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Economia

Pede.ai aposta em crédito para o lojista do interior crescer

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Economia

O pede.ai, plataforma de delivery com atuação no interior do Brasil, lançou o pede.cash, sua frente de crédito para lojistas parceiros. O serviço oferece empréstimo pré-aprovado com base no histórico de vendas do estabelecimento na plataforma: o lojista recebe a oferta em seu Painel de Vendas ou através do WhatsApp, simula valores, assina digitalmente e recebe o dinheiro na conta da empresa. O pagamento é feito em parcelas mensais ou semanais.

A iniciativa mira um problema histórico do comércio de cidades do interior: a dificuldade de acesso a capital. “Cerca de dois terços dos restaurantes e lojistas parceiros nas cidades onde o pede.ai atua não tinham acesso prévio a crédito e financiamentos, de acordo com nossas pesquisas”, afirma João Neves, cofundador e CEO do pede.ai. “O dono de restaurante de uma cidade do interior muitas vezes nem considera pedir crédito, porque a experiência com o sistema tradicional é de negativa, burocracia ou garantias que ele não tem como oferecer. A iniciativa no pede.ai nasce para mudar isso.”

Motor de crédito próprio permite diferencial de análise

A lógica do pede.cash é usar ativos que o lojista do interior já tem, mas que os bancos tradicionais não enxergam: o histórico de vendas na plataforma marketplace do grupo. É este um dos dados que baseiam a análise e a pré-aprovação da oferta, no lugar das garantias reais, avalistas e comprovações que costumam travar o crédito para pequenos negócios.

“O sistema financeiro tradicional analisa o pequeno comerciante pelo que ele pode dar em garantia. Nós analisamos pelo que ele vende todos os dias no delivery”, diz Neves.

Entre os usos previstos estão capital de giro, para evitar ruptura de estoque e atravessar a sazonalidade do setor de alimentação, compra de equipamentos (forno, geladeira, balcão), reforço de estoque com compras à vista e melhores margens, reforma e expansão do ponto e investimento em marketing para atrair mais pedidos.

“Ruptura de estoque é venda perdida. Tem lojista que deixa de vender no aplicativo não por falta de cliente, mas por falta de capital para comprar insumo na semana certa. Crédito rápido, no momento certo, vira venda”, afirma o CEO.

Parceria com a Delfinance

A operação é viabilizada por uma parceria com a Delfinance Sociedade de Crédito Direto S.A., instituição financeira autorizada pelo Banco Central. O pede.cash atua como plataforma de tecnologia: conecta, com autorização do lojista, os dados de vendas à instituição parceira, e é a Delfinance quem analisa, concede e formaliza o crédito, por meio de CCB (Cédula de Crédito Bancário) assinada em ambiente digital seguro.

Uma peça do ecossistema pede.ai

O pede.cash integra o Grupo pede.ai, plataforma de tecnologia para o delivery e para o comércio do interior fundada em Petrolina (PE) em 2017. Além da nova frente de crédito, o grupo reúne o pede.ai (marketplace de delivery multicategoria), o leve.ai (logística last-mile), o pdv.ai (sistema de gestão para restaurantes) e o vende.ai (meios de pagamento).

“O lojista que vende no pede.ai, entrega com o leve.ai, gerencia também o salão com o pdv.ai e recebe com o vende.ai, agora também pode financiar o crescimento com nossas ferramentas. Cada solução alimenta as outras, e o crédito é a peça que faltava para o lojista investir no próprio negócio”, afirma Lucas Mazzei, Diretor do grupo.

Sobre o Grupo pede.ai

O pede.ai é uma plataforma brasileira de tecnologia para o delivery e para o comércio do interior, fundada em 2017 em Petrolina (PE). O grupo está presente em cerca de 200 cidades de 21 estados e soma mais de 2,5 milhões de clientes e mais de 35 mil estabelecimentos parceiros cadastrados.



