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Rondonópolis mantém liderança em MT com U$ 1,2 bilhão exportado em 5 meses

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Rondonópolis segue liderando as exportações em Mato Grosso e figurando como a 16ª cidade brasileira que mais exportou entre os meses de janeiro e maio deste ano. Com crescimento de 14,6% em relação ao mesmo período do ano passado, as exportações locais alcançaram U$ 1,2 bilhão nestes cinco primeiros meses de 2026. Os dados foram divulgados nesta última semana pelo Ministério da Indústria e Comércio Exterior.

Além disso, as exportações de Rondonópolis entre janeiro e maio representaram 8,5% do total exportado por Mato Grosso no período e 0,8% do montante das exportações brasileiras.

Nestes cinco meses de 2026, Rondonópolis também registrou aumento nas importações. O total importado no período chegou a U$ 398,2 milhões, o que coloca o Município liderando as importações no Estado e como a 61ª cidade que mais importou no país. Com esse montante, as importações locais representaram 43,1% do total mato-grossense e 0,3% das importações do Brasil.

Com U$ 1,2 bilhão em exportações e U$ 398,2 milhões em importações, Rondonópolis fechou o período de janeiro a maio deste ano com superávit de U$ 797,1 milhões.

Somente no mês de maio, a cidade exportou U$ 272,2 milhões e importou U$ 161,7 milhões, liderando as exportações e importações de Mato Grosso também no mês de maio. Considerando somente o quinto mês deste ano, as exportações tiveram crescimento de 12,9% e as importações subiram 340,1% em comparação com maio de 2025.

A China segue como principal destino das exportações locais entre janeiro e maio deste ano. Para o país asiático foram exportados 34,6% do total. Ainda como destinos das exportações estão a Tailândia e a Indonésia, para onde foram exportados 16,6% e 13,8% do total das exportações no período, respectivamente.

Já as importações de Rondonópolis vieram, especialmente, do Canadá, representando 31,3% do total importado pelo município no período, e da China, representando 19,3% das importações.

Entre os principais produtos exportados estão a torta e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja, que representaram 39,9% das exportações; a soja, representando 33,4%; o algodão (14,8%); e a carne bovina (6,4%).

Os adubos e fertilizantes foram os principais produtos importados no mesmo período, representando aproximadamente 93% das importações locais, seguidos dos inseticidas, que representaram 4,4% das importações.

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Prefeitura proíbe novos contratos com a empresa DDMIX por dívidas trabalhistas

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, publicou nesta sexta-feira (21) decisão administrativa que suspende a participação da empresa DDMIX Terceirizações Eireli em licitação e a impede de contratar com a administração pelo prazo de dois anos, em função do descumprimento absoluto de contrato firmado com a gestão.

A decisão administrativa em questão foi publicada na edição 6.260 do Diário Oficial do Município. Conforme o documento, a empresa DDMIX Terceirizações Eireli foi contratada em 2022 para prestação de serviços de mão-de-obra de apoio administrativo e operacional para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação feita em processo administrativo sobre o caso constatou o descumprimento sistemático de obrigações trabalhistas e desobediência às ordens da fiscalização. Segundo o documento, a empresa, embora regularmente notificada por múltiplos canais – incluindo correio eletrônico, aplicativo de mensagens e publicação oficial – permaneceu inerte à tomada de providências.

A decisão expõe que a fiscalização demonstrou que a contratada deixou de quitar verbas de natureza alimentar, como salários, vale-transporte, auxílio-alimentação, 13º salário e férias. Além disso, aponta que a empresa tentou condicionar o pagamento de verbas trabalhistas ao recebimento de faturas.

“A materialidade das infrações é reforçada pela confissão de insolvência feita pela própria empresa perante a entidade sindical, declarando-se incapaz de honrar rescisões e débitos fundiários. Constatou-se o recolhimento intempestivo de FGTS referente a competências de 2023, 2024 e 2025, realizado apenas após intensa pressão da fiscalização”, consta na decisão.

O documento justifica que a sanção de suspensão de licitar é medida proporcional e necessária diante da gravidade da lesão aos direitos sociais dos trabalhadores e ao risco jurídico imposto à administração. “A inércia da empresa, somada ao histórico de negligência, impede a manutenção de qualquer vínculo contratual, sob pena de conivência com a precarização do serviço público”, reforça.

Vale ressaltar que a referida decisão ainda cabe recurso.

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