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Economia

Kavak chega aos dez anos e expande seu modelo de negócios

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A Kavak completa dez anos com uma operação que vai além da compra e venda de carros usados. Criada no México em 2016, a empresa evoluiu de um marketplace de seminovos para uma plataforma que integra financiamento, logística e tecnologia, com atuação na América, Europa e Oriente Médio. A transformação acompanha desafios identificados pela companhia ao longo de sua trajetória, como a informalidade do mercado de veículos usados e a dificuldade de acesso ao crédito.

Em 2025, a plataforma global realizou cerca de 120 mil transações e, atualmente, entre 60% e 65% dos carros vendidos mensalmente pela empresa são financiados. Ao longo de sua história, a companhia já concedeu mais de US$ 1 bilhão em financiamento. A tecnologia desenvolvida para sustentar a operação também passou a ser disponibilizada para outros participantes do mercado. Hoje, as soluções criadas pela Kavak atendem a mais de 5 mil parceiros do setor automotivo em diferentes regiões do mundo.

“Começamos pela compra e venda de carros usados, mas descobrimos que, para alcançar o impacto que buscávamos, precisávamos construir muito mais: facilitar o financiamento, resolver a logística e incorporar inteligência artificial aos nossos processos para construir uma plataforma integral. Agora, por meio do nosso marketplace, estamos colocando essas capacidades à disposição de cada vez mais empresas do ecossistema automotivo”, afirma Carlos García Ottati, fundador e CEO da Kavak.

IA aplicada à operação

A inteligência artificial passou a conectar diferentes etapas da operação da Kavak. Dados de mercado e informações dos veículos são utilizados para estimar preços de compra e venda, enquanto ferramentas digitais apoiam diagnósticos mecânicos e modelos de risco auxiliam na avaliação de solicitações de financiamento.

A tecnologia também é utilizada para identificar possíveis irregularidades em documentos e identidades antes da conclusão de uma transação. A partir dos dados gerados pelas próprias operações, a companhia aprimora seus modelos para entender a demanda por veículos, a localização dessa demanda e as necessidades de financiamento de diferentes perfis de clientes.

A Kavak também incorporou a Draiver, sua plataforma de logística veicular, para gerenciar o transporte e a operação dos carros ao longo de seu ciclo de vida. Para os próximos anos, a companhia pretende ampliar sua presença, oferecer mais alternativas de financiamento e levar suas soluções tecnológicas a um número maior de empresas do setor automotivo.

A estratégia é ampliar o acesso às capacidades desenvolvidas pela Kavak e tornar mais eficientes os processos relacionados à compra, venda, financiamento e movimentação de veículos.



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BIC Art Master anuncia vencedores da 1ª edição no Brasil

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A BIC, marca globalmente reconhecida por seus produtos de papelaria, lâminas e isqueiros, anunciou os vencedores da primeira edição do BIC Art Master Brasil, concurso cultural que convidou artistas de todo o país a transformarem a clássica caneta esferográfica BIC em ferramenta de expressão artística. A premiação aconteceu durante a 89ª edição do Art Battle São Paulo, reunindo arte, criatividade e diferentes perspectivas sobre a cultura brasileira.

Com o tema “Mistura do Brasil”, a iniciativa recebeu mais de 5 mil inscrições de artistas a retratar a riqueza cultural, a diversidade e as diferentes influências que compõem a identidade do país. Entre os trabalhos inscritos, as Top 10 artes foram selecionadas e ficaram expostas durante o evento, permitindo que o público conhecesse de perto as diferentes interpretações criadas exclusivamente com canetas esferográficas BIC.

Realizado em parceria com o Art Battle, o encerramento do concurso integrou a programação do evento, conhecido por suas batalhas de pintura ao vivo. Entre as disputas, a BIC anunciou os três vencedores do Art Master Brasil e celebrou o trabalho dos artistas que aceitaram o desafio de explorar as possibilidades criativas de um dos produtos mais icônicos da marca.

O primeiro lugar ficou com Ricardo Oliveira Fortes, autor da obra “Os Muitos Brasis”. Criado a partir do tema proposto pelo concurso, o trabalho levou Ricardo ao topo do pódio em uma participação que, segundo o artista, foi marcada pelo desafio até os últimos momentos. “Foi uma correria para conseguir entregar a tempo; entreguei no último dia, mas que bom que deu certo. Estou muito feliz em participar desse evento e ver a arte ser valorizada dessa forma. Não estava esperando ganhar; foi ótimo participar do concurso e do desafio. A BIC tem um posicionamento de valorizar a arte, que acho muito importante, e é muito legal fazer parte disso”, afirma.

Na segunda colocação, Aryson Silva apresentou “O Ócio de Janu”. Pernambucano, o artista levou para o concurso elementos de sua história e herança cultural e encontrou no Art Master sua primeira experiência em uma competição artística. “Foi incrível. Esse foi o primeiro concurso de que participei e é algo que me fortalece enquanto artista pernambucano. Sou muito feliz em compartilhar a minha arte, a minha história e a minha herança cultural nesse momento. É uma iniciativa que valoriza a arte e o artista, e isso é muito importante”, conta. Para Aryson, a experiência também abriu novas possibilidades em sua trajetória: “A caneta que escreve o cotidiano também pode desenhar mundos”.

Completando o pódio, João Pedro Martins Furtado conquistou o terceiro lugar com a obra “É Tudo Nosso”. Artista desde a infância, João também participou pela primeira vez de uma competição de desenho e destacou o reconhecimento e a visibilidade proporcionados pela iniciativa. “Eu desenho desde criança e é muito gratificante hoje poder ser visto e reconhecido pela marca. A visibilidade que esse concurso me deu foi muito grande. Já tem muitas pessoas vindo falar comigo aqui no evento, e isso é muito legal. Acho que mais marcas deveriam ter iniciativas como essa, como uma forma de valorizar os artistas que trabalham com a BIC”, enfatiza.

Inspirado em uma plataforma criada originalmente na África, o BIC Art Master chegou ao Brasil para ampliar o olhar sobre um produto presente há décadas no cotidiano de milhões de pessoas. Ao reunir mais de 5 mil inscrições em sua primeira edição nacional e dar espaço a diferentes histórias, técnicas e referências culturais, a iniciativa reforça a conexão da BIC com a criatividade e a expressão artística, mostrando que uma ferramenta tão simples e familiar quanto uma caneta esferográfica também pode abrir espaço para novas ideias, novos talentos e diferentes formas de retratar o Brasil.



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