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Rondonópolis

Prefeitura abre espaço para população participar do Plano de Mobilidade Urbana de Rondonópolis

Publicado em

Rondonópolis

Agora a população pode fazer parte da construção do sistema viário e de transportes de Rondonópolis, respondendo ao questionário virtual da Pesquisa de Mobilidade Urbana. Os cidadãos podem opinar, por meio de um questionário simples, sobre temas como bairro de moradia, meios de transporte utilizados, frequência e motivos dos deslocamentos, condições das calçadas e ciclovias, condições das vias usadas, avaliação do transporte coletivo, entre outros.

Essa escuta da população está sendo possível dentro da atual fase do Plano de Mobilidade Urbana, que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura de Rondonópolis e que atenderá a demanda da cidade para os próximos 10 anos. Seu objetivo é melhorar a acessibilidade aos equipamentos públicos, ao espaço urbano e à segurança nos deslocamentos dentro do município, bem como outros fatores que visem à redução de tempo de deslocamento e à eficiência na utilização dos diferentes meios de transporte.

A previsão é que o plano seja concluído entre o final de 2026 e o início de 2027. A atual fase de elaboração do plano envolve o diagnóstico da mobilidade urbana de Rondonópolis, compreendendo a realização de levantamentos de campo, do diagnóstico participativo, incluindo entrevistas e oficinas comunitárias, a caracterização do sistema de mobilidade, e a consolidação do diagnóstico.

Além do formulário online, a fase de escuta da população contempla a realização de oficinas comunitárias. Segundo o líder de projetos da Houer Consultoria, empresa que atua na elaboração do plano, Ricardo Fonseca Machado Costa, essa etapa é importante para conhecer as principais “dores” dos munícipes a respeito dos problemas de mobilidade, com as respectivas percepções relacionadas à temática.

Ricardo explica que, conhecendo os principais problemas de mobilidade de forma efetiva, pode-se construir um plano com diretrizes direcionadas à devida resolução deles.

O questionário online vai ficar disponível aos cidadãos de Rondonópolis por 30 dias, podendo ser preenchido por qualquer pessoa e, para a sua validação, deve ser respondido em sua totalidade.

Ajude na elaboração do Plano de Mobilidade Urbana preenchendo aqui o questionário.

Foto – Ednilson Aguiar

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Rondonópolis

Prefeitura proíbe novos contratos com a empresa DDMIX por dívidas trabalhistas

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, publicou nesta sexta-feira (21) decisão administrativa que suspende a participação da empresa DDMIX Terceirizações Eireli em licitação e a impede de contratar com a administração pelo prazo de dois anos, em função do descumprimento absoluto de contrato firmado com a gestão.

A decisão administrativa em questão foi publicada na edição 6.260 do Diário Oficial do Município. Conforme o documento, a empresa DDMIX Terceirizações Eireli foi contratada em 2022 para prestação de serviços de mão-de-obra de apoio administrativo e operacional para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação feita em processo administrativo sobre o caso constatou o descumprimento sistemático de obrigações trabalhistas e desobediência às ordens da fiscalização. Segundo o documento, a empresa, embora regularmente notificada por múltiplos canais – incluindo correio eletrônico, aplicativo de mensagens e publicação oficial – permaneceu inerte à tomada de providências.

A decisão expõe que a fiscalização demonstrou que a contratada deixou de quitar verbas de natureza alimentar, como salários, vale-transporte, auxílio-alimentação, 13º salário e férias. Além disso, aponta que a empresa tentou condicionar o pagamento de verbas trabalhistas ao recebimento de faturas.

“A materialidade das infrações é reforçada pela confissão de insolvência feita pela própria empresa perante a entidade sindical, declarando-se incapaz de honrar rescisões e débitos fundiários. Constatou-se o recolhimento intempestivo de FGTS referente a competências de 2023, 2024 e 2025, realizado apenas após intensa pressão da fiscalização”, consta na decisão.

O documento justifica que a sanção de suspensão de licitar é medida proporcional e necessária diante da gravidade da lesão aos direitos sociais dos trabalhadores e ao risco jurídico imposto à administração. “A inércia da empresa, somada ao histórico de negligência, impede a manutenção de qualquer vínculo contratual, sob pena de conivência com a precarização do serviço público”, reforça.

Vale ressaltar que a referida decisão ainda cabe recurso.

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