Economia
IBEF-Rio realiza Fórum de Óleo, Gás e Energia
Economia
Na próxima quinta-feira, no dia 11 de junho, o IBEF-Rio promove a 20ª edição do Fórum de Óleo, Gás e Energia, um dos mais tradicionais encontros do setor no estado do Rio de Janeiro. O evento será realizado no Hotel Prodigy Santos Dumont e reunirá executivos, especialistas e lideranças para debater os principais desafios e oportunidades do mercado.
A programação contará com seis painéis que abordarão temas estratégicos para o desenvolvimento do setor, incluindo investimentos no Brasil, novas matrizes energéticas, infraestrutura de gás natural e os impactos da reforma tributária, entre outros assuntos relevantes para a indústria.
A edição deste ano acontece sob a liderança do novo presidente do IBEF-Rio, Ives Castelo Branco. Diretor comercial nacional do Banco Guanabara e ex-presidente do IBEF Ceará, o executivo assumiu recentemente o comando da instituição com uma agenda voltada à expansão das atividades da mesma, ao fortalecimento de iniciativas como o IBEF Mulher e o IBEF Jovem e à ampliação dos debates sobre setores estratégicos para a economia brasileira.
“Chegar à 20ª edição deste fórum reforça a relevância do setor de petróleo, gás e energia para o desenvolvimento econômico do país. Nosso objetivo é ampliar o diálogo entre executivos, especialistas e lideranças, promovendo discussões qualificadas sobre investimentos, infraestrutura e a transição energética que está em curso no Brasil”, afirma Ives Castelo Branco, presidente do IBEF-Rio.
Reconhecido por reunir importantes nomes do segmento de óleo, gás e energia, o fórum se consolidou como um espaço de troca de conhecimento, networking e discussão sobre o futuro do setor.
Como novidade nesta edição comemorativa, os participantes poderão participar de um coquetel de encerramento, que será servido a partir das 18h.
Serviço:
Evento: 20º Fórum de Óleo, Gás e Energia 2026 – IBEF-Rio
Data: 11 de junho de 2026
Local: Hotel Prodigy Santos Dumont – Rio de Janeiro
Site: https://bit.ly/4uNMIIY
Programação:
8h30 às 9h | recepção e credenciamento
9h10 às 9h40 | palestra de abertura
Segurança Energética do Brasil no Cenário Global
9h45 às 10h35 | painel 1
A Indústria de O&G: Estratégia, Capital e Decisão no Novo Ciclo Energético
Moderador: Vinicius Cavalcanti – Sócio Tax Martinelli Advogados & VP de Óleo e Gás
Participantes:
- Flavio Ofugi – VP de Relações Corporativas da Shell Brasil
- Letícia Andrade – Vice-President Asset Management & Commercial Ops Equinor
- Roberto Ardenghy – CEO do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)
10h40 às 11h10 | coffee break
11h15 às 12h05 | painel 2
Estratégias de Capital: Navegando pelos Desafios Financeiros/Tributários no Brasil
Moderador: Leonardo Biar – Tax Managing Partner da RSM Brasil
Participantes:
- Catia Pereira – CFO e RI da TAESA
- Frederico Pereira – CFO Galp Brasil
- Gilberta Lucchesi – CFO Repsol Sinopec Brasil
- Luiz Carlos Fraga – CFO, Tax & Planning Director Chevron
12h10 às 13h | painel 3
Infraestrutura Necessária para o Gás e a Nova Fronteira da Demanda Energética para os Data Centers
Moderador: Elias Zoghbi – Sócio-Líder da GT Digital e Líder da Indústria Financeira da Grant Thornton Brasil
Participantes:
- Anna Carolina – Head of Natural Gas Commercialization Equinor
- Ingrid Santos – CEO Indra Energia
- Nara Kroger – Auditora-Fiscal Sefaz-RJ
- Rodrigo Novo – Tax Manager da Origem Energia
13h05 às 14h20
Almoço Livre
14h30 às 15h20 | painel 4
Prestadores de Serviços e a Competitividade do Offshore Brasileiro
Moderador: Marcello Lobo – Sócio do Pinheiro Neto Advogados
Participantes:
- Alexandre Alves – Head of Procurement Petrobras
- Bruno Figueiredo – Finance Director Latam Oceaneering
- Renato Bastos – VP Strohm Brasil
- Leonardo Oliveira – CFO América do Sul da Seadrill
15h25 às 16h15 | painel 5
Governança Global e Alinhamento OCDE: Pilar 2 e Preços de Transferência em O&G
Moderador: Júlio Cepêda – Tax Partner KPMG
Participantes:
- Ana Paula Saunders – Gerente-Executiva Tributária AXIA Energia
- Diane Borges – Head of Tax PRIO
- Patricia Liporace – International Tax Manager Petrobras
- Mauro Jacob – Partner at Gaia Silva Gaede Advogados
16h20 às 17h10 | painel 6
A Reforma do Consumo e da Renda: O Novo Equilíbrio Fiscal do Setor de Energia
Moderador: André Monduzzi – Partner Martinelli Advogados
Participantes:
- Andrea Torres – Head of Tax da TotalEnergies
- Bruno Fonti – Tax Manager Upstream da Petrobras
- Márcia Loureiro – Head of Tax & Treasury Latin America Equinor
- Fabio Gaspar – Country Tax Manager da Shell Brasil
17h15 às 17h45 | palestra de encerramento
Planejamento, Segurança Energética e Atração de Investimentos
18h | coquetel
Coordenação Técnica do Evento
Vinicius Cavalcanti – Sócio Tax Martinelli Advogados e VP de Óleo e Gás
Economia
Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país
Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.
As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.
Alertas obrigatórios
Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.
O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.
Novas restrições
Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .
Entre as principais vedações estão:
• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;
• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;
• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;
• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;
• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;
• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;
• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.
Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.
Comentaristas proibidos
As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.
A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.
A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.
Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.
Empresas ilegais
O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.
Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.
A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.
Penalidades
O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.
As punições previstas incluem:
• multas de até 20% do faturamento da operadora;
• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;
• cassação da licença em casos de reincidência grave.
Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.
O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.
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