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Rondonópolis

Prefeitura reativa linha 112 Buriti via Goiânia e amplia acesso da população ao transporte coletivo

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Rondonópolis

A partir desta sexta-feira (12), a população de Rondonópolis volta a contar com a linha 112 – Buriti via Goiânia, reativada pela Prefeitura Municipal por meio da Autarquia Municipal de Transporte Coletivo (AMTC). A linha havia sido suspensa há cerca de quatro anos e retorna para atender a demanda dos moradores da região.

A retomada da linha foi resultado de estudos técnicos realizados pela equipe da AMTC, em conjunto com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), após diversos pedidos apresentados pela comunidade. O novo itinerário foi planejado para atender importantes bairros e pontos de interesse da cidade, oferecendo mais mobilidade, comodidade e acesso aos serviços públicos.

A linha 112 vai beneficiar diretamente moradores do Buriti, Conjunto São José, Nova Era e Jardim Quitéria, além de ampliar a conexão entre essas regiões e áreas estratégicas do município. Entre os locais atendidos estão a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o Pronto Atendimento Infantil (PAzinho), o Fórum e outros serviços essenciais utilizados diariamente pela população.

Outro destaque é o atendimento ao Jardim Quitéria, bairro que enfrentava dificuldades relacionadas ao acesso ao transporte coletivo. Com a reativação da linha, os moradores passam a contar com uma opção mais próxima e eficiente para seus deslocamentos.

De acordo com a programação da AMTC, a linha funcionará de segunda a sexta-feira, com horários distribuídos ao longo do dia e circulação até as 19h45. O objetivo é garantir mais opções de deslocamento para trabalhadores, estudantes e usuários dos serviços públicos.

Além da ampliação da rede de atendimento, a Prefeitura de Rondonópolis mantém a tarifa do transporte coletivo em R$ 2,00, uma das mais acessíveis do país. A medida integra a política da gestão municipal de incentivar o uso do transporte público e garantir que mais pessoas possam se deslocar pela cidade com economia e qualidade, assim como a promoção de inclusão, mobilidade urbana e melhoria da qualidade de vida dos rondonopolitanos.

https://www.rondonopolis.mt.gov.br/noticias/prefeitura-reativa-linha-112-buriti-via-goiania-e-amplia-acesso-da-populacao-ao-transporte-coletivo/Bairro-Centro
Bairro-Centro

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Rondonópolis

Prefeitura proíbe novos contratos com a empresa DDMIX por dívidas trabalhistas

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, publicou nesta sexta-feira (21) decisão administrativa que suspende a participação da empresa DDMIX Terceirizações Eireli em licitação e a impede de contratar com a administração pelo prazo de dois anos, em função do descumprimento absoluto de contrato firmado com a gestão.

A decisão administrativa em questão foi publicada na edição 6.260 do Diário Oficial do Município. Conforme o documento, a empresa DDMIX Terceirizações Eireli foi contratada em 2022 para prestação de serviços de mão-de-obra de apoio administrativo e operacional para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação feita em processo administrativo sobre o caso constatou o descumprimento sistemático de obrigações trabalhistas e desobediência às ordens da fiscalização. Segundo o documento, a empresa, embora regularmente notificada por múltiplos canais – incluindo correio eletrônico, aplicativo de mensagens e publicação oficial – permaneceu inerte à tomada de providências.

A decisão expõe que a fiscalização demonstrou que a contratada deixou de quitar verbas de natureza alimentar, como salários, vale-transporte, auxílio-alimentação, 13º salário e férias. Além disso, aponta que a empresa tentou condicionar o pagamento de verbas trabalhistas ao recebimento de faturas.

“A materialidade das infrações é reforçada pela confissão de insolvência feita pela própria empresa perante a entidade sindical, declarando-se incapaz de honrar rescisões e débitos fundiários. Constatou-se o recolhimento intempestivo de FGTS referente a competências de 2023, 2024 e 2025, realizado apenas após intensa pressão da fiscalização”, consta na decisão.

O documento justifica que a sanção de suspensão de licitar é medida proporcional e necessária diante da gravidade da lesão aos direitos sociais dos trabalhadores e ao risco jurídico imposto à administração. “A inércia da empresa, somada ao histórico de negligência, impede a manutenção de qualquer vínculo contratual, sob pena de conivência com a precarização do serviço público”, reforça.

Vale ressaltar que a referida decisão ainda cabe recurso.

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