Economia
Reality Faz Parceria com a Merkl em Apoio à Distribuição de Dividendos de rTokens em Toda a DeFi
Economia

VICTORIA, Seychelles, Nov. 08, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Reality, plataforma de tokenização que leva ações de empresas de capital aberto para o mundo onchain e que faz parte do ecossistema da Bitget, fez uma parceria com a Merkl para identificar titulares elegíveis de rTokens cujos tokens estejam alocados em protocolos DeFi compatíveis. Com isso eles poderão continuar recebendo dividendos em stablecoin, mesmo quando os tokens estiverem sendo usados em DeFi, em vez de ficarem parados em uma carteira.
Os rTokens oferecem exposição tokenizada a ações e ETFs de empresas de capital aberto, além de benefícios econômicos elegíveis, como dividendos. Quando esses tokens são depositados em mercados de empréstimos, pools de liquidez ou contratos de staking, o contrato inteligente pode constar como o titular onchain em vez do usuário individual. Isso dificulta a identificação de quem deve receber as distribuições de dividendos associadas.
A tecnologia de encaminhamento de recompensas da Merkl resolve esse problema com o rastreamento das posições dos tokens por meio de contratos inteligentes compatíveis para identificar os titulares subjacentes e alocar as distribuições de acordo com as regras aplicáveis. O sistema pode contabilizar várias camadas de contratos DeFi e taxas específicas de protocolos. Usuários e desenvolvedores podem conferir se os contratos individuais são compatíveis com a ferramenta Forwarder Scan do Merkl Studio.
“O desafio com os ativos mantidos na DeFi é saber quem está por trás de cada posição”, afirmou Pablo Veyrat, CEO e Cofundador da Merkl. “Nossa tecnologia de encaminhamento rastreia a titularidade com os contratos inteligentes aninhados e informa à Reality exatamente quem é titular de quê, para que os dividendos possam chegar às pessoas certas, onde quer que seus tokens estejam alocados.”
“As ações tokenizadas devem ser úteis para além do trading”, afirmou Gracy Chen, CEO da Bitget. “Quem aloca seus rTokens na DeFi deve poder receber os dividendos aos quais tem direito. O trabalho com a Merkl nos ajuda a enfrentar esse desafio e torna as ações tokenizadas mais práticas para o uso diário.”
Na parceria, a Reality continua gerenciando a emissão de rTokens e os direitos a dividendos enquanto a Merkl fornece a infraestrutura de encaminhamento de recompensas para a identificação dos titulares elegíveis em todas as posições de DeFi compatíveis. O modelo de rToken da Reality distribui os dividendos em dinheiro elegíveis separadamente do preço do token, com os dividendos líquidos em dinheiro geralmente liquidados em USDT. A distribuição por meio de DeFi permanece sujeita aos contratos compatíveis e às regras de distribuição aplicáveis.
A parceria se baseia na crescente adoção de rTokens no ecossistema UEX da Bitget. De acordo com um relatório da DeFiLlama, o volume acumulado de trading de rTokens atingiu US$ 1,16 bilhão entre junho e julho, enquanto o número de usuários que negociam tanto criptomoedas quanto rTokens aumentou 23,54% na comparação mensal em julho de 2026. Isso indica uma demanda crescente por ações tokenizadas como parte das estratégias mais amplas que abrangem diferentes classes de ativos. A parceria com a Merkl apoia a próxima etapa de desenvolvimento e ajuda a ampliar o uso de ações tokenizadas para além do trading baseado em exchanges para a DeFi.
Sobre a Reality
A Reality é uma plataforma regulamentada de emissão de ativos do mundo real criada para os mercados globais, orgulhosamente parte do ecossistema da Bitget. Trabalhando com corretoras licenciadas nas principais exchanges, incluindo a Nasdaq e a NYSE, compramos e mantemos os ativos subjacentes sob custódia e, em seguida, emitimos os direitos correspondentes no blockchain. Isso conecta os mercados de capitais tradicionais à infraestrutura onchain, abrindo o acesso de nível institucional a ativos do mundo real para usuários do mundo todo.
Sobre a Merkl
A Merkl é a principal plataforma de streaming de dinheiro onchain. Emissores de stablecoins, fintechs, neobancos e fundos tokenizados usam a Merkl para calcular e enviar rendimentos, dividendos e pagamentos. A Merkl rastreia os títulos nos mercados de empréstimos, pools de liquidez e outros contratos inteligentes aninhados, para que todos os pagamentos cheguem ao beneficiário efetivo por trás de cada posição. Desde o seu lançamento em julho de 2023, a Merkl já distribuiu mais de US$ 1,8 bilhão em tokens em mais de 60 redes para mais de 1.000 empresas, incluindo PayPal, Coinbase, Robinhood e Morpho.
Para perguntas da mídia, contate: media@bitget.com
Foto deste comunicado disponível em http://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/cc2e8771-09cc-41d7-b3c3-d46f4533278f

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001302422)
Economia
VR e VA podem ser aceitos em mais maquininhas a partir deste sábado
Os cartões de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) terão mudanças a partir deste sábado (7).
A principal delas é a implementação da interoperabilidade, que prevê a aceitação de cartões de diferentes operadoras em qualquer maquininha habilitada para processar esse tipo de pagamento, desde que o estabelecimento também aceite o cartão utilizado .
A transição começou em maio e vai até novembro , quando a assinatura do decreto que atualizou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) completa um ano.
