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Leilões de baterias impulsionam energia no Brasil

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O setor elétrico brasileiro se prepara para uma nova etapa de desenvolvimento com os primeiros Leilões de Reserva de Capacidade destinados à contratação de potência de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou os editais dos certames, previstos para os dias 2 e 4 de dezembro de 2026. A iniciativa busca ampliar a disponibilidade de potência no Sistema Interligado Nacional (SIN), contribuindo para a segurança do fornecimento de eletricidade.

Os leilões contemplam duas modalidades: uma com exigência de nacionalização dos equipamentos e outra sem esse requisito específico. Os contratos preveem o início do suprimento em agosto de 2028, com duração de 15 anos. A iniciativa também coloca em evidência as condições necessárias para desenvolver uma cadeia de fornecedores e serviços especializados em armazenamento de energia no país.

A expansão das fontes renováveis e as mudanças no perfil de consumo de eletricidade aumentam a necessidade de recursos capazes de proporcionar maior flexibilidade ao sistema elétrico. Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), reunidas no Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), subsidiam o planejamento da oferta e da demanda de energia no país. Nesse contexto, os sistemas de armazenamento podem absorver eletricidade e disponibilizá-la posteriormente, contribuindo para o atendimento da demanda em horários de maior consumo e para a integração de fontes cuja geração varia conforme as condições climáticas.

Dados e análises da BloombergNEF (BNEF) também acompanham a evolução das tecnologias de armazenamento e seu papel nos sistemas elétricos. Entre as características das baterias está a capacidade de responder rapidamente a comandos operacionais, permitindo absorver ou fornecer energia conforme as necessidades da rede. A contribuição efetiva desses sistemas depende, entre outros fatores, do dimensionamento dos projetos, das condições de conexão e dos requisitos operacionais estabelecidos.

A implantação de empreendimentos BESS envolve mais do que os módulos de bateria. Os projetos também dependem de conversores de potência, sistemas de controle e gerenciamento, proteções elétricas, monitoramento e infraestrutura de conexão. A compatibilidade entre esses componentes e o atendimento aos requisitos técnicos são aspectos importantes para a integração dos sistemas à rede.

Nesse processo, as etapas de testes e comissionamento permitem verificar o funcionamento dos equipamentos e das interfaces antes da entrada em operação. Conforme as características de cada empreendimento, os procedimentos podem incluir ensaios de carga e descarga, verificações de desempenho, avaliação dos sistemas de proteção e validação da comunicação entre os diferentes componentes. A infraestrutura elétrica de suporte também pode ser necessária para a realização de ensaios e a verificação das condições operacionais previstas no projeto.

A exigência de conteúdo nacional em uma das modalidades dos leilões reforça a discussão sobre o desenvolvimento da cadeia produtiva brasileira. Além da fabricação de equipamentos, a estruturação desse mercado envolve competências em engenharia, integração de sistemas, instalação, testes e suporte técnico, com a participação de diferentes fornecedores e prestadores de serviços.

Para Jorge Moreno, diretor de Novos Negócios da Tecnogera, a integração dos componentes é um dos pontos de atenção na implantação dos sistemas de armazenamento.

“Os projetos de armazenamento exigem uma visão integrada de engenharia. Além das baterias, é necessário considerar os inversores, os sistemas de controle, as proteções e a infraestrutura elétrica, garantindo que os diferentes componentes funcionem de forma coordenada. Os testes e a validação técnica são etapas importantes para verificar o atendimento aos requisitos de cada projeto”, afirma o executivo.

Com os primeiros leilões, o armazenamento em baterias passa a ocupar um espaço mais definido no planejamento da capacidade elétrica brasileira. A implantação dos empreendimentos dependerá dos aspectos contratuais, dos requisitos técnicos e das condições de conexão à rede, além da capacidade de fornecedores e integradores de atenderem às necessidades de cada projeto.



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edição e hospedagem pesam na escolha

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Criar um site com inteligência artificial (IA) passou a integrar a rotina de pequenos negócios que buscam presença digital sem depender de programação. Nesse modelo, o empreendedor descreve em linguagem comum a empresa, o público e o objetivo da página, e a ferramenta devolve uma primeira versão estruturada, com textos, imagens e seções. A mudança ocorre em paralelo à adoção da tecnologia no país: segundo pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mais da metade dos pequenos negócios brasileiros já utiliza IA.

