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Mato Grosso

Saúde bucal é ampliada em MT com lei de atendimento odontológico preventivo

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Mato Grosso

Crianças, idosos e pessoas que vivem em instituições de acolhimento em Mato Grosso terão acesso garantido a atendimento odontológico preventivo. A medida está prevista na Lei nº 13.587 , fruto de um projeto de autoria do deputado estadual Fabinho Tardin (Podemos), sancionada no último dia 3 de novembro pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

A legislação estabelece que o acompanhamento odontológico seja realizado pelo menos uma vez ao ano, por meio da rede credenciada ao Sistema Único de Saúde (SUS). A medida contempla pessoas que vivem em orfanatos, creches, asilos e outras instituições de assistência mantidas pelo Estado.

O objetivo é ampliar o acesso à prevenção e permitir a identificação de problemas bucais antes que evoluam para quadros mais graves.

“Só quem já sofreu com dor de dente sabe o quanto um atendimento faz diferença. A prevenção é a melhor forma de evitar problemas e doenças bucais que podem se agravar. Com a sanção do governador, garantimos que essas pessoas também tenham acesso a um cuidado essencial para a saúde”, afirmou Fabinho.

Emendas –Além da iniciativa legislativa, o deputado também destinou emendas para fortalecer a saúde bucal nos municípios mato-grossenses, incluindo recursos para a aquisição de cadeiras odontológicas em Várzea Grande. Ao todo, foram destinados R$ 3,1 milhões para a área.

Para Fabinho, o acompanhamento periódico é fundamental não apenas para tratar problemas existentes, mas também para identificar alterações e evitar complicações futuras.

“Uma avaliação regular permite identificar problemas logo no início e orientar o tratamento adequado. Quando falamos de crianças, idosos e pessoas que vivem em instituições de acolhimento, esse cuidado precisa estar ainda mais próximo”, destacou.



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Mato Grosso

Diego Guimarães cobra reforço policial no Centro Histórico de Cuiabá

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O deputado Diego Guimarães (Republicanos) apresentou, durante a sessão plenária desta quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), uma indicação ao governo do estado solicitando reforço permanente da segurança pública no Centro Histórico de Cuiabá.

A iniciativa dá continuidade às ações do parlamentar para revitalizar a região central da capital. Diego é autor do projeto que deu origem à Lei Complementar nº 849/2026 ,conhecida como Lei do ICMS Zero, que estabelece incentivos fiscais para estimular o comércio, atrair investimentos e recuperar imóveis nos centros históricos de Mato Grosso.

A Indicação nº 3064/2026 prevê a possibilidade de instalação de uma base da Polícia Militar ou de outra estrutura considerada mais adequada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) para proteger estabelecimentos comerciais, trabalhadores e consumidores que circulam pela região.

“Não adianta oferecer incentivos para atrair empresas se os comerciantes não têm segurança para trabalhar e a população não se sente segura para frequentar o Centro Histórico. Precisamos garantir a presença permanente da segurança pública para que essa região volte a receber investimentos, gerar empregos e movimentar a economia”, afirmou Diego.

Na indicação encaminhada à Sesp, o deputado defende que os incentivos econômicos sejam acompanhados de medidas de segurança pública, criando condições para a retomada do comércio e o aumento da circulação de consumidores no Centro Histórico de Cuiabá.

EICMS Zero –Fruto de um projeto apresentado pelo deputado Diego Guimarães, a Lei Complementar nº 849/2026 estabelece incentivos fiscais para estimular a revitalização econômica dos centros históricos de Mato Grosso.

A legislação prevê isenção do Imposto sobre CIrculação de Mercadorias e Veículos (ICMS) por cinco anos para empresas que atendam aos requisitos legais, além de benefícios relacionados ao Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de veículos comerciais e ao Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD) sobre imóveis situados nessas áreas.

O objetivo é incentivar a instalação de novos negócios, recuperar imóveis, gerar empregos e atrair consumidores para regiões que enfrentam esvaziamento comercial.

Os benefícios dependem do cumprimento dos critérios previstos na legislação e das condições necessárias à sua aplicação.



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