Várzea Grande

Vereador Alessandro cobra providências na UPA do Cristo Rei — Câmara Municipal

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Várzea Grande

Durante a Sessão Ordinária desta terça-feira, 1º de setembro, o vereador Alessandro levou à tribuna da Câmara Municipal de Várzea Grande relato de uma moradora da região do Cristo Rei sobre condições precárias na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local. Membro da Comissão Permanente de Saúde e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o parlamentar destacou a necessidade de apuração e de medidas imediatas por parte do Poder Executivo.

Conforme o relato apresentado em plenário, a munícipe permaneceu na unidade na última sexta-feira das 10h às 16h aguardando atendimento médico. Além da espera de seis horas, foram relatadas, em vídeo encaminhado ao gabinete, a presença de larvas circulando pela recepção da UPA, situação que, segundo o vereador, expõe pacientes, idosos e crianças a riscos sanitários.

Diante das informações trazidas à tribuna, Alessandro informou que encaminhará formalmente o relato e as imagens ao secretário municipal de Saúde interino, solicitando a adoção de providências urgentes. O parlamentar ressaltou que, na condição de membro da Comissão de Saúde e presidente da CCJ, acompanhará a resposta do Executivo e cobrará medidas para a realização de serviços de controle de pragas, a melhoria das condições de higiene e a apuração das causas da superlotação e da demora no fluxo de atendimento da UPA do Cristo Rei.

Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande

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Várzea Grande

Sob a condução de Raul Curvo, Câmara esclarece que projeto de R$ 16 milhões do DAE foi retirado pelo Executivo — Câmara Municipal

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Sob a condução do vereador Raul Curvo, a sessão ordinária da Câmara Municipal de Várzea Grande foi marcada por esclarecimentos contundentes sobre o destino do projeto de lei do Executivo que previa um repasse de R$ 16 milhões, em parcelas mensais de R$ 2 milhões, para o Departamento de Água e Esgoto.

Diante de distorções veiculadas em alguns portais de notícias, a Mesa Diretora e os parlamentares detalharam os fatos e desfizeram narrativas inverídicas sobre a tramitação da matéria. Durante os trabalhos legislativos, a vereadora Gisa Barros pediu a palavra para alinhar o entendimento dos fatos e solicitar que a presidência reiterasse o que de fato ocorreu com a proposta. Em resposta, a condução da sessão esclareceu que não partiu da Casa de Leis a devolução do projeto do DAE.

A suspensão e a retirada da matéria de pauta ocorreram por solicitação exclusiva do Poder Executivo, em decorrência direta do decreto de calamidade financeira que vigora no município. Enquanto o projeto de R$ 16 milhões foi devolvido a pedido da própria Prefeitura, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação adotou o sobrestamento de outras matérias correlatas. A medida visa resguardar o Legislativo e garantir que nenhuma votação precipitada ocorra enquanto durarem os efeitos dos decretos de calamidade financeira, ficando a Casa apta para retomar a análise caso a situação fiscal seja normalizada pelo Executivo.

A discussão sobre o DAE abriu espaço para um debate aprofundado sobre a real situação contábil da prefeitura. A vereadora Gisa Barros elevou o tom das críticas na tribuna ao relatar a situação crítica enfrentada por fornecedores e empresários locais. Segundo a parlamentar, diversos empresários têm procurado os gabinetes dos vereadores em busca de socorro para conseguir receber dívidas acumuladas pela administração municipal. Gisa Barros destacou que o cenário é inédito em sua trajetória legislativa, apontando que nunca viu empresários precisando recorrer à Câmara para cobrar pagamentos em atraso, e questionou os rumos da gestão da prefeita frente às promessas de campanha.

Como desdobramento das cobranças, foi protocolado um requerimento direcionado à Diretoria Legislativa para exigir da Prefeitura de Várzea Grande um balanço transparente e detalhado sobre a saúde financeira do município, dimensionando o impacto das dívidas pendentes com o setor produtivo local.

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