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Atlas Lithium confirma produção de lítio em 2027

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Em comunicado oficial divulgado hoje, 13 de julho, a Atlas Lithium (NASDAQ: ATLX) informou que está dentro do prazo para iniciar a produção comercial de concentrado de óxido de lítio no Projeto Neves a partir do quarto trimestre de 2027. O projeto é 100% da empresa, já tem todas as licenças necessárias e vai contar com uma planta que produz e processa o minério no mesmo lugar, com capacidade para gerar cerca de 150 mil toneladas por ano de concentrado de óxido de lítio de alta qualidade — matéria-prima usada nas baterias de carros elétricos e em sistemas de armazenamento de energia.

A empresa já recebeu propostas de compra de várias companhias interessadas no material, e a soma dessas propostas é superior ao triplo da capacidade de produção prevista da Atlas. Ou seja, a procura pelo concentrado de lítio do Projeto Neves se apresenta maior do que a oferta.

No Vale do Jequitinhonha, região em desenvolvimento de Minas Gerais, a Atlas Lithium diz que vai gerar mais de 5 mil empregos, diretos e indiretos, quando a operação estiver funcionando por completo. Os funcionários já contratados na região recebem, em média, o dobro da média salarial do local e têm plano de saúde e outros benefícios acima da média da região.

Os principais pontos do comunicado

  • A empresa mantém o plano de iniciar a produção comercial no 4º trimestre de 2027;
  • O projeto já tem todas as licenças ambientais e operacionais necessárias — isso reduz bastante o risco de atraso;
  • As propostas de compra recebidas já somam mais de 3 vezes a produção prevista;
  • Os números do estudo de viabilidade são fortes: TIR (Taxa Interna de Retorno) de 145% após impostos e retorno do investimento em 11 meses. O custo para produzir uma tonelada é de US$ 489, enquanto o preço de mercado está em torno de US$ 2.300;
  • Mais de 5 mil empregos, diretos e indiretos, serão criados no Vale do Jequitinhonha.

Nos últimos meses, o projeto avançou bastante no local, com a ajuda de empresas brasileiras de engenharia e construção:

  • Promon Engenharia — projeto detalhado da planta;
  • TSX Engineering — gestão do projeto, custos e riscos;
  • Cerne Construções — engenharia, suprimentos e construção das instalações;
  • RETC Infraestrutura — terraplanagem e obras civis;
  • Alfa Engenharia — montagem dos equipamentos.

Todos os contratos com esses parceiros ficaram dentro ou abaixo do orçamento previsto no estudo de viabilidade — o que mostra que a empresa está controlando bem os custos do projeto.

“Acreditamos que o Projeto Neves está entre os empreendimentos de lítio mais eficientes em capital do mundo, e está claro que os compradores globais de lítio já perceberam isso”, disse Marc Fogassa, CEO e presidente do Conselho da Atlas Lithium. “Nosso progresso contínuo reflete uma execução disciplinada e metódica em todas as frentes — licenciamento, contratação e engenharia. É importante destacar que já estamos criando alguns dos melhores empregos do Vale do Jequitinhonha, e nosso crescimento contínuo vai se traduzir em ganhos ainda maiores para nossas comunidades e para a economia local.”

A Atlas Lithium é dona do maior conjunto de áreas para exploração de lítio do Brasil entre as empresas que têm ações na bolsa — cerca de 557 km² de direitos de mineração nas principais regiões produtoras do país. A ideia é crescer ainda mais, com novas plantas e mais capacidade, acompanhando a demanda mundial por lítio, que deve aumentar com o avanço da inteligência artificial e o crescimento dos carros elétricos.

Sobre a Atlas Lithium

A Atlas Lithium (NASDAQ: ATLX) é uma empresa de desenvolvimento de lítio focada em levar o Projeto Neves à produção. O projeto já tem todas as licenças e apresenta números fortes de retorno financeiro, com TIR de 145% e payback de 11 meses. A Atlas também tem cerca de 20% de participação na Atlas Critical Minerals (NASDAQ: ATCX).

Para mais informações, a íntegra do comunicado oficial (em inglês) está disponível em: https://www.newsfilecorp.com/release/304861

Contato de Imprensa — Brasil

Fábio Pimentel | Cel: (11) 9 5399 8998



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