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Economia

Sustentabilidade e economia avançam juntas em novo modelo

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Economia

No mês em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, cresce a discussão sobre alternativas que contribuam para o uso mais eficiente dos recursos naturais. Soluções como energia solar, captação de água da chuva, aquecimento solar, automação e eficiência energética têm sido adotadas em residências, empresas e propriedades rurais com o objetivo de otimizar o consumo de energia e água.

Além dos aspectos ambientais, essas tecnologias também estão relacionadas à gestão de custos e ao planejamento de longo prazo. A integração de diferentes soluções sustentáveis tem sido considerada uma estratégia para reduzir desperdícios, ampliar a eficiência operacional e agregar valor aos imóveis.

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, reforça todos os anos a importância de repensar a forma como pessoas, empresas e cidades utilizam os recursos naturais. Nesse contexto, temas relacionados à sustentabilidade vêm ganhando espaço em diferentes setores da economia.

Em residências, comércios, empresas e propriedades rurais, energia e água estão entre os custos recorrentes mais relevantes, além de serem recursos essenciais para diversas atividades. Em muitos casos, esses gastos podem ser reduzidos por meio de soluções voltadas à eficiência, geração própria e reaproveitamento de recursos.

É nesse contexto que cresce o conceito de ecossistema de soluções sustentáveis. A proposta é deixar de olhar para energia solar, captação de água da chuva, aquecimento solar, automação e eficiência energética como iniciativas isoladas, e passar a entendê-las como partes complementares de uma mesma estratégia.

“Quando integradas, essas soluções ajudam o imóvel a consumir melhor, desperdiçar menos, reduzir custos fixos e ganhar valor patrimonial”, afirma Flavio Abreu, CEO da i9 Solar.

A energia solar fotovoltaica é uma das tecnologias mais conhecidas nesse cenário. Ao permitir que o imóvel produza parte da própria energia, ela reduz a dependência da rede elétrica e pode contribuir para a diminuição dos gastos com eletricidade ao longo do tempo. No entanto, o potencial de sustentabilidade não se limita à geração de energia.

A captação de água da chuva pode contribuir para o uso da água em atividades não potáveis, como limpeza, irrigação e sanitários, conforme o projeto adotado. O aquecimento solar pode reduzir o uso de energia elétrica para banho, piscina e outras aplicações. A automação residencial ou empresarial auxilia no controle de iluminação, climatização, equipamentos e sistemas de segurança. Já a eficiência energética permite identificar desperdícios e otimizar o consumo de energia e outros recursos.

A integração dessas soluções também pode impactar a percepção de valor dos imóveis. Casas, condomínios e empresas que contam com infraestrutura voltada à sustentabilidade podem apresentar diferenciais relacionados à eficiência operacional, ao planejamento de custos e à adoção de tecnologias.

Outro ponto importante é o momento da decisão. Em construções novas ou reformas, incluir soluções sustentáveis desde a fase de projeto pode evitar retrabalhos e contribuir para o desempenho do imóvel ao longo do tempo. O posicionamento do telhado, a infraestrutura elétrica, o espaço para cisternas, o projeto hidráulico e a previsão de futuras expansões são exemplos de fatores que podem influenciar a eficiência da edificação.

Para a i9 Solar, empresa especializada em soluções sustentáveis, o avanço desse mercado reflete a ampliação do interesse por alternativas voltadas à eficiência e à gestão de recursos. “A grande mudança é entender que sustentabilidade não é apenas uma escolha ambiental. Quando bem planejada, ela reduz gastos, valoriza o patrimônio e melhora a qualidade de vida. É uma decisão inteligente para o planeta e para o bolso”, destaca Wesley Zmiyewski, responsável pela área de Sucesso do Cliente.

A i9 Solar atua com energia solar fotovoltaica, aquecimento de água, captação de água da chuva, eficiência energética, casa inteligente, arquitetura sustentável e soluções de eletromobilidade. A empresa desenvolve projetos personalizados para diferentes perfis de imóveis.

No mês em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, a discussão sobre sustentabilidade ganha ainda mais visibilidade. Entre os temas em destaque estão a adoção de tecnologias voltadas à eficiência energética, ao reaproveitamento de recursos e à redução de desperdícios.

Nesse contexto, o conceito de ecossistema de soluções sustentáveis reúne diferentes tecnologias que podem atuar de forma complementar, associando aspectos ambientais, econômicos e operacionais na gestão de imóveis residenciais e comerciais.

Para mais informações, basta acessar: https://www.i9solar.com/



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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