Economia
Axi Abre Trading Pré-IPO de OpenAI e Anthropic
Economia
SIDNEY, Nov. 06, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Axi, corretora global online de FX e CFDs, lançou contratos futuros perpétuos pré-IPO vinculados à OpenAI e à Anthropic, oferecendo aos traders a oportunidade de assumir posições sobre as oscilações de preço de duas das empresas de inteligência artificial mais visadas pelo mercado no mundo, antes das suas esperadas estreias no mercado de ações.
O lançamento ocorre em um momento em que a corrida para levar as principais empresas de IA aos mercados públicos ganha força. A Anthropic, empresa responsável pelo assistente de IA Claude, entrou com o pedido de oferta pública inicial (IPO) em 26 de outubro de 2026, com planos de abrir o capital na Nasdaq sob o código ANT. A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, segue o mesmo caminho ao buscar uma possível abertura de capital, com seus planos de IPO de longo prazo atraindo atenção significativa do mercado.
Com a crescente expectativa em torno do valor de mercado futuro de ambas as empresas, a nova oferta da Axi surge como uma alternativa para que os traders obtenham exposição a essas avaliações em evolução, sem precisar esperar por uma abertura de capital tradicional.
Por meio dos novos contratos, os traders podem assumir posições compradas ou vendidas, especulando diretamente sobre possíveis movimentos de alta ou baixa nos preços. Os futuros perpétuos estão disponíveis para negociação 24 horas, inclusive aos fins de semana, oferecendo flexibilidade além do horário convencional das bolsas.
Os contratos também garantem acesso a uma alavancagem de até 25:1, possibilitando que os traders assumam posições com uma margem inicial menor em relação à sua exposição geral ao mercado. Como futuros perpétuos, os contratos dispensam a exigência de posse das ações ou de detenção de qualquer posição nos ativos subjacentes.
O lançamento desses contratos atrelados à OpenAI e à Anthropic amplia o leque de oportunidades da Axi, refletindo a crescente convergência entre os mercados financeiros, as tecnologias emergentes e o ecossistema global de IA.
Sobre a Axi
A Axi é uma corretora global de trading online que oferece aos traders de varejo e profissionais acesso a forex, ações, índices e commodities. Com suas plataformas de negociação, recursos educacionais e ferramentas de análise de mercado, a Axi ajuda os traders a navegar pelos mercados financeiros globais com confiança.
Consultas da Mídia: mediaenquiries@axi.com
Promovido pela AxiTrader LLC. As negociações apresentam um alto risco de perda de investimento. Este conteúdo pode não estar disponível na sua região. Não se destina a um conselho de investimento.

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 1001302304)
Economia
VR e VA podem ser aceitos em mais maquininhas a partir deste sábado
Os cartões de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) terão mudanças a partir deste sábado (7).
A principal delas é a implementação da interoperabilidade, que prevê a aceitação de cartões de diferentes operadoras em qualquer maquininha habilitada para processar esse tipo de pagamento, desde que o estabelecimento também aceite o cartão utilizado .
A transição começou em maio e vai até novembro , quando a assinatura do decreto que atualizou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) completa um ano.
Na prática, a medida pretende ampliar as opções de uso dos benefícios em restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos que trabalham com alimentação.
Cartões de empresas como Alelo, Ticket, VR Benefícios, Pluxee, Flash e Swile estão entre os abrangidos pelas mudanças , conforme o enquadramento no PAT.
As novas regras também estabelecem limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais e reduzem o prazo para o repasse dos valores das vendas. O objetivo do governo é estimular a concorrência no setor e facilitar a aceitação dos benefícios pelo comércio.
Apesar da previsão de implementação em novembro, a interoperabilidade enfrenta desafios operacionais. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) afirma que os sistemas das empresas ainda não estão totalmente integrados e aponta dificuldades para o funcionamento da medida no prazo previsto.
Além disso, parte das regras é alvo de questionamentos judiciais por operadoras do setor.
O que muda?
A partir de 7 de novembro, está prevista a entrada em vigor integral da interoperabilidade entre os cartões de vale-refeição e vale-alimentação .
Isso significa que cartões de diferentes operadoras deverão funcionar em qualquer maquininha habilitada para receber esse tipo de pagamento, sem depender de contratos ou equipamentos específicos para cada bandeira.
