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DPSP lança benefício educação ilimitado para colaboradores

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Reforçando seu compromisso com o desenvolvimento de pessoas e a aprendizado contínuo, a DPSP, empresa do varejo farmacêutico responsável pelas redes Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, lançou o Aprendo+, programa de educação desenvolvido, em parceria com a Unico Skill, criadora do primeiro vale-educação ilimitado do país. A iniciativa disponibilizou 1.000 licenças, oferecendo aos colaboradores acesso ilimitado a mais de 26 mil cursos de graduação, pós-graduação, idiomas e formações técnicas, disponíveis em mais de 100 instituições de ensino nacionais e internacionais.

O Aprendo+ faz parte da estratégia da DPSP de promover uma cultura de aprendizado contínuo, incentivando o protagonismo no desenvolvimento de carreira e ampliando o acesso à educação para seus colaboradores. A iniciativa complementa as ações já realizadas pela Universidade Corporativa da companhia, fortalecendo a formação profissional em diferentes etapas da jornada dos colaboradores. “A parceria com a Unico Skill nasceu de uma convicção: cultura não é discurso, é prática. Ao oferecer educação ilimitada, damos aos nossos colaboradores o protagonismo para construir suas próprias trajetórias, e isso fortalece tanto as pessoas quanto o negócio”, afirma o CHRO da DPSP, Sergio Piza.

Em um setor que tem o cuidado com as pessoas como essência, o desenvolvimento constante das equipes contribui para fortalecer a qualidade do atendimento, a experiência dos clientes e a evolução da companhia.

O cenário nacional torna esse desafio ainda maior. Segundo o Manpower Group, 80% dos empregadores brasileiros relatam dificuldade para encontrar profissionais com as habilidades que precisam.

“Educação dentro das empresas sempre foi vista como custo. O que os dados mostram é o oposto: empresas que investem no desenvolvimento dos seus colaboradores ampliam a probabilidade de retê-los e aumentam a própria lucratividade. O “Aprendo+” é a prova de que o varejo farmacêutico chegou a essa conclusão”, afirma Thaís Azevedo, CMO da Unico Skill. Os dados sustentam a afirmação: pesquisa Gallup mostra que empresas que fizeram investimentos estratégicos no desenvolvimento dos colaboradores têm o dobro de chances de reter talentos e aumentam a lucratividade em 11%.

O modelo tradicional de educação corporativa tem perdido eficácia diante de uma mudança de perfil do colaborador. Hoje, o aprendizado precisa ser flexível, acessível e personalizado. Segundo dados da Unico Skill, 90% dos usuários da plataforma afirmam que não teriam começado a estudar sem o benefício, evidenciando a importância de ampliar o acesso à educação de forma prática e alinhada às diferentes realidades.

Para a DPSP, investir no desenvolvimento de pessoas é parte essencial da estratégia do negócio. A companhia conta com uma universidade corporativa que oferece trilhas estruturadas de aprendizagem e iniciativas voltadas à formação contínua de seus colaboradores. Com foco na evolução constante e na transformação do varejo farmacêutico, a empresa acredita que é por meio do desenvolvimento de talentos que fortalece sua trajetória de crescimento.

Sobre a Unico Skill

A Unico Skill é uma empresa brasileira que busca democratizar o conhecimento no ambiente corporativo, fornecendo educação ilimitada como benefício a funcionários de empresas e seus dependentes. A plataforma conecta empresas, trabalhadores e algumas das melhores instituições de ensino do Brasil, como Mackenzie, PUCPR, PUC RS, Estácio, Fundação Dom Cabral, Coursera, CNA, entre outras, além das melhores universidades internacionais.

Atualmente, o benefício educação da Unico Skill está em mais de 150 empresas, como Bradesco, Bayer, Aché, Nestlé, Solar Coca-Cola, Heineken e outras, que somam mais de 200 mil colaboradores.

Sobre a DPSP

Com a missão de proporcionar qualidade no atendimento, cuidados com a saúde e bem-estar a todos, a DPSP nasceu em 2011 e conta com as redes Drogarias Pacheco, com 132 anos, e Drogaria São Paulo, de 82 anos de história e tradição. A companhia é uma das maiores redes do varejo farmacêutico com mais de 1.650 lojas em nove estados do Brasil, além do Distrito Federal.

Hoje, a DPSP atende seus clientes em lojas físicas, e-commerce, televendas e aplicativo, com uma Central de Relacionamento ao Cliente para suporte e auxílio no pós-venda. As marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo levam em seu DNA uma história de confiança e credibilidade no mercado nacional da saúde, preocupando-se constantemente em oferecer excelência em seus processos e a garantia da satisfação do consumidor.



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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