Economia
Grupo Marquise marca nova fase sob comando de co-CEOs
Economia
Com mais de cinco décadas de atuação destacada na economia nacional, o Grupo Marquise projeta seu futuro com foco em sustentabilidade, inovação operacional e governança corporativa. Em encontro promovido pelo LIDE Ceará, na sede do conglomerado, os co-CEOs Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana apresentaram as diretrizes estratégicas e os planos para os próximos 50 anos da companhia. O evento reuniu lideranças empresariais para debater investimentos em setores-chave para o desenvolvimento do país, como soluções ambientais, infraestrutura e incorporação imobiliária.
Abrindo o encontro, os fundadores José Carlos Pontes e Erivaldo Arraes detalharam a transição planejada para o Conselho Consultivo, trazendo Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana para o comando operacional. Ao relembrar a história iniciada em pequenas obras públicas, José Carlos Pontes ressaltou a satisfação em ver a organização evoluir para um dos maiores grupos do país. “Fazíamos tudo no início: fomos engenheiros, mestres de obras e compradores. Chegar a um faturamento superior a R$ 3 bilhões em um país com tamanho desafio empresarial é uma grande vitória. Nossa missão no Conselho é transmitir experiência e orientar a Carla e o Paulo para levarem o grupo a mais 50 anos de sucesso”, afirmou o cofundador.
Por sua vez, Erivaldo Arraes reforçou que os valores éticos foram decisivos para consolidar a trajetória da companhia. “Éramos dois jovens com muita vontade de vencer. O que nos trouxe até aqui foi a dedicação das nossas equipes e três pilares inegociáveis: respeito nas relações, foco em resultados e ousadia com responsabilidade. Temos total confiança de que a nova liderança conduzirá este legado para patamares ainda mais elevados”, destacou.
“O Grupo Marquise tem em seu DNA a execução de grandes projetos de infraestrutura e na área ambiental, com impactos relevantes para a sociedade. Com uma trajetória sólida, a companhia tem contribuído há mais de 50 anos com o desenvolvimento do país”, ressaltou Emília Buarque, presidente do Lide Ceará.
A nova estrutura de liderança é compartilhada entre Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana, que ocupam os cargos de co-CEOs, em um modelo baseado em complementaridade e transparência. Carla Pontes destacou que a governança e a disciplina de gestão são essenciais para garantir a longevidade dos negócios. “Governança traz clareza ao processo decisório. Estruturamos um Conselho Consultivo maduro e comitês estratégicos para dar fluidez e segurança ao mercado e colaboradores. Trabalhamos com um sistema de gestão que alia a disciplina financeira de curto prazo a um planejamento estratégico para horizontes de três a cinco anos”, explicou Carla.
A executiva reforçou a importância do alinhamento entre cultura e estratégia para manter a empresa relevante. “Inovação e relevância caminham juntas. Projetos não fracassam por falta de estratégia, mas pela forma como as pessoas os executam. Fortalecemos nossos valores históricos enquanto incorporamos novos atributos necessários para responder às mudanças do mercado”, completou a co-CEO.
Em infraestrutura, a companhia consolidou-se como um dos principais players nacionais na execução de obras de grande porte, promovendo a integração regional e a competitividade do país. Os projetos em andamento incluem a execução de oito lotes da Ferrovia Transnordestina no Ceará, obras de ampliação do Porto do Pecém, adutoras e barragens em São Paulo e Minas Gerais, e a construção da Planta de Dessalinização de Fortaleza (Dessal), maior estrutura da América Latina voltada ao abastecimento humano. Com capacidade para entregar 1 m³/s de água tratada para a população, a Dessal posicionará o Ceará na vanguarda da resiliência climática.
A trajetória na construção pesada teve um divisor de águas com a expansão do Porto do Pecém. A companhia construiu cinco berços de atracação, uma ponte de 1.500 metros sobre o mar e um pátio de contêineres equivalente a quase 20 quarteirões, tornando o complexo um dos portos mais competitivos do Brasil. Atualmente, o grupo executa a ampliação de novos berços, incluindo a infraestrutura para o navio regaseificador da Eneva.
