Economia
C4 Parceiros desenvolve treinamento para vendas de consórcio
Economia
Em um cenário de crescimento contínuo do mercado de consórcios no Brasil, a C4 Parceiros tem ampliado seus investimentos em treinamento e desenvolvimento de empresas interessadas em atuar no segmento. A iniciativa busca preparar profissionais e operações comerciais para comercializar consórcios de forma estruturada, consultiva e alinhada às exigências do mercado.
Atualmente, a empresa conta com mais de 300 parceiros credenciados em todo o país e projeta dobrar essa base nos próximos 12 meses. Para sustentar esse crescimento, a C4 aposta em um modelo que combina suporte operacional, acompanhamento comercial e programas contínuos de capacitação.
À frente dessa estratégia está Thaina Santos, sócia da C4 Parceiros ao lado de Bruno Fernandes e Head de Desenvolvimento de Parceiros. Com trajetória construída no mercado de consórcios, ela lidera a formação de novos parceiros, auxiliando desde os primeiros passos no segmento até o desenvolvimento de operações mais robustas.
“Nosso objetivo não é apenas credenciar empresas, mas capacitá-las para que tenham segurança, conhecimento e estrutura para atuar com consórcios de forma profissional e sustentável. O treinamento é um dos pilares do nosso modelo de negócios”, destaca Thaina.
A capacitação oferecida pela C4 Parceiros contempla treinamentos presenciais e online, desenvolvimento comercial, acompanhamento de negociações, suporte em cotações conjuntas e apoio em operações de maior complexidade e valor agregado.
Além da formação técnica, os parceiros contam com acesso a diversas administradoras e marcas do mercado, ampliando as oportunidades de negócios e permitindo que cada operação seja conduzida de acordo com o perfil e a necessidade do cliente.
Fundada por Bruno Fernandes e Thaina Santos, a C4 Parceiros atua como uma plataforma de conexão entre administradoras de consórcios, empresas parceiras e profissionais de vendas, oferecendo estrutura, suporte e inteligência comercial para impulsionar resultados em todo o território nacional.
A empresa movimenta atualmente cerca de R$ 80 milhões em créditos comercializados por mês e trabalha com a meta de alcançar R$ 100 milhões mensais até o final do ano, mantendo a capacitação dos parceiros como um dos principais motores desse crescimento.
Segundo Thaina, a profissionalização da rede é fundamental para acompanhar a evolução do mercado. “Quanto mais preparados estiverem os parceiros, melhores serão os resultados para todos os envolvidos: empresa, vendedor e cliente final”, conclui.
Economia
Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país
Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.
As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.
Alertas obrigatórios
Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.
O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.
Novas restrições
Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .
Entre as principais vedações estão:
• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;
• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;
• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;
• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;
• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;
• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;
• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.
Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.
Comentaristas proibidos
As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.
A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.
A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.
Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.
Empresas ilegais
O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.
Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.
A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.
Penalidades
O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.
As punições previstas incluem:
• multas de até 20% do faturamento da operadora;
• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;
• cassação da licença em casos de reincidência grave.
Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.
O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.
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