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Economia

IBGE abre 27.279 vagas com ganhos de até R$ 4.370

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Economia

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou nesta quinta-feira, 5 de novembro, o edital de um processo seletivo com 27.279 vagas temporárias para recenseador. Para participar, é necessário ter ensino fundamental completo. Os profissionais contratados atuarão na coleta de dados do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.

A remuneração é composta por uma parcela fixa de R$ 1.741 e outra variável, vinculada à produtividade, que pode chegar a R$ 2.629. Dessa forma, os ganhos podem alcançar R$ 4.370. Os contratados também terão direito a auxílio-alimentação de R$ 1.192 e aos demais benefícios previstos no edital.

As inscrições começam às 10h de 6 de novembro e seguem até as 23h59 de 25 de novembro de 2026. A prova objetiva está prevista para 31 de janeiro de 2027. As vagas estão distribuídas por todas as unidades da Federação, conforme as necessidades da operação censitária.

Como se inscrever no processo seletivo do IBGE

Os interessados deverão realizar a inscrição no site da Fundação Cesgranrio, banca organizadora da seleção. A taxa de participação é de R$ 70, com prazo de pagamento até 27 de novembro de 2026.

Durante o cadastro, o candidato deverá escolher a área de trabalho em que pretende atuar e o município onde deseja realizar a prova. Uma mesma área de trabalho pode abranger um ou mais municípios. As opções poderão ser alteradas até o encerramento do período de inscrições, conforme as regras estabelecidas no edital.

Os pedidos de isenção da taxa poderão ser feitos entre 6 e 25 de novembro. O benefício é destinado aos candidatos que atendam aos critérios previstos para pessoas de baixa renda e doadores de medula óssea, mediante comprovação das condições exigidas.

Antes de finalizar a inscrição, é importante consultar a distribuição das vagas, os municípios abrangidos e os locais de aplicação da prova. Todo o procedimento deve ser realizado pelos canais oficiais da banca organizadora.

Quem pode concorrer às vagas de recenseador

Para concorrer a uma das vagas do Concurso do IBGE, é necessário ter ensino fundamental completo e idade mínima de 18 anos. Os candidatos também deverão estar em dia com as obrigações eleitorais e, quando aplicável, militares, além de apresentar aptidão física e mental para exercer as atividades do cargo.

O edital prevê ainda outras condições para a contratação, incluindo restrições relacionadas ao exercício de cargos públicos e a vínculos temporários anteriores. Por isso, é importante conferir todos os requisitos e a documentação exigida antes de realizar a inscrição.

Das 27.279 vagas oferecidas, 17.731 são destinadas à ampla concorrência. As demais oportunidades estão distribuídas entre as seguintes modalidades:

  • 6.820 vagas para pessoas pretas ou pardas;
  • 1.364 vagas para pessoas com deficiência (PcD);
  • 818 vagas para indígenas;
  • 546 vagas para quilombolas.

A classificação dos candidatos será realizada por área de trabalho e modalidade de concorrência.

Remuneração combina parcela fixa e produtividade

A remuneração dos recenseadores será composta por uma parcela fixa e outra variável, calculada de acordo com a produtividade. Essa segunda parte, limitada a R$ 2.629, levará em consideração as entrevistas realizadas e as unidades visitadas, além dos critérios de qualidade e conclusão das atividades estabelecidos para a operação.

Com isso, os ganhos podem chegar a R$ 4.370, considerando a soma das duas parcelas. É importante destacar que esse valor representa o limite de remuneração possível, e não um pagamento fixo garantido a todos os contratados. O recebimento da parcela variável dependerá do desempenho nas atividades de coleta e do cumprimento dos critérios previstos.

Além do auxílio-alimentação de R$ 1.192, os profissionais terão direito a auxílio pré-escolar, 13º salário proporcional, férias proporcionais acrescidas de um terço e auxílio para custear os deslocamentos necessários à realização do trabalho de campo.

Prova terá 60 questões em janeiro de 2027

A seleção dos candidatos será realizada por meio de prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, prevista para 31 de janeiro de 2027, das 13h às 17h. A avaliação contará com 60 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas e apenas uma resposta correta.

As questões serão distribuídas entre três disciplinas:

  • Língua Portuguesa: 15 questões;
  • Matemática: 15 questões;
  • Conhecimentos Técnicos: 30 questões.