Paulo Marcelo Santana destacou a eficiência do modelo de co-gestão e dos planos de expansão imobiliária. “A co-gestão amplia nossa capacidade de presença e decisão. Trabalhamos com confiança absoluta, transparência e comunicação diária, o que nos dá agilidade para avaliar novos projetos disruptivos”, afirmou o executivo.
Na Marquise Incorporações, Santana apontou o equilíbrio entre o segmento econômico (Minha Casa Minha Vida) e o mercado de alto padrão. “Oferecemos acessibilidade à moradia e consolidamos marcas consagradas no segmento premium, como a linha Mandara no litoral, os edifícios The Dream e Wind em Fortaleza, e o lançamento do Maré, no Porto das Dunas, que atingiu 70% de vendas em cinco meses. Estudamos levar esses conceitos para novas localidades do litoral nordestino”, revelou o co-CEO.
Os planos do Grupo Marquise para as próximas décadas priorizam a transição energética, a economia circular e obras estruturantes de impacto social. Na área operada pela Marquise Ambiental, o grupo avança na transformação de aterros sanitários em Ecohubs, plataformas regionais de valorização de resíduos. O grande marco é a usina GNR Fortaleza, primeira planta do Brasil autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a injetar na rede de gás natural biometano produzido a partir de resíduos sólidos urbanos. Atualmente, o insumo gerado a partir de resíduos sólidos urbanos supre entre 15% e 20% de todo o gás natural consumido no Ceará.
A atuação do Grupo Marquise pauta-se pelo compromisso de concluir e entregar efetivamente cada empreendimento. A união do legado de José Carlos Pontes e Erivaldo Arraes à gestão dinâmica de Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana reafirma o compromisso do grupo de gerar valor sustentável para os próximos 50 anos, assegurando infraestrutura vital para as próximas gerações.
Economia
NetSuite avança em sua visão de uma suíte autônoma
A Oracle NetSuite, o ERP em nuvem com IA nº 1, anunciou hoje novos recursos de inteligência artificial que ajudam as organizações a aplicar conhecimento especializado de negócios, automatizar mais tarefas e melhorar o desempenho empresarial. As inovações abrangem novos recursos do NetSuite Next, incluindo AI Workspaces, portlets de IA, SuiteSkills, agentes específicos por setor e SuiteAgent Studio, além de atualizações do Ask Oracle que ampliam as fontes de dados e o contexto do negócio. Juntos, esses recursos impulsionam a visão da NetSuite de uma suíte autônoma capaz de coordenar e executar atividades em diferentes processos de negócio, ajudando as organizações a colocar conhecimento especializado em prática, melhorar a eficiência operacional e acelerar o crescimento.
“As empresas querem uma IA que compreenda como elas operam e as ajude a realizar suas atividades”, afirma Evan Goldberg, fundador e vice-presidente executivo da Oracle NetSuite. “Nossa visão é uma suíte que compreenda os objetivos do negócio, antecipe o que precisa de atenção e tome medidas para alcançar resultados. Ela coordenará o trabalho entre pessoas e agentes, aprenderá com os resultados e melhorará continuamente o desempenho. Com nossos recursos mais recentes de IA, os clientes podem automatizar mais tarefas, resolver problemas com mais rapidez e manter o controle sobre como a IA opera. Eles podem escolher a IA incorporada à NetSuite ou seu serviço de IA preferido.”
As novas inovações do NetSuite Next, que ajudam as organizações a realizar mais atividades com os recursos existentes, automatizar processos recorrentes com competências e agentes de IA e avançar na visão de uma suíte autônoma, incluem:
SuiteSkills: ajudam as organizações a aplicar o conhecimento especializado de negócios da NetSuite, investigar problemas e agir com mais rapidez. Disponíveis no Ask Oracle e por meio de grandes modelos de linguagem (LLMs) compatíveis, via NetSuite AI Connector Service, as mais de 45 novas SuiteSkills combinam informações financeiras e operacionais conectadas, conhecimento de processos e experiência setorial com o raciocínio da IA. Por exemplo, as equipes podem resolver problemas que atrasam o fechamento financeiro, identificar possíveis perdas de receita e tratar exceções de estoque e atendimento de pedidos, com acessos e ações regidos pelos papéis e permissões estabelecidos na NetSuite.
