Search
Close this search box.
Cuiabá - MT
∨ --° ∧ --°
--°C
carregando...

Polícia

Polícia Civil apreende caminhões com 1.284 toras de madeira sem documentação em Vila Bela da Santíssima Trindade

Publicado em

Polícia

A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (3.7), quatro pessoas, de 19, 28, 32 e 52 anos, e apreendeu três caminhões com 1.284 toras de madeira da espécie aroeira, durante uma fiscalização na região de Vila Bela da Santíssima Trindade.

A Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) estava realizando uma ação dentro da Operação Protetor das Fronteiras quando localizou um Fiat Uno sendo acompanhado por três caminhões de carga.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Os policiais acharam a situação suspeita e realizaram o acompanhamento dos veículos até o KM 25 da BR-174, onde foi realizada a abordagem dos caminhões.

Questionados, os condutores disseram que estavam transportando madeira da espécie aroeira. Pouco depois, o motorista do Fiat Uno retornou para ver o que estava acontecendo e também foi abordado. Questionado, o suspeito revelou que estava atuando como batedor dos caminhões para prosseguirem sem a intercorrência da polícia até o destino final.

Os envolvidos confirmaram a dinâmica e disseram que usavam uma internet móvel supertecnológica, que funciona em movimento, para se comunicar. Eles confirmaram também que as madeiras não possuíam notas fiscais.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

O motorista do primeiro veículo disse estar transportando 43 dúzias de aroeira, o segundo 25 dúzias e o terceiro 39 dúzias, totalizando 1.284 toras de madeira. Diante disso, os quatro suspeitos foram conduzidos para a Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade, junto com os veículos e as cargas.

A ação foi realizada pela Defron, com apoio das delegacias das Delegacias de Vila Bela da Santíssima Trindade e de Chapada dos Guimarães.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT



COMENTE ABAIXO:

Polícia

Quase metade dos feminicidas em Mato Grosso tinha passagem pela polícia

Publicados

em

Quase metade dos homens que cometeram feminicídio em Mato Grosso entre 2019 e 2026 já tinha histórico de passagens pela polícia antes de matar a companheira ou ex-companheira. O dado consta do novo painel sobre autores de violência de gênero lançado pelo Observatório Caliandra, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

Segundo o levantamento, que reúne dados sobre 382 autores e coautores de feminicídio no estado, 48% dos agressores identificados no período já possuíam registros policiais anteriores. Em 67% dos casos, os boletins de ocorrência envolviam relatos de violência doméstica e familiar, como ameaça, lesão corporal, injúria, violência psicológica, descumprimento de medidas protetivas e perseguição.

Para a promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, a presença de registros anteriores é um sinalizador claro de que o comportamento agressivo costuma anteceder a escalada fatal da violência.

A violência anterior contra mulheres é um elemento recorrente na trajetória de parte dos autores, afirma a promotora. O dado mostra, segundo ela, que o enfrentamento ao feminicídio não pode se concentrar apenas na proteção da vítima. A existência de registros anteriores, sobretudo relacionados à violência doméstica e familiar, revela a necessidade de aprimoramento dos mecanismos de prevenção e de atuação integrada da rede de proteção e do sistema de Justiça.

De acordo com o Ministério Público, dos 183 autores que possuíam ficha na polícia antes do crime, 143 contavam com até três registros criminais prévios. Além dos crimes no âmbito doméstico, o levantamento identificou antecedência de registros por homicídios, crimes sexuais e infrações contra o patrimônio.

O estudo aponta ainda que a maior parte dos crimes foi cometida por pessoas próximas das vítimas. Do total de autores catalogados, 289 mantinham vínculo conjugal ou afetivo com as mulheres, sendo companheiros, namorados ou ex-parceiros. Outros 16 eram conhecidos com os quais as vítimas mantinham contatos casuais de natureza sexual.

A faixa etária com maior concentração de agressores é a de 30 a 34 anos, respondendo por 14,69% dos casos registrados no painel.

O levantamento do Observatório Caliandra aponta um índice de elucidação de 98% para as autorias dos 377 casos de feminicídio contabilizados na série histórica desde 2019. Ao todo, 364 autores diretos e 18 coautores foram identificados e denunciados à Justiça. Sete casos seguem com autoria desconhecida.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA