Várzea Grande
Lei de autoria de Rosy Prado amplia acessibilidade em prédios públicos — Câmara Municipal
Várzea Grande
A Câmara Municipal de Várzea Grande celebra mais uma conquista em favor da inclusão e da acessibilidade. Foi sancionada a Lei Municipal nº 5.544/2026, de autoria da vereadora Rosy Prado (União Brasil), que determina a implantação de sinalização em braile e em formatos de fácil leitura e compreensão nos edifícios e demais instalações abertas ao público ou de uso público do município.
A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à informação e garantir mais autonomia às pessoas com deficiência, fortalecendo políticas públicas voltadas à inclusão social e ao respeito aos direitos fundamentais da população.
A nova legislação está alinhada aos princípios da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e estabelece prazo de até 24 meses para que o município promova as adequações necessárias nos espaços públicos, assegurando melhores condições de orientação, identificação de ambientes e acesso às informações.
Autora da proposta, a vereadora Rosy Prado destacou que a medida representa um importante avanço para a construção de uma cidade mais humana, inclusiva e acessível.
“A acessibilidade é um direito fundamental. Com essa lei, damos mais um passo para garantir que as pessoas com deficiência tenham mais autonomia, dignidade e condições de exercer plenamente sua cidadania nos espaços públicos do nosso município”, afirmou a parlamentar.
Segundo a vereadora, a implantação de sinalização em braile e de materiais em linguagem simplificada contribuirá para reduzir barreiras e promover maior participação das pessoas com deficiência na vida social e nos serviços oferecidos pelo poder público.
A Lei nº 5.544/2026 foi sancionada pela prefeita Flávia Moretti e passa a integrar as ações voltadas à promoção da acessibilidade em Várzea Grande. A medida reforça o compromisso do município com a inclusão, a igualdade de oportunidades e a construção de uma cidade preparada para atender a todos os cidadãos com respeito, dignidade e autonomia.
Várzea Grande
Vereador Raul cobra conclusão de tapa-buraco no bairro Pirineu e aponta falhas e burocracia na Secretaria de Meio Ambiente — Câmara Municipal
Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Várzea Grande, o vereador Raul Curvo (Republicanos) utilizou a tribuna para cobrar melhorias urgentes na infraestrutura urbana do município e fazer fortes críticas à condução dos serviços prestados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
No início de seu pronunciamento, o parlamentar trouxe uma notícia positiva sobre os serviços de pavimentação, informando que a Prefeitura conseguiu viabilizar um aditivo contratual com a empresa Alfa, o que permitirá dar continuidade aos trabalhos de recuperação asfáltica.
Apesar da novidade, Raul fez um apelo direto à Secretaria de Obras para que priorize a conclusão dos serviços de tapa-buraco no bairro Pirineu, chamando atenção especial para a situação da Rua José Luiz Coelho. Segundo o vereador, a via encontra-se em estado crítico.
“É buraco, é lama, é tudo lá nessa Rua José Luiz Coelho. E é exatamente por onde passa a linha de ônibus, o que prejudica os moradores daquela rua, os motoristas que precisam fazer manobras em ziguezague e, acima de tudo, os usuários do transporte público que dependem daquela rota diariamente”, pontuou.
A segunda parte do discurso foi dedicada a duras críticas direcionadas à Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O vereador relatou ter recebido diversas reclamações de empresários, principalmente do setor da construção civil, que buscam atendimento no órgão e enfrentam um cenário de lentidão e excesso de burocracia.
De acordo com o parlamentar, empresários relatam dificuldades recorrentes, burocracia desmedida e a imposição de exigências sem respaldo legal. Ele destacou que, além da demora no atendimento, o setor tem sido penalizado com pesadas multas que acabam inviabilizando novos investimentos na construção civil.
O vereador também questionou a gestão financeira e a finalidade dos recursos arrecadados pelo Fundo Municipal de Meio Ambiente, especificamente no que tange aos Termos de Ajustamento de Conduta (TACs).
Raul exigiu que a pasta municipal preste esclarecimentos públicos e justifique o destino dos valores arrecadados por meio dessas transações.
“Existe um fundo do meio ambiente onde são feitos os acordos e firmados os TACs. Para quê? Para tomar o dinheiro do empresário, mas ninguém sabe para onde vai esse dinheiro. Secretário, o senhor precisa justificar para onde estão indo os valores dos TACs desse fundo”, cobrou.
Encerrando seu discurso, o parlamentar apelou para que a Secretaria de Meio Ambiente reformule seu modelo de atendimento, tratando a população e os contribuintes várzea-grandenses com mais dignidade e respeito.
Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande
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