AI Portlets: ajudam as organizações a acelerar análises, ampliar a visibilidade e tomar decisões mais informadas, gerando análises em painéis, gráficos e ações disponíveis a partir de solicitações em linguagem natural. Por exemplo, um líder financeiro pode criar rapidamente um portlet que compare as vendas realizadas com as projeções de uma proposta de marketing.
AI Workspaces: ajudam as equipes a concluir processos de negócio complexos com mais rapidez, coordenando pessoas, agentes de IA, informações e aprovações em um único lugar. Por exemplo, o ambiente de trabalho Autonomous Close ajudará as empresas a avançar rumo a um fechamento contábil no mesmo dia, permitindo que pessoas e agentes identifiquem e resolvam questões contábeis continuamente, em vez de esperar até o fim do período contábil.
SuiteAgents específicos por setor: ajudam as organizações a enfrentar desafios setoriais, reduzir riscos financeiros e melhorar o desempenho operacional com agentes de IA desenvolvidos para seu setor. Com suporte a empresas de software, produtos, saúde e construção, além de organizações sem fins lucrativos, os novos SuiteAgents ajudam as equipes a fortalecer a conformidade relacionada a receitas e subvenções, melhorar a eficiência dos estoques, gerenciar riscos de abastecimento e proteger a rentabilidade das obras.
SuiteFlow: ajuda administradores e usuários avançados a simplificar a criação de fluxos de trabalho e reduzir a configuração manual por meio de solicitações em linguagem natural no Ask Oracle. Os usuários podem criar fluxos que exijam números de pedidos de compra, tornem campos somente leitura ou exibam mensagens com base em condições do negócio, revisando e confirmando as configurações propostas antes da criação.
SuiteAgent Studio: ajuda os usuários a criar agentes com facilidade e aprimorar suas instruções, ferramentas, gatilhos e papéis de execução antes da ativação. Os agentes criados pelos usuários ajudam as organizações a acelerar atividades recorrentes e ampliar a capacidade das equipes. Eles são executados em horários programados ou em resposta a eventos de negócio, respeitando as permissões e os requisitos de aprovação configurados.
SuiteAgent Management Workspace: ajuda as organizações a manter o controle sobre as atividades delegadas e reforçar a responsabilização, gerenciando de forma centralizada o acesso dos agentes e suas permissões de execução, monitorando atividades e ativando ou desativando agentes. Os alertas no ambiente de trabalho destacam problemas de execução, enquanto as notas do sistema permitem rastrear alterações nos registros.
Os novos recursos do Ask Oracle que ampliam o contexto do negócio e as fontes de dados incluem:
Ask Oracle Connectors: ajudam as organizações a resolver questões de negócio com mais rapidez, conectando informações e ações entre a NetSuite, outros aplicativos empresariais e a internet. Com os novos recursos de cliente do Model Context Protocol (MCP) no Ask Oracle, os usuários poderão pesquisar na internet e comparar informações entre sistemas empresariais compatíveis, consultar registros e documentos de apoio e solicitar ações subsequentes autorizadas nos aplicativos conectados, como encaminhar uma aprovação, atualizar um pedido ou suspender um pagamento.
NetSuite Data Intelligence: ajuda as organizações a identificar oportunidades, compreender o desempenho do negócio e tomar decisões melhores com seus dados financeiros e operacionais. Anteriormente conhecido como NetSuite Analytics Warehouse, o NetSuite Data Intelligence amplia a análise conversacional por meio do NetSuite Data Intelligence Agent no Ask Oracle e oferece insights e recomendações específicos.
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