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Mato Grosso

SEISC leva recreação, presentes e alegria a crianças de escola em Várzea Grande

Publicado em

Mato Grosso

*Reportagem de Vania Costa

Cores, brincadeiras, cabelos pintados, unhas decoradas, algodão-doce, pipoca e muitos sorrisos tomaram conta da Escola Municipal João Ponce de Arruda, na Passagem da Conceição, em Várzea Grande, na manhã desta quarta-feira (7). Em alusão ao Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, os alunos participaram de uma festa preparada especialmente para eles, com recreação, presentes e atividades que transformaram a rotina escolar.

A ação contou com a participação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Secretaria de Integração Social e Cidadania (Seisc), em parceria com o empresário Jeferson Costa, que dá vida ao personagem Dr. Pimpolho.

A Seisc, representada pelo secretário Edevandro Guandalin, doou 120 brinquedos e mobilizou dez servidores para atender as crianças. Durante a manhã, a equipe realizou tranças, penteados, esmaltação e maquiagem infantil, cortes de cabelo para os meninos e atividades recreativas. Pipoca, algodão-doce e pula-pula completaram a programação.

A escola atende 105 crianças, com idades entre 4 e 11 anos, da educação infantil ao 5º ano.

Segundo Guandalin, a iniciativa reforça o compromisso social da Assembleia Legislativa e ganhou ainda mais significado diante da realidade das crianças atendidas pela unidade escolar.

“Quando soubemos que, para algumas dessas crianças, esse poderia ser o principal momento de comemoração do Dia das Crianças, isso nos tocou. Como cuidamos da área social, nada mais justo do que estar aqui para proporcionar um dia diferente, com pipoca, algodão-doce, brinquedo e muita alegria”, afirmou.

Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

O secretário destacou ainda que as ações sociais desenvolvidas pela Seisc contam com o apoio da Mesa Diretora da Casa de Leis. “Todos nós temos o nosso lado criança. Fazer um dia diferente para elas mexe com o nosso coração também. É muito bom ver essa alegria e saber que estamos contribuindo para deixar uma lembrança especial na memória e no coração dessas crianças. A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa tem dado apoio e incentivo a iniciativas como essa, que aproximam a Casa de Leis da população e fortalecem o trabalho social”, completou.

O Dr. Pimpolho, que realiza voluntariamente ações sociais em escolas, hospitais e comunidades, também foi responsável pela animação da festa. Jeferson Costa mantém, há cerca de oito anos, uma relação com a Escola João Ponce de Arruda e foi quem buscou a parceria da Seisc para ampliar a comemoração.

“Tem criança aqui que talvez não tivesse a oportunidade de receber um brinquedo. Quando vemos tanta gente envolvida para proporcionar um dia como esse, não tem preço. Não tem preço a alegria dessa criança voltando para casa”, afirmou.

Outra atração que despertou a atenção da criançada foi a chegada do Grupo RAIO (Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas), da Polícia Militar. As motocicletas entraram na quadra acompanhadas pelo Capitão América, personagem interpretado pelo sargento Douglas Alves. A surpresa provocou gritos e aplausos, e rapidamente as crianças se aproximaram para conhecer as motos e interagir com os policiais.

O tenente-coronel Cacciolari, do Grupo RAIO de Cuiabá, destacou que ações como essa ajudam a fortalecer a relação entre a Polícia Militar e a comunidade.

“Nossa atividade principal é operacional, mas sabemos que a aproximação e a integração com a comunidade são muito importantes. Hoje trouxemos as motos para as crianças interagirem, tocarem e ouvirem a sirene. É o dia delas e também temos a responsabilidade de contribuir para que possam viver a infância e ter momentos de alegria”, ressaltou.

A diretora da escola, Adnair de Oliveira Pacheco, destacou que a comemoração foi possível graças à união de diferentes parceiros. “Todo mundo ajudou um pouquinho para realizarmos esse evento maravilhoso. São 105 crianças atendidas pela escola, e elas merecem esse momento. Estou muito feliz com essa parceria com a Assembleia, por meio da Secretaria de Integração Social, que aceitou com muito carinho o convite do Dr. Pimpolho para ajudar a proporcionar memórias afetivas às nossas crianças”, disse Adnair.

Um dos momentos mais esperados foi a entrega dos presentes. Entre abraços, risadas e olhares curiosos, os brinquedos logo passaram a fazer parte das brincadeiras. 

Para Mariah Vitória Monteiro Ribeiro, de 10 anos, aluna do 5º ano, foi difícil escolher o que mais gostou. “Gostei muito das motos do Raio, dos presentes, de fazer as unhas e da maquiagem. Foi muito legal”, contou, entre risos.

Pietro Henrique Magalhães Freitas, de 9 anos, estudante do 3º ano, também aproveitou cada atividade. “Gostei de ganhar presente, das bolhas de sabão e da pintura”, disse.



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PF investiga ligação de policiais com facção criminosa

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A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (7), sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão contra um grupo acusado de ligações com facção criminosa do Rio de Janeiro. A PF investiga crimes como venda ilegal de fuzis e vazamento de informações sigilosas para a organização que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense, além de lavagem de dinheiro

Entre os alvos da operação Magen estão um policial civil, um policial militar e ex-policiais. A investigação, feita pelo Grupo de Investigações Sensíveis da PF (GISE) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (MPRJ), identificou que a organização criminosa mantinha um núcleo estruturado para obtenção, transporte e revenda clandestina de armas.

Segundo a PF, o grupo comercializava fuzis de uso restrito, revólveres, pistolas, carregadores e munições. A investigação apontou indícios de que os alvos da operação chegaram a fornecer dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança criminosa do Complexo de Israel.

Os policiais e ex-policiais conseguiam acessar sistemas restritos da Administração Pública e repassavam aos líderes da facção criminosa dados sigilosos referentes a mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.

Com isso, conseguiram alertar os criminosos que atuam no complexo de favelas e evitar a repressão policial. As informações sigilosas também eram usadas para conduzir investigações clandestinas que tinham como objetivo extorquir criminosos.

A lavagem do dinheiro obtido com o esquema criminoso era feita por meio de sucessivas manobras de dissimulação. Mais de R$ 100 milhões foram movimentados em um intervalo de quatro anos, entre contas pessoais e de empresas de fachada.



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