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Rondonópolis

Mykaell Vitorino deixa Secretaria de Saúde após período de avanços e ampliação de investimentos

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Rondonópolis

Respondendo pela Secretaria Municipal de Saúde desde maio de 2025, Mykaell Thiago dos Santos Vitorino Bandeira deixa o cargo nesta sexta-feira (12) e passa a responder somente pela Secretaria Municipal de Governo, posto que ocupa desde o início da gestão Cláudio Ferreira.

Durante sua passagem pela Pasta, Mykaell conseguiu resolver importantes gargalos do setor, a exemplo do novo contrato com a Santa Casa de Rondonópolis, que quase triplicou o volume de investimentos no hospital, bem como a ampliação dos valores repassados ao Hospital Paulo de Tarso, que dobraram.

Teve início ainda durante sua gestão a obra de R$ 50 milhões da nova Policlínica, o maior investimento em saúde pública já realizado em Rondonópolis, melhorias na estrutura da UPA e diminuição drástica no tempo de espera por atendimento na unidade.

Também foi iniciada a construção do Caps Infantil, houve ampliação de vagas no setor de nefrologia, funcionamento do primeiro mamógrafo do Município, novas ambulâncias para transporte de pacientes, revitalização do Hospital da Lions e fortalecimento da Policlínica Central, programa Zera Fila com cirurgias eletivas, convênios com entidades como a Associação dos Pacientes Oncológicos (Apor), entre tantos outros avanços conquistados.

Enquanto gestor, Mykaell conseguiu ainda ampliar de R$ 3,4 milhões para R$ 18 milhões o investimento oriundo de emendas federais para a Pasta, além de investimentos conquistados junto a vereadores de Rondonópolis também com destinação de emendas para melhorias na saúde municipal.

“Foram muitas conquistas no período, que vão desde novas cadeiras e aquisição de aparelhos de ar condicionado para unidades de saúde, até investimentos que vão transformar a realidade do atendimento público municipal. Sabemos que os desafios ainda são muitos, mas seguiremos trabalhando para melhorar a vida da população e tornar a saúde cada dia melhor”, explicou Mykaell.

O secretário deixa a Pasta com projetos importantes já encaminhados, como a construção de um Hospital Municipal, reforma completa do Pronto Atendimento Infantil, construção do Caps III e três novas unidades de saúde, além do novo Laboratório Central que deve ser entregue nas próximas semanas. 

A SMS passa a ser comandada agora pelo enfermeiro Israel Silveira Paniago, nome técnico escolhido pelo prefeito Cláudio Ferreira que possui ampla experiência em saúde pública. O novo secretário tem mais de 30 anos de experiência na área, atuando nos mais diversos cargos de gestão e ocupando importantes postos de comando em Rondonópolis e outras cidades de Mato Grosso.

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Rondonópolis

Prefeitura proíbe novos contratos com a empresa DDMIX por dívidas trabalhistas

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, publicou nesta sexta-feira (21) decisão administrativa que suspende a participação da empresa DDMIX Terceirizações Eireli em licitação e a impede de contratar com a administração pelo prazo de dois anos, em função do descumprimento absoluto de contrato firmado com a gestão.

A decisão administrativa em questão foi publicada na edição 6.260 do Diário Oficial do Município. Conforme o documento, a empresa DDMIX Terceirizações Eireli foi contratada em 2022 para prestação de serviços de mão-de-obra de apoio administrativo e operacional para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde.

A investigação feita em processo administrativo sobre o caso constatou o descumprimento sistemático de obrigações trabalhistas e desobediência às ordens da fiscalização. Segundo o documento, a empresa, embora regularmente notificada por múltiplos canais – incluindo correio eletrônico, aplicativo de mensagens e publicação oficial – permaneceu inerte à tomada de providências.

A decisão expõe que a fiscalização demonstrou que a contratada deixou de quitar verbas de natureza alimentar, como salários, vale-transporte, auxílio-alimentação, 13º salário e férias. Além disso, aponta que a empresa tentou condicionar o pagamento de verbas trabalhistas ao recebimento de faturas.

“A materialidade das infrações é reforçada pela confissão de insolvência feita pela própria empresa perante a entidade sindical, declarando-se incapaz de honrar rescisões e débitos fundiários. Constatou-se o recolhimento intempestivo de FGTS referente a competências de 2023, 2024 e 2025, realizado apenas após intensa pressão da fiscalização”, consta na decisão.

O documento justifica que a sanção de suspensão de licitar é medida proporcional e necessária diante da gravidade da lesão aos direitos sociais dos trabalhadores e ao risco jurídico imposto à administração. “A inércia da empresa, somada ao histórico de negligência, impede a manutenção de qualquer vínculo contratual, sob pena de conivência com a precarização do serviço público”, reforça.

Vale ressaltar que a referida decisão ainda cabe recurso.

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