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Faissal acelera articulação e cai na estrada de olho no terceiro mandato

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Política

De olho na construção de sua candidatura ao terceiro mandato na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado estadual Faissal Calil (PL) intensificou a agenda política no interior do Estado e passou o fim de semana percorrendo municípios estratégicos.

Desde a última sexta-feira, Faissal esteve em Poxoréu, Primavera do Leste, Alto Garças, Itiquira e Nova Mutum, onde cumpriu uma agenda marcada por reuniões, encontros políticos e conversas com lideranças e apoiadores.

A movimentação é vista como parte da estratégia do parlamentar para fortalecer sua base eleitoral e ampliar a articulação visando às próximas eleições. Em ritmo de pré-campanha, Faissal tem apostado na presença nos municípios e no contato direto com lideranças locais para consolidar apoios e abrir novas frentes políticas.

A passagem por diferentes regiões em poucos dias também demonstra a disposição do deputado em intensificar sua atuação política fora da Assembleia e colocar seu nome novamente no centro das articulações eleitorais.

Nos bastidores, a estratégia é clara: fortalecer alianças, ampliar a base e chegar ao período eleitoral com uma estrutura política ainda mais consolidada.

Faissal afirma que a proximidade com os municípios é fundamental para quem pretende continuar representando Mato Grosso.

“Não existe projeto político construído de dentro de gabinete. É preciso estar nas cidades, conversar com as pessoas, ouvir as lideranças e entender as necessidades de cada região. É isso que estamos fazendo”, afirmou o deputado.

Com a agenda no interior, Faissal dá mais um passo na construção do projeto que pretende levá-lo novamente à disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa e à busca pelo terceiro mandato.

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Nas duas primeiras horas de votação, 467 urnas foram substituídas

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Nas primeiras duas horas de votação, de 8h às 10h, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou em boletim que 467 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas em todo o país neste domingo (25) de segundo turno das eleições.

O número corresponde a 0,09% das 499.248 urnas empregadas na votação deste ano.

A Justiça Eleitoral deixou reservados mais 48.815 equipamentos para substituição, se necessário.

O TSE não informou os motivos que levaram à substituição das urnas. Em geral a troca ocorre devido a falhas operacionais.

No primeiro turno, em 4 de outubro, foram substituídas 1.904 urnas.

Mesmo que a urna eletrônica substituída apresente falha, a legislação prevê, como último recurso, a adoção de votação com cédula de papel. Até o momento, contudo, não foi necessário.

Neste domingo (25), mais de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar para presidente no segundo turno.



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