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Política

Faissal critica proposta do Governo de pedagiar mais 10 rodovias de MT

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Política

O deputado estadual Faissal Calil (PL) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na sessão desta quarta-feira (8), para criticar uma proposta de criação de mais 10 lotes de rodovias estaduais pedagiadas. Em sua fala, o parlamentar destacou que, em muitos casos, as concessionárias fazem a cobrança das tarifas, mas sequer cumprem os contratos e não realizam as obras previstas e até mesmo a manutenção das vias de forma adequada.

Faissal apontou que o Governo do Estado publicou um edital avisando sobre uma audiência pública, no dia 21 de julho, sobre a criação de mais 10 lotes de rodovias pedagiadas em Mato Grosso. O deputado lembrou que em muitos dos casos, as estradas apresentam vários problemas, já que as concessionárias sequer cumprem o que está previsto em contrato.

Segundo o parlamentar, algumas das empresas que administram as rodovias alvos de concessão continuam cobrando pedágio mesmo sem a execução de manutenção adequada ou de obras estruturantes determinadas à ocasião das assinaturas dos contratos. Para Faissal, a criação de 10 novos trechos irá piorar ainda mais a situação, impactando diretamente no custo de vida dos mato-grossenses.

“Com isso, a cesta básica que vai para sua mesa vai ficar mais cara, já que o transporte vai ter mais um acréscimo por conta do pagamento dos pedágios. Fiz um projeto de lei aqui dentro da ALMT, que prevê que qualquer tipo de concessão de rodovia seja feito através de lei específica e não por decreto, que fica a conveniência do Governo do Estado. Se fizermos os cálculos, são mais de três mil quilômetros, sendo que já pagamos IPVA e Fethab. É uma aberração”, afirmou Faissal.

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Carlos Avallone celebra reeleição com 31 mil votos e destaca renovação na Assembleia Legislativa de MT

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O deputado estadual reeleito Carlos Avallone (PSDB) concedeu entrevista coletiva nesta semana para agradecer os votos recebidos no pleito e analisar o cenário político pós-eleições em Mato Grosso. Durante a conversa com os jornalistas no Salão Negro, o parlamentar celebrou o crescimento na votação e comentou sobre a dinâmica da disputa pelas vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Avallone iniciou destacando a votação expressiva que o conduziu a mais um mandato. “Primeiro eu queria agradecer à população de Mato Grosso pelos 31.035 votos que eu recebi. Tive um aumento de 5 mil votos em relação à eleição passada, e isso me deixa muito feliz. O compromisso com Mato Grosso e com a população aumenta, e eu estou muito contente com isso. Podem contar comigo com a mesma vontade e empenho para o trabalho”, declarou.

O parlamentar também fez um balanço do desempenho de seu partido, o PSDB, ressaltando o crescimento na representatividade e a conquista de duas cadeiras no Parlamento estadual — elegendo ele próprio e Chico Guarnieri.

“O PSDB teve 100% de aumento. Na eleição passada, elegeu só o deputado Carlos Avallone como deputado, e agora elegemos dois deputados: eu e o Chico Guarnieri”, pontuou.

Análise do cenário e das pesquisas eleitorais

Durante a coletiva, Avallone também compartilhou suas expectativas em relação à disputa pelas vagas e o impacto das pesquisas de intenção de voto ao longo da campanha. O deputado admitiu que nutria a expectativa de conquistar uma vaga a mais para a legenda, mas destacou o acirramento na reta final da disputa proporcional.

“Eu sonhava muito em ter a terceira vaga, mas ficamos longe disso. Houve no final um movimento mais ou menos como aconteceu na eleição de prefeito em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Primavera. Um movimento de direita muito forte que fez uma movimentação em todas as votações, fazendo com que pesquisas errassem bastante em alguns nomes”, analisou.

O deputado citou o desafio que é mensurar com precisão o eleitorado nas chapas proporcionais estaduais. Segundo ele, as estimativas projetavam uma margem maior para a sua candidatura, que acabou se consolidando em pouco mais de 31 mil votos, enquanto outros companheiros de chapa sentiram reflexos ainda mais acentuados em relação aos prognósticos prévios das pesquisas.

“A pesquisa que eu acompanhava de estadual, que eu sempre acho muito difícil de ser feita — e eu entendo isso —, só a minha é que deu certo. Imaginava que eu ia ter de 30 a 33 mil votos e acabei ficando com 31 mil. Mas todos os outros companheiros nossos da chapa, todos ficaram com menos da metade ou até menos do que isso dos votos que estavam nas pesquisas. Então, nós temos que estudar bem essa eleição, o que a urna está falando e o que o povo está dizendo”, concluiu.

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