Economia
Liberty apresenta hospital inteligente na Hospitalar 2026
Economia
A Liberty Group participou da Hospitalar 2026, principal evento de saúde da América Latina, realizado entre os dias 19 e 22 de maio, em São Paulo. Em sua 31ª edição, a feira reuniu líderes, especialistas e empresas que estão moldando o futuro do setor, com destaque para temas como inteligência artificial, saúde digital, robótica médica e inovação hospitalar.
Durante o evento, a Liberty Group apresentou ao mercado seu conceito de Hospital Inteligente, modelo que integra inteligência artificial, computação em nuvem, interoperabilidade de dados e prontuário eletrônico para transformar a gestão hospitalar e qualificar a assistência aos pacientes.
A proposta parte da premissa de que a transformação digital da saúde vai além da informatização de processos. O Hospital Inteligente conecta informações, pessoas e tecnologias em um único ecossistema digital, permitindo decisões mais rápidas, redução de desperdícios, maior eficiência operacional e uma experiência mais segura para profissionais e pacientes.
Entre as soluções apresentadas esteve o MedTrack, ecossistema tecnológico desenvolvido para impulsionar a digitalização de hospitais e instituições públicas de saúde. Integrado ao AGHU (Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários), sistema de gestão hospitalar utilizado por instituições públicas de saúde em todo o país, o MedTrack reúne em uma única plataforma informações assistenciais, administrativas e operacionais, permitindo acompanhar filas, otimizar fluxos de atendimento, integrar unidades de saúde e simplificar processos burocráticos. A solução contribui para a modernização da gestão hospitalar e para o fortalecimento da transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS).
Outra inovação demonstrada pela Liberty foi o MedSeek, plataforma de inteligência artificial voltada ao setor de saúde. A ferramenta reúne conhecimento médico estruturado, rastreável e baseado em evidências científicas, auxiliando médicos, residentes e estudantes na busca por informações confiáveis e na tomada de decisões clínicas mais ágeis e fundamentadas. A solução também utiliza recursos de inteligência artificial preditiva e generativa, capazes de gerar resumos de prontuários em segundos, identificar padrões assistenciais e apoiar equipes médicas com informações relevantes para a condução do cuidado.
As tecnologias já estão presentes em alguns dos mais relevantes projetos de transformação digital da saúde pública brasileira. Em parceria com o Hospital Albert Einstein, a Liberty participa da estruturação digital do Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso e da expansão desse modelo para outras unidades estratégicas administradas pelo Einstein, como os hospitais Darcy Vargas, Ipiranga e Heliópolis.
Segundo José Carlos Vasconcellos, CEO da Liberty Health, empresa do Liberty Group, a tecnologia deve ser uma aliada da assistência e da gestão. “Nossa visão é clara: construir hospitais mais inteligentes, conectados e eficientes, onde dados, interoperabilidade e inteligência artificial trabalham a favor dos profissionais de saúde e dos pacientes. É essa transformação que estamos ajudando a levar para instituições públicas e privadas em todo o Brasil”, destaca.
Durante a Hospitalar 2026, o estande da empresa foi concebido como um ambiente de demonstração prática das tecnologias. Visitantes, gestores hospitalares, profissionais de saúde e parceiros puderam conhecer e testar ao vivo as soluções apresentadas.
Inteligência artificial no centro dos debates
Além das demonstrações tecnológicas, a Hospitalar 2026 foi um espaço para discussões estratégicas sobre o futuro da saúde digital. O diretor de Estratégia da Liberty Group, Henrique Nixon, participou como palestrante em dois painéis do evento.
O primeiro debateu o papel da inteligência artificial nas emergências hospitalares e seu potencial para salvar vidas por meio de decisões mais rápidas e assertivas. O segundo abordou os desafios e oportunidades dos hospitais inteligentes, discutindo como a integração entre tecnologia e assistência humana pode contribuir para a evolução do SUS e dos sistemas de saúde brasileiros.
Segundo Nixon, os hospitais inteligentes representam uma mudança de paradigma na gestão da saúde. “Não estamos falando apenas de tecnologia, mas da capacidade de conectar dados, processos e pessoas para apoiar decisões mais rápidas, reduzir gargalos e ampliar a eficiência dos serviços de saúde. Esse é um movimento que impacta diretamente a sustentabilidade dos hospitais e a qualidade do atendimento ao cidadão”, afirma.
A participação da empresa contou ainda com a presença de toda a sua liderança executiva, incluindo José Carlos Vasconcellos, CEO da Liberty Group; Alexandre Gomes, vice-presidente; Henrique Nixon, diretor de estratégia; e Marcelo Biangulo, diretor de sistemas e inovação. Também estiveram presentes Irene Correia, diretora de operações; Isabelle Raissa, diretora de governança; Silvia Batista, diretora de design de produtos; e Jimie Almeida, diretor de infraestrutura. O evento também reuniu representantes das Secretarias de Saúde de diferentes estados brasileiros.
Economia
Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país
Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.
As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.
Alertas obrigatórios
Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.
O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.
Novas restrições
Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .
Entre as principais vedações estão:
• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;
• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;
• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;
• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;
• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;
• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;
• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.
Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.
Comentaristas proibidos
As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.
A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.
A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.
Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.
Empresas ilegais
O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.
Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.
A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.
Penalidades
O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.
As punições previstas incluem:
• multas de até 20% do faturamento da operadora;
• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;
• cassação da licença em casos de reincidência grave.
Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.
O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.
-
Polícia1 dia atrásPolícia Civil prende investigado por descumprir medidas protetivas em Juara
-
Esportes6 dias atrásPM reforça a segurança em pontos de concentração de torcedores no Rio
-
Mato Grosso1 dia atrásAposta de Divinópolis (MG) leva prêmio de R$ 43 milhões da Mega-Sena
-
Política23 horas atrásDeputado Faissal Calil apresenta projeto para garantir mais transparência em bloqueios e encerramentos de contas bancárias
-
Justiça4 dias atrásSTF dá 48h para tribunais explicarem pagamentos acima do limite a juiz
-
Justiça4 dias atrásMoraes manda Exército entregar armas registradas em nome de Bolsonaro
-
Justiça4 dias atrásPGR pede que Flávio Bolsonaro seja ouvido por calúnia contra Lula
-
Cidades3 dias atrásBiblioteca Cilo Torres Seixas participa do encerramento do projeto Caminhos da Cultura