Economia
Nagase Academy lança curso de tráfego pago para empresários
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A constante evolução das plataformas digitais, aliada ao crescimento da inteligência artificial e das novas tecnologias de marketing, tem transformado a forma como empresas conquistam clientes e geram oportunidades de negócio. Nesse cenário, a Agência Nagase anuncia o lançamento da Nagase Academy, sua plataforma própria de educação digital voltada para empresários, empreendedores e profissionais que desejam dominar estratégias de aquisição de clientes por meio da internet.
A iniciativa representa um novo passo na trajetória da empresa, que nos últimos anos ampliou sua atuação nacional por meio de projetos de performance, geração de leads e campanhas digitais para empresas de diversos segmentos. Agora, além da prestação de serviços especializados, a organização passa a investir também na formação de profissionais e gestores que desejam compreender e aplicar estratégias digitais de forma mais eficiente.
O primeiro treinamento da plataforma é o Curso de Tráfego Pago, desenvolvido para atender desde iniciantes até profissionais que buscam atualização e aperfeiçoamento. O conteúdo foi estruturado com foco na aplicação prática, reunindo estratégias utilizadas em campanhas reais e abordando desde os fundamentos das plataformas de anúncios até técnicas avançadas de otimização e análise de resultados.
Segundo William Nagase, CEO da empresa e especialista em marketing digital, o projeto nasceu da crescente demanda por conhecimento prático e atualizado em um mercado que se transforma rapidamente.
“Empresários e profissionais precisam aprender em velocidade cada vez maior. As plataformas mudam constantemente, surgem novas ferramentas, recursos de inteligência artificial e novas formas de segmentação. Nosso objetivo foi criar uma formação prática, objetiva e atualizada, permitindo que qualquer pessoa consiga aprender do básico ao avançado em pouco tempo”, afirma.
O lançamento da Nagase Academy ocorre em um momento de profunda transformação do mercado de trabalho. Segundo o Future of Jobs Report 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, 39% das competências profissionais atuais deverão ser transformadas até 2030, enquanto 59% dos trabalhadores precisarão passar por processos de qualificação ou requalificação profissional para acompanhar as mudanças impulsionadas pela tecnologia e pela inteligência artificial.
A proposta da plataforma é justamente atender a essa nova realidade. O treinamento foi desenvolvido em formato gamificado, utilizando mecanismos de progressão, desafios e conquistas para tornar o aprendizado mais dinâmico e aumentar o engajamento dos alunos durante a jornada de capacitação.
Outra característica está na objetividade do conteúdo. Em vez de longas formações teóricas, o programa foi estruturado em módulos curtos e focados na aplicação prática, permitindo que empresários e empreendedores implementem rapidamente os conhecimentos adquiridos em seus próprios negócios.
O curso também apresenta conceitos fundamentais para quem deseja atuar profissionalmente na área como Gestor de Tráfego Pago, uma das profissões que mais cresceram nos últimos anos em função da digitalização das empresas e da crescente demanda por geração de leads qualificados.
Além da formação técnica, os alunos têm acesso a conteúdos relacionados à criação de campanhas, análise de métricas, estratégias de conversão, funis de vendas, inteligência artificial aplicada ao marketing e geração de demanda por meio de plataformas como Google Ads e Meta Ads.
A criação da Nagase Academy também fortalece o ecossistema de soluções da empresa, que já atua como Agência de Tráfego Pago para empresas que buscam aumentar sua presença digital, gerar novos negócios e escalar resultados por meio da mídia online.
A expectativa da Agência Nagase é expandir gradualmente o catálogo da Nagase Academy, incorporando novos treinamentos voltados para inteligência artificial, automação de marketing, vendas digitais, produção de conteúdo e gestão estratégica de negócios.
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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país
Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.
As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.
Alertas obrigatórios
Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.
O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.
Novas restrições
Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .
Entre as principais vedações estão:
• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;
• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;
• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;
• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;
• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;
• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;
• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.
Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.
Comentaristas proibidos
As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.
A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.
A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.
Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.
Empresas ilegais
O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.
Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.
A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.
Penalidades
O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.
As punições previstas incluem:
• multas de até 20% do faturamento da operadora;
• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;
• cassação da licença em casos de reincidência grave.
Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.
O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.
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