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Rondonópolis

Sinfra retirou mais de 1,5 mil toneladas de lixo do sistema de drenagem urbana em sete meses

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Rondonópolis

A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), segue atuando na limpeza das bocas de lobo em diversas regiões da cidade com a utilização de caminhões vac-all. Em sete meses de execução dos serviços, desde outubro do ano passado, foram realizadas as limpezas de 989 bocas de lobo, com a retirada de aproximadamente 1,5 mil toneladas de lixo da rede de drenagem.

Os dados são da Sinfra que destaca que o trabalho vem sendo feito em todas as regiões da cidade, atendendo diversos bairros, conforme cronograma técnico e necessidade identificada pelas equipes da Pasta.

O objetivo desse tipo de serviço é manter a eficiência do sistema de drenagem urbana, contribuindo para reduzir alagamentos. O trabalho, de acordo com a Sinfra, segue sendo realizado em diversas regiões de Rondonópolis.

O secretário Municipal de Infraestrutura, Lucas Luz, reforça que a limpeza das bocas de lobo é fundamental para garantir o correto escoamento das águas pluviais, prevenindo alagamentos, enxurradas e o acúmulo de resíduos que podem obstruir a rede de drenagem. 

Além disso, a manutenção periódica contribui para a conservação da infraestrutura urbana e redução de riscos à saúde pública causados pelo acúmulo de lixo e água parada.

Marcos Miraglia/Gcom

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Rondonópolis

Prefeitura proíbe novos contratos com a empresa DDMIX por dívidas trabalhistas

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, publicou nesta sexta-feira (21) decisão administrativa que suspende a participação da empresa DDMIX Terceirizações Eireli em licitação e a impede de contratar com a administração pelo prazo de dois anos, em função do descumprimento absoluto de contrato firmado com a gestão.

A decisão administrativa em questão foi publicada na edição 6.260 do Diário Oficial do Município. Conforme o documento, a empresa DDMIX Terceirizações Eireli foi contratada em 2022 para prestação de serviços de mão-de-obra de apoio administrativo e operacional para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação feita em processo administrativo sobre o caso constatou o descumprimento sistemático de obrigações trabalhistas e desobediência às ordens da fiscalização. Segundo o documento, a empresa, embora regularmente notificada por múltiplos canais – incluindo correio eletrônico, aplicativo de mensagens e publicação oficial – permaneceu inerte à tomada de providências.

A decisão expõe que a fiscalização demonstrou que a contratada deixou de quitar verbas de natureza alimentar, como salários, vale-transporte, auxílio-alimentação, 13º salário e férias. Além disso, aponta que a empresa tentou condicionar o pagamento de verbas trabalhistas ao recebimento de faturas.

“A materialidade das infrações é reforçada pela confissão de insolvência feita pela própria empresa perante a entidade sindical, declarando-se incapaz de honrar rescisões e débitos fundiários. Constatou-se o recolhimento intempestivo de FGTS referente a competências de 2023, 2024 e 2025, realizado apenas após intensa pressão da fiscalização”, consta na decisão.

O documento justifica que a sanção de suspensão de licitar é medida proporcional e necessária diante da gravidade da lesão aos direitos sociais dos trabalhadores e ao risco jurídico imposto à administração. “A inércia da empresa, somada ao histórico de negligência, impede a manutenção de qualquer vínculo contratual, sob pena de conivência com a precarização do serviço público”, reforça.

Vale ressaltar que a referida decisão ainda cabe recurso.

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