A diferença em relação aos construtores tradicionais está no ponto de partida do trabalho. No formato convencional, o usuário monta a página bloco a bloco; no criador com IA, ele revisa uma página já pronta e ajusta o que for necessário. A oferta de criadores de site com IA cresceu rápido, e as diferenças entre eles nem sempre aparecem à primeira vista. Algumas ferramentas geram apenas partes da página; outras entregam o site completo, mas deixam com o usuário a hospedagem, a segurança e a configuração do domínio. Há ainda diferenças na liberdade para editar o resultado depois. Na prática, gerar a página é só uma das etapas entre a ideia e um site no ar, recebendo visitas e gerando contatos.

Para Alison Zigulich, CEO do GreatPages, plataforma brasileira de criação de sites e landing pages, a geração da página representa somente uma etapa do caminho até a publicação. “Hoje, existem várias ferramentas que criam páginas, mas o usuário ainda precisa encontrar hospedagem, configurar servidores e garantir segurança”, explica Zigulich.

Critérios para comparar as ferramentas

Seis pontos ajudam a orientar a escolha. O primeiro ponto é verificar se a ferramenta gera a página completa ou apenas partes isoladas. Algumas soluções produzem somente textos ou trechos de layout, o que exige trabalho adicional do usuário. A Great AI, recurso do GreatPages, cria estrutura, textos, imagens e seções em uma mesma conversa. A possibilidade de fazer ajustes depois também pesa na decisão: um site gerado por IA pode, em algumas plataformas, ser modificado tanto pelo chat quanto por um editor visual, o que permite alterar textos, cores, botões e formulários sem refazer o projeto do zero.

Outro aspecto a observar é a infraestrutura. Parte das plataformas de criação de sites com inteligência artificial já inclui hospedagem e recursos de segurança no próprio serviço. É o caso do GreatPages, que oferece hospedagem, certificado SSL e CDN integrados. Outras ferramentas disponibilizam soluções semelhantes, por isso a orientação é conferir se essas funcionalidades estão contempladas no plano escolhido. A publicação com domínio próprio e certificado SSL também é apontada como relevante, já que reforça a credibilidade da empresa diante de clientes e parceiros.

Para negócios que pretendem captar contatos, receber pedidos de orçamento, agendar atendimentos ou vender pela internet, recursos como formulários, botões de chamada à ação e integrações são considerados essenciais. No GreatPages, esses elementos podem ser criados com o auxílio do próprio chat com inteligência artificial, e ferramentas concorrentes também oferecem funcionalidades parecidas, voltadas a transformar visitantes em potenciais clientes.

Por fim, vale verificar se a plataforma oferece recursos de otimização para mecanismos de busca. No GreatPages, cada página conta com campos de título e descrição para SEO, enquanto a combinação de CDN e SSL contribui para a velocidade e a segurança do site, fatores que podem favorecer o posicionamento nos resultados de pesquisa.

Adoção da tecnologia entre pequenos negócios

A pesquisa Transformação Digital nos Pequenos Negócios 2026, conduzida pelo Sebrae e pelo Meta Instituto de Pesquisa, apontou que 52% dos pequenos negócios brasileiros utilizaram IA nas duas semanas anteriores ao levantamento, realizado entre 24 de março e 8 de maio de 2026. Nos Estados Unidos, o índice ficou em 21%. Entre os empreendedores brasileiros que adotaram a tecnologia, 90% não ampliaram o quadro de funcionários, e 60% pretendem expandir o uso nos seis meses seguintes.

No GreatPages, o assistente Great AI produz a primeira versão do site em uma única conversa, incluindo estrutura, textos, imagens e seções. Os ajustes podem ser solicitados ao próprio chat ou feitos no editor visual, que dispensa conhecimento de código. Segundo a empresa, a versão inicial completa fica pronta em poucos minutos, embora o tempo total varie conforme o nível de personalização exigido antes da publicação. O mesmo recurso atende à criação de landing pages voltadas a campanhas, captação de leads e agendamentos. De acordo com o BuiltWith, serviço que mapeia tecnologias utilizadas na internet, mais de 16 mil domínios no Brasil usam a plataforma.

A escolha de um criador de site com IA envolve, portanto, mais do que a rapidez na geração da página. Edição sem restrições, hospedagem, segurança, domínio próprio e recursos de conversão compõem o conjunto que determina se o site estará apto a receber visitas e gerar contatos depois de publicado.

Sobre o GreatPages

GreatPages é uma plataforma brasileira de criação de sites e landing pages que reúne o chat da Great AI, editor visual sem código, templates editáveis, formulários, integrações, hospedagem, SSL e CDN. Segundo a empresa, foram criadas mais de 7 milhões de páginas por mais de 140 mil usuários, com mais de 5 bilhões de acessos mensais e presença em mais de 60 países.

Para mais informações, basta acessar: www.greatpages.com.br



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