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Mato Grosso

Max Russi assume interinamente o Governo de Mato Grosso nesta sexta-feira (6)

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Mato Grosso

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), assume interinamente o Governo do Estado nesta sexta-feira (6), durante a viagem do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à Turquia, onde participará da 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP31).

Em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (5), ao lado de Pivetta, o parlamentar agradeceu a oportunidade e afirmou que seguirá as diretrizes estabelecidas pelo governador durante o período em que estiver à frente do Executivo estadual.

“Vamos seguir as orientações do governador e dar andamento àquilo que ele deixar organizado. É um período curto, mas, para mim, é uma satisfação muito grande assumir essa responsabilidade”, afirmou Max.

Esta será a segunda vez que o presidente da ALMT assume interinamente o Governo de Mato Grosso. Em junho de 2021, ele também esteve à frente do Executivo estadual durante a ausência do então governador Mauro Mendes e do vice-governador, Otaviano Pivetta.

Durante a entrevista, Max ressaltou a responsabilidade de assumir novamente o comando do Executivo estadual e a satisfação em contribuir com o desenvolvimento de Mato Grosso. “É uma responsabilidade muito grande assumir o Governo de Mato Grosso, mesmo que por um período curto. Estamos preparados para contribuir com o nosso estado”, destacou.



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Mato Grosso

Operação contra fraudes faz 34 prisões em dez estados e no DF

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Policiais civis prenderam nesta quinta-feira (5) 34 pessoas suspeitas de participar de uma organização criminosa investigada por fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. A ação foi coordenada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e deflagrada em dez estados e no Distrito Federal, com o nome de “Operação Fortuna Reversa”.

Entre os 34 presos, 32 foram por mandados de prisão preventiva, um por flagrante e um por prisão cível. Foram apreendidos cinco veículos, sendo dois automóveis e três motocicletas, telefones celulares, um notebook e 201 gramas de substância com aparência de crack.

Os mandados foram cumpridos simultaneamente em diversas partes do país, com apoio das polícias civis de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pará, Paraná e Maranhão.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Polícia de Itaara, no Rio Grande do Sul, teve início após uma fraude que causou prejuízo superior a R$ 1,2 milhão a uma casa lotérica do município. A operação foi coordenada pela delegada Carla Dolores Castro de Almeida, titular da delegacia gaúcha.

“As medidas cumpridas nesta etapa permitirão o aprofundamento das investigações, a responsabilização dos envolvidos e o desenvolvimento das próximas fases da operação, fortalecendo o combate ao crime organizado em todo o país”, esclareceu a delegada.

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Ocultação de valores

Os investigadores identificaram uma estrutura criminosa com atuação em diferentes estados brasileiros e responsável pela movimentação e ocultação dos valores obtidos ilegalmente.

Ao todo, 41 pessoas são suspeitas de integrar o esquema, que utilizava uma complexa rede de movimentações financeiras para pulverizar os recursos ilícitos, dificultando o rastreamento do dinheiro e a identificação dos beneficiários.

Em razão da abrangência nacional da investigação e da necessidade de cumprimento sincronizado das medidas judiciais, a operação contou com o apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O órgão foi responsável pela articulação institucional entre as polícias civis envolvidas, garantindo a integração operacional necessária para a execução simultânea das diligências e conferindo maior efetividade às ações.



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