Economia
Plano de saúde empresarial amplia benefícios para empresas
Economia
Os planos de saúde empresariais consolidaram sua posição como um dos principais benefícios corporativos oferecidos pelas empresas brasileiras.
O crescimento dos planos de saúde empresariais acompanha as transformações no ambiente corporativo, em que benefícios ligados à saúde passaram a influenciar diretamente estratégias de retenção de talentos, produtividade e gestão de pessoas. Empresas de diferentes portes passaram a enxergar a saúde corporativa como um investimento ligado à sustentabilidade operacional e ao bem-estar dos colaboradores.
O acesso facilitado a consultas, exames e tratamentos preventivos tem impactado diretamente indicadores internos das empresas, como redução do absenteísmo e maior retenção de talentos. Planos coletivos empresariais representam atualmente a maior parcela dos beneficiários da saúde suplementar no Brasil, consolidando o benefício como uma das principais estratégias corporativas voltadas à saúde e bem-estar dos colaboradores.
Além das grandes empresas, o crescimento da contratação entre pequenos negócios e Microempreendedores Individuais (MEIs) também vem ampliando o alcance dos planos empresariais no país. A busca por assistência médica corporativa deixou de estar restrita apenas às grandes organizações e passou a integrar o planejamento financeiro e operacional de empresas de diferentes portes.
O setor de saúde suplementar também atravessa um processo acelerado de modernização tecnológica. Entre as principais tendências observadas para os próximos anos estão a expansão da telemedicina, utilização de carteirinhas digitais, aplicativos de gestão de benefícios, atendimento remoto especializado e soluções com inteligência artificial voltadas ao monitoramento preventivo de pacientes.
Apesar do crescimento do setor, os reajustes anuais continuam sendo um dos principais desafios para as empresas contratantes. Custos médico-hospitalares, frequência de utilização do benefício, perfil etário dos usuários e índices de sinistralidade estão entre os fatores que impactam diretamente os aumentos aplicados pelas operadoras.
Nesse cenário, empresas passaram a investir em planejamento preventivo, revisão periódica de contratos e análise mais detalhada do perfil dos colaboradores para minimizar impactos financeiros futuros.
Outro fator que impulsiona a procura pelos planos empresariais é a preocupação crescente das organizações com indicadores de produtividade, qualidade de vida e afastamentos prolongados. A assistência médica corporativa passou a integrar estratégias ligadas à continuidade operacional e fortalecimento da cultura organizacional.
A expectativa do mercado é de crescimento dos modelos personalizados de cobertura, com maior integração tecnológica e foco ampliado em prevenção e gestão de saúde corporativa. A busca por equilíbrio entre custo, cobertura e eficiência operacional deve continuar entre os principais desafios das empresas nos próximos anos.
Empresas interessadas em analisar opções disponíveis e comparar modalidades de contratação podem consultar plataformas especializadas, como a MedicalSeg Planos de Saúde e o Planodesaude.net, que disponibilizam informações sobre cobertura, rede credenciada, coparticipação e simulações de custos para diferentes perfis empresariais.
Economia
Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país
Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.
As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.
Alertas obrigatórios
Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.
O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.
Novas restrições
Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .
Entre as principais vedações estão:
• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;
• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;
• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;
• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;
• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;
• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;
• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.
Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.
Comentaristas proibidos
As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.
A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.
A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.
Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.
Empresas ilegais
O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.
Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.
A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.
Penalidades
O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.
As punições previstas incluem:
• multas de até 20% do faturamento da operadora;
• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;
• cassação da licença em casos de reincidência grave.
Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.
O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.
-
Polícia2 dias atrásPolícia Civil prende investigado por descumprir medidas protetivas em Juara
-
Esportes6 dias atrásPM reforça a segurança em pontos de concentração de torcedores no Rio
-
Mato Grosso1 dia atrásAposta de Divinópolis (MG) leva prêmio de R$ 43 milhões da Mega-Sena
-
Justiça4 dias atrásSTF dá 48h para tribunais explicarem pagamentos acima do limite a juiz
-
Política24 horas atrásDeputado Faissal Calil apresenta projeto para garantir mais transparência em bloqueios e encerramentos de contas bancárias
-
Justiça4 dias atrásPGR pede que Flávio Bolsonaro seja ouvido por calúnia contra Lula
-
Justiça4 dias atrásMoraes manda Exército entregar armas registradas em nome de Bolsonaro
-
Cidades3 dias atrásBiblioteca Cilo Torres Seixas participa do encerramento do projeto Caminhos da Cultura