Cada questão valerá um ponto, totalizando 60 pontos. Para ser aprovado, o candidato deverá alcançar pelo menos 18 pontos no total e obter, no mínimo, um ponto em cada disciplina.

O conteúdo de Conhecimentos Técnicos terá como referência o material de estudo sobre o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, disponibilizado pela banca organizadora.

O que faz um recenseador do IBGE

Os recenseadores serão responsáveis por visitar estabelecimentos agropecuários, realizar entrevistas presenciais e registrar as informações coletadas em dispositivos eletrônicos. Entre as atividades previstas estão a localização das unidades em sua área de atuação, a atualização dos registros dos estabelecimentos e a conferência dos dados referentes aos locais visitados.

Também caberá aos profissionais agendar entrevistas, retornar aos endereços quando necessário e transmitir os questionários dentro dos prazos estabelecidos. A função exige organização, atenção à qualidade dos registros, cumprimento das metas de produtividade e preservação do sigilo das informações fornecidas pelos entrevistados.

Os contratados também participarão de treinamentos e atividades de acompanhamento da operação censitária. A coleta nacional está prevista para 2027 e deverá reunir informações sobre a realidade do campo brasileiro, contribuindo para a produção de pesquisas e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao setor agropecuário.



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Economia

Modelo cooperativo chega a nove países e 100 mil clientes

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Cerca de 1.500 pessoas se reúnem em 19 de dezembro, no Espaço Unimed, em São Paulo, para o encerramento do ano de um ecossistema econômico organizado a partir de princípios cooperativos. O encontro marca o balanço de 2026, período em que o modelo passou a reunir 11 mil clientes diretos e mais de 100 mil clientes indiretos, com presença em mais de 800 cidades brasileiras e em nove países.

Promovido pela Gfi Hub, com sede em Itapema (SC), o Gfi Celebration Experience tem, em 2026, a primeira edição, sucedendo encontros de outros formatos realizados pela empresa nos anos anteriores. A programação inclui palestra do empresário e palestrante Pyero Tavolazzi, apresentação do ator, humorista e ilusionista Maurício Dollenz e homenagens a integrantes do ecossistema que se destacaram ao longo do ano, seguidas de jantar de encerramento.

Expansão em 2026

Os números do ano, segundo dados da empresa, indicam a ampliação da presença geográfica do modelo. Além das 800 cidades, a operação alcança as 27 unidades federativas do país e mercados como Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Colômbia, Estados Unidos e Portugal. O ecossistema reúne empresas de áreas como consumo, saúde e bem-estar, tecnologia, conectividade e setor imobiliário, que operam de forma integrada.

Cooperação além do crédito

O movimento acompanha o avanço do cooperativismo no Brasil. O setor alcançou 29 milhões de cooperados em 2025 e movimentou R$ 848 bilhões, alta de 12% em relação a 2024, segundo o AnuárioCoop 2026, do Sistema OCB. As sobras, resultado equivalente ao excedente das cooperativas, somaram R$ 61,3 bilhões, avanço de 14,2% no período.

Historicamente concentrado no crédito, o modelo cooperativo começa a alcançar outras áreas da economia. É nesse campo que se insere o Mercado Econômico Cooperativo (MEC), conceito desenvolvido pela Gfi Hub que organiza o consumo e os serviços do dia a dia em uma estrutura compartilhada, de modo que o valor movimentado circule entre os participantes.

“O encontro de dezembro registra um ano em que o modelo passou a fazer parte da rotina de famílias em mais de 800 cidades”, afirma Odirlei Schuster, presidente da Gfi Hub.

Perspectivas para 2027

Para 2027, a empresa prevê aprofundar a internacionalização iniciada nos últimos anos. A estratégia declarada é adaptar o modelo às características comerciais, culturais, logísticas e regulatórias de cada país, com atuação junto a parceiros locais, em vez de reproduzir a operação brasileira. “A meta para 2027 é consolidar, nos novos mercados, a base construída no Brasil ao longo de 2026”, conclui Schuster.

Com mais de 100 mil clientes indiretos e operação em mais de nove países, o encontro de 19 de dezembro encerra o ciclo de 2026 do ecossistema e marca o início do ciclo de 2027. A celebração reúne o resultado do ano e abre o calendário seguinte, em um momento em que o modelo cooperativo, com 29 milhões de cooperados no país, amplia a presença em novas áreas da economia.

Para mais informações, basta acessar www.gfihub.com.br.



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