Na prática, a medida pretende ampliar as opções de uso dos benefícios em restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos que trabalham com alimentação.
Cartões de empresas como Alelo, Ticket, VR Benefícios, Pluxee, Flash e Swile estão entre os abrangidos pelas mudanças , conforme o enquadramento no PAT.
As novas regras também estabelecem limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais e reduzem o prazo para o repasse dos valores das vendas. O objetivo do governo é estimular a concorrência no setor e facilitar a aceitação dos benefícios pelo comércio.
Apesar da previsão de implementação em novembro, a interoperabilidade enfrenta desafios operacionais. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) afirma que os sistemas das empresas ainda não estão totalmente integrados e aponta dificuldades para o funcionamento da medida no prazo previsto.
Além disso, parte das regras é alvo de questionamentos judiciais por operadoras do setor.
O que muda?
A partir de 7 de novembro, está prevista a entrada em vigor integral da interoperabilidade entre os cartões de vale-refeição e vale-alimentação .
Isso significa que cartões de diferentes operadoras deverão funcionar em qualquer maquininha habilitada para receber esse tipo de pagamento, sem depender de contratos ou equipamentos específicos para cada bandeira.
A mudança não obriga todos os estabelecimentos a aceitar os benefícios . A regra vale para os comércios habilitados a processar essas transações.
Onde usar?
A proposta é ampliar a rede de aceitação dos cartões. Assim, o trabalhador poderá utilizar o benefício em diferentes estabelecimentos que aceitem a modalidade correspondente, independentemente da operadora responsável pelo cartão.
A aceitação dependerá da habilitação do estabelecimento e do funcionamento da integração entre os sistemas de pagamento.
O valor aumenta?
Não. As novas regras não determinam aumento nem redução automática do valor do vale-refeição ou do vale-alimentação pago pelas empresas aos funcionários.
Os recursos continuam destinados exclusivamente à alimentação. O vale-refeição é utilizado para a compra de refeições prontas, enquanto o vale-alimentação é voltado à aquisição de alimentos.
A principal mudança para o trabalhador é a ampliação das possibilidades de utilização do benefício.
Quais regras já valem?
Além da interoperabilidade, a regulamentação do PAT estabeleceu limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos e reduziu o prazo de repasse dos valores das vendas.
As principais medidas são:
- Taxa máxima de 3,6% para a cobrança das operadoras sobre as transações com benefícios vinculados ao PAT;
- Tarifa de intercâmbio de até 2%: teto para a cobrança relacionada às operações entre participantes do sistema;
- Repasse em até 15 dias corridos: prazo máximo para que os estabelecimentos recebam os valores das vendas.
Antes da mudança, comerciantes reclamavam de taxas elevadas e de prazos de recebimento que podiam ultrapassar 30 dias.
Todos os benefícios entram?
Não necessariamente. As regras descritas se aplicam aos benefícios vinculados ao PAT, criado em 1976.
Há uma diferença entre os benefícios concedidos no âmbito do PAT e o auxílio-alimentação previsto na legislação trabalhista. Segundo a Abrasel, essa distinção tem provocado dificuldades na identificação das transações e na conciliação financeira dos estabelecimentos.
A entidade afirma que parte das empresas teria migrado operações para o auxílio-alimentação após a regulamentação, modalidade que não está sujeita aos mesmos limites de taxas e prazos previstos para o PAT.
A mudança está garantida?
A implementação está prevista para novembro, mas enfrenta obstáculos operacionais. A Abrasel afirma que as empresas responsáveis pelos cartões e as credenciadoras ainda precisam integrar seus sistemas para permitir o funcionamento pleno da interoperabilidade.
Segundo a associação, um dos problemas envolve o canal específico utilizado para processar transações com vales, que ainda não estaria funcionando plenamente.
A entidade também afirma que a falta de integração pode dificultar a identificação das modalidades de benefício utilizadas pelos consumidores e o controle financeiro dos estabelecimentos.
Quais são as punições?
O descumprimento das regras aplicáveis ao PAT pode resultar em sanções administrativas e financeiras.
Entre as penalidades previstas estão:
- Multas;
- Autuações;
- Descredenciamento do programa;
- Cobrança de benefícios fiscais anteriormente utilizados, quando cabível.
As consequências dependem da infração identificada e podem atingir operadoras, empresas participantes do programa e estabelecimentos comerciais.
O que dizem as operadoras?
Empresas do setor questionam na Justiça pontos do decreto que regulamentou as mudanças no PAT. Entre os argumentos apresentados está a contestação dos limites tarifários e da imposição de alterações estruturais por meio de decreto.
Algumas operadoras conseguiram decisões provisórias que suspenderam parte das exigências, mas as liminares foram posteriormente derrubadas, conforme as informações reunidas no material de referência.
A Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) também manifestou preocupação com o modelo de arranjo aberto. A entidade argumenta que a ampliação da aceitação dos cartões pode dificultar o controle e a fiscalização dos estabelecimentos credenciados.
O que falta?
A implementação da interoperabilidade depende da integração dos sistemas das operadoras de benefícios e das empresas responsáveis pelas maquininhas.
Embora a regra esteja prevista para entrar em vigor integralmente em novembro, a avaliação da Abrasel é que ainda existem dificuldades técnicas para garantir o funcionamento em toda a rede. Para os trabalhadores, a expectativa é de ampliação das opções de uso dos cartões, mas a efetiva disponibilidade dependerá da conclusão dessa integração.
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