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Confira horário de votação neste domingo, segundo turno das eleições
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Neste domingo (25), 158.745.463 eleitores estão aptos a votar no segundo turno, em todo o país, para escolher o presidente da República e os governadores de cinco estados e do Distrito Federal, onde nenhum candidato conseguiu atingir o mínimo de 50% dos votos mais um no primeiro turno das Eleições Gerais.
A votação será iniciada às 8h e terminará às 17h, seguindo obrigatoriamente o horário de Brasília.
Caso haja eleitores na fila às 17h, a seção eleitoral deve distribuir senhas para garantir que todos exerçam o direito ao voto e só fechar depois que todos efetivamente votarem.
Os estados que terão segundo turno são:
- Acre,
- Amazonas,
- Distrito Federal,
- Espírito Santo,
- Rio Grande do Norte, e
- Tocantins
No Acre, Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) vão disputar o segundo turno. Mailza terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,76% dos votos válidos e Rick ficou em segundo, com 32,27%.
Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Amazonas.Aziz terminou a apuração em primeiro lugar, com 40,38% dos votos válidos e Maria do Carmo ficou em segundo, com 24,72%.
No Distrito Federal , Celina Leão (PP) terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,93% dos votos válidos e Leandro Grass (PT) ficou em segundo, com 34,48%.
Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) vão disputar o segundo turno no Espírito Santo. Pazolini obteve 49,65% dos votos válidos e Ferraço ficou com 34,06%.
Allyson (União) e Cadu de Lula (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Norte. Allyson ficou em primeiro lugar, com 36,83% dos votos válidos e Cadu de Lula obteve 36,21% dos votos.
No Tocantins, Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB) vão disputar o segundo turno da eleição para governador. Dorinha terminou a apuração em primeiro lugar, com 45,52% dos votos válidos e Vicentinho ficou em segundo, com 43,94%.
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prepare sua colinha para votar
Já pensou em passar semanas ou meses decidindo em quem votar para governar seu estado ou país, ouvir as propostas, colocar o histórico dos candidatos na balança, chegar a uma conclusão e, ao chegar diante da urna, não lembrar qual número digitar?
A tecnologia da urna eletrônica revolucionou a forma de votar e apurar os votos no Brasil. Mas nem todo avanço da ciência substitui um simples pedaço de papel com os números escritos à caneta.
O que levar para a urna?
A legislação permite ao eleitor levar a colinha para a urna, para garantir a precisão do voto.
O aparelho celular, no entanto, deve ser entregue aos mesários antes de entrar na cabine de votação.
A restrição vale para qualquer equipamento capaz de fotografar, gravar ou transmitir imagens. O objetivo é preservar o sigilo do voto e impedir fraudes ou tentativas de comprovação da escolha feita na urna.
Quem se recusar a entregar o aparelho poderá ser impedido de votar naquele momento, e o caso poderá ser registrado pela mesa receptora de votos.
Não se esqueça de levar um documento de identificação com foto .
O título de eleitor não é obrigatório para votar, mas ele ajuda a acelerar o processo por indicar a zona e a seção eleitoral. Uma opção é baixar o e-título, aplicativo da Justiça Eleitoral, com a versão digital do título de eleitor.
O e-título também traz as informações da zona e da seção eleitoral. Lembre-se de conferir, no dia anterior, o seu local atualizado de votação .
Casos no primeiro turno
Em muitos casos, a famosa colinha fez falta no primeiro turno das eleições deste ano
A atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), poderia já estar planejando o próximo mandato, mas graças a milhares de eleitores que confundiram seu número e anularam o voto, ela ainda disputa o segundo turno com o candidato Leandro Grass (PT).
No dia 4 de outubro, 26 mil pessoas no DF digitaram 22, número do PL, partido de Flávio Bolsonaro. Como não havia candidato do PL na disputa ao governo distrital, os votos acabaram anulados. O número da candidata do PP é 11.
No Rio de Janeiro, Eduardo Paes era apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não divide o mesmo partido que ele. Dados das urnas mostraram que cerca de 204 mil eleitores digitaram o número 13 nas urnas, acreditando escolher Paes.
Esses eleitores deveriam, no entanto, digitar o número 55. Sem candidato do PT na corrida ao Palácio da Guanabara, os votos foram anulados e Douglas Ruas (PL) venceu no primeiro turno.
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