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Mato Grosso

Pivetta defende modelo econômico de Mato Grosso como vitrine para o Brasil: “É isso que queremos para o país”

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Mato Grosso

O modelo de gestão fiscal e administrativa adotado em Mato Grosso desde 2019 foi apontado pelo governador Otaviano Pivetta como um exemplo de eficiência que pode servir de parâmetro para todo o território nacional. Em entrevista à CNN Brasil nesta terça-feira (6), Pivetta enfatizou que a prioridade de uma administração pública moderna deve ser a redução do custo da máquina estatal, aliviando a carga sobre o cidadão e o trabalhador brasileiro.

“É isso que nós fazemos aqui em Mato Grosso e o que queremos para o Brasil. Precisamos de um Governo Federal que tenha responsabilidade fiscal, que não gaste de forma irresponsável e que tenha coragem para fazer as reformas de que o país precisa”, declarou o governador.

Pilares do Desenvolvimento Mato-Grossense

Desde o início da gestão, o governo estadual implementou um pacote de medidas voltadas para o equilíbrio e a transparência das contas públicas. Entre os principais eixos destacam-se:

 O fortalecimento rigoroso das regras de responsabilidade fiscal;

 A modernização e revisão de incentivos fiscais;

 A reedição estratégica do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab);

 Reformas administrativas profundas para otimizar os recursos públicos.

Para Pivetta, a soma dessas ações resultou em um ambiente propício para o crescimento econômico e social, ancorado na entrega de resultados práticos para a sociedade.

Foco em Obras e Serviços

Durante a entrevista, o governador reforçou que o papel do Estado não é travar o progresso, mas sim atuar como um indutor do desenvolvimento, garantindo entregas efetivas para a população.

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Mato Grosso

Ciclos políticos e resultados das urnas são avaliados após reconfiguração do cenário eleitoral em Mato Grosso

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Os reflexos das recentes eleições foram comentados nesta semana por lideranças políticas estaduais, com foco na reconfiguração das cadeiras no Legislativo e na renovação de mandatos. Durante declarações à imprensa, a dinâmica da política local foi descrita como um processo composto por ciclos, nos quais se registram momentos de início, permanência e encerramento para diferentes agentes públicos.

A reflexão sobre os resultados das urnas ganhou destaque após a consolidação da apuração, que resultou na perda de espaço de algumas famílias e figuras tradicionais na política de Mato Grosso. Questionado sobre os reveses eleitorais sofridos por parlamentares e lideranças históricas, o entendimento externado foi o de que a vontade do eleitorado soberano deve ser respeitada.

Segundo a análise apresentada, os resultados expressam a decisão da população nas urnas. Argumentou-se, ainda, que erros de avaliação e a falta de percepção sobre o esgotamento de um ciclo político específico costumam ser apontados como fatores determinantes para as derrotas registradas no pleito.

Apesar da interrupção de mandatos de nomes de longa trajetória na vida pública — o que foi interpretado por observadores como um marco de transição institucional —, ponderou-se que a atividade política é inerentemente cíclica. Desse modo, ressaltou-se que a contribuição prestada por diferentes gestores ao longo da história do estado é reconhecida, mas que a alternância de poder reflete diretamente o descontentamento ou o desejo de renovação manifestado pela sociedade nas urnas

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