A mudança não obriga todos os estabelecimentos a aceitar os benefícios . A regra vale para os comércios habilitados a processar essas transações.
Onde usar?
A proposta é ampliar a rede de aceitação dos cartões. Assim, o trabalhador poderá utilizar o benefício em diferentes estabelecimentos que aceitem a modalidade correspondente, independentemente da operadora responsável pelo cartão.
A aceitação dependerá da habilitação do estabelecimento e do funcionamento da integração entre os sistemas de pagamento.
O valor aumenta?
Não. As novas regras não determinam aumento nem redução automática do valor do vale-refeição ou do vale-alimentação pago pelas empresas aos funcionários.
Os recursos continuam destinados exclusivamente à alimentação. O vale-refeição é utilizado para a compra de refeições prontas, enquanto o vale-alimentação é voltado à aquisição de alimentos.
A principal mudança para o trabalhador é a ampliação das possibilidades de utilização do benefício.
Quais regras já valem?
Além da interoperabilidade, a regulamentação do PAT estabeleceu limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos e reduziu o prazo de repasse dos valores das vendas.
As principais medidas são:
- Taxa máxima de 3,6% para a cobrança das operadoras sobre as transações com benefícios vinculados ao PAT;
- Tarifa de intercâmbio de até 2%: teto para a cobrança relacionada às operações entre participantes do sistema;
- Repasse em até 15 dias corridos: prazo máximo para que os estabelecimentos recebam os valores das vendas.
Antes da mudança, comerciantes reclamavam de taxas elevadas e de prazos de recebimento que podiam ultrapassar 30 dias.
Todos os benefícios entram?
Não necessariamente. As regras descritas se aplicam aos benefícios vinculados ao PAT, criado em 1976.
Há uma diferença entre os benefícios concedidos no âmbito do PAT e o auxílio-alimentação previsto na legislação trabalhista. Segundo a Abrasel, essa distinção tem provocado dificuldades na identificação das transações e na conciliação financeira dos estabelecimentos.
A entidade afirma que parte das empresas teria migrado operações para o auxílio-alimentação após a regulamentação, modalidade que não está sujeita aos mesmos limites de taxas e prazos previstos para o PAT.
A mudança está garantida?
A implementação está prevista para novembro, mas enfrenta obstáculos operacionais. A Abrasel afirma que as empresas responsáveis pelos cartões e as credenciadoras ainda precisam integrar seus sistemas para permitir o funcionamento pleno da interoperabilidade.
Segundo a associação, um dos problemas envolve o canal específico utilizado para processar transações com vales, que ainda não estaria funcionando plenamente.
A entidade também afirma que a falta de integração pode dificultar a identificação das modalidades de benefício utilizadas pelos consumidores e o controle financeiro dos estabelecimentos.
Quais são as punições?
O descumprimento das regras aplicáveis ao PAT pode resultar em sanções administrativas e financeiras.
Entre as penalidades previstas estão:
- Multas;
- Autuações;
- Descredenciamento do programa;
- Cobrança de benefícios fiscais anteriormente utilizados, quando cabível.
As consequências dependem da infração identificada e podem atingir operadoras, empresas participantes do programa e estabelecimentos comerciais.
O que dizem as operadoras?
Empresas do setor questionam na Justiça pontos do decreto que regulamentou as mudanças no PAT. Entre os argumentos apresentados está a contestação dos limites tarifários e da imposição de alterações estruturais por meio de decreto.
Algumas operadoras conseguiram decisões provisórias que suspenderam parte das exigências, mas as liminares foram posteriormente derrubadas, conforme as informações reunidas no material de referência.
A Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) também manifestou preocupação com o modelo de arranjo aberto. A entidade argumenta que a ampliação da aceitação dos cartões pode dificultar o controle e a fiscalização dos estabelecimentos credenciados.
O que falta?
A implementação da interoperabilidade depende da integração dos sistemas das operadoras de benefícios e das empresas responsáveis pelas maquininhas.
Embora a regra esteja prevista para entrar em vigor integralmente em novembro, a avaliação da Abrasel é que ainda existem dificuldades técnicas para garantir o funcionamento em toda a rede. Para os trabalhadores, a expectativa é de ampliação das opções de uso dos cartões, mas a efetiva disponibilidade dependerá da conclusão dessa integração.
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