Política
POCONÉ AVANÇA NA EDUCAÇÃO: PREFEITURA INSTITUI COMITÊ ESTRATÉGICO MUNICIPAL DA POLÍTICA DE ALFABETIZAÇÃO
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*POCONÉ AVANÇA NA EDUCAÇÃO: PREFEITURA INSTITUI COMITÊ ESTRATÉGICO MUNICIPAL DA POLÍTICA DE ALFABETIZAÇÃO*
Medida visa fortalecer a governança pedagógica, alinhar o município às metas nacionais e estaduais de alfabetização na idade certa e garantir equidade educacional para alunos da cidade, do campo e de comunidades quilombolas.
POCONÉ (MT) — A Prefeitura Municipal de Poconé deu um passo decisivo para consolidar a qualidade e a eficácia do ensino na rede pública municipal. Por meio do Decreto Nº 193, de 13 de outubro de 2026, assinado pelo Prefeito Jonas Eduardo de Queiroz Moraes, foi criado o Comitê Estratégico Municipal da Política de Alfabetização de Poconé.
A iniciativa é estruturada e conduzida pela Secretaria Municipal de Educação, sob a liderança do Secretário de Educação Jean Silva.
O novo órgão de governança interna nasce com o objetivo de articular planejamento, formação continuada de educadores, monitoramento de aprendizagem e recomposição escolar. Alinhado à Política de Alfabetização do Território Estadual e ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, o comitê busca assegurar que todas as crianças do município estejam plenamente alfabetizadas na idade correta.
Gestão com foco em evidências e equidade.
A criação do Comitê Estratégico estabelece uma metodologia de acompanhamento sistemático de indicadores. Sob a gestão do Secretário Jean Silva, a Secretaria Municipal de Educação utilizará dados de avaliações diagnósticas, estaduais, nacionais e do próprio Sistema de Avaliação Educacional de Poconé (SAEP) para direcionar as políticas pedagógicas e corrigir eventuais distorções de fluxo escolar.
Além do monitoramento contínuo, o decreto assegura atenção especial à diversidade da rede pública. O plano de ação contempla explicitamente as especificidades da Educação do Campo, Educação Escolar Quilombola e Educação Especial, garantindo inclusão e equidade no processo de aprendizagem em todo o território poconeano.
“O Comitê fortalece a governança da nossa rede ao unir dados, formação de professores e acompanhamento direto das salas de aula. Queremos garantir que cada criança de Poconé tenha o direito fundamental de ler e escrever na idade certa, independentemente de sua realidade social ou localização geográfica.”
Jean Silva, Secretário Municipal de Educação de Poconé.
Estrutura técnica e otimização de recursos O Comitê Estratégico reúne uma equipe multidisciplinar formada por gestores, coordenadores pedagógicos, articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), coordenadores do programa Alfabetiza + Poconé, especialistas em formação de Educação Infantil (Pro-LEEI) e Ensino Fundamental, além de representantes das escolas do campo e quilombolas.
Com responsabilidade fiscal e administrativa, a atuação do comitê ocorre no âmbito da estrutura orçamentária e de recursos humanos já existente na Secretaria de Educação. A participação dos membros é considerada serviço público relevante, sem geração de novas despesas ou cargos gratificados.
Próximos Passos
Com reuniões bimestrais previstas e foco no fortalecimento de ambientes alfabetizadores — como os “Cantinhos de Leitura” e acervos pedagógicos —, o comitê já inicia os trabalhos de alinhamento do Plano de Trabalho Anual (PTA) para os próximos ciclos.
A medida reforça o compromisso da administração municipal de Poconé com uma educação pública transformadora, fundamentada em dados, eficiência técnica e valorização dos profissionais da ensino.
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Estado de SP começa a preparar mais de 114 mil urnas para o 2º turno
Mais de 114 mil urnas eletrônicas do estado de São Paulo começaram a ser preparadas nesta quarta-feira (14) para o segundo turno das eleições 2026, marcado para 25 de outubro. Somente na capital paulista, mais de 28 mil máquinas serão utilizadas no pleito.
No processo de preparação, cada urna começa a receber informações oficiais das eleições, tais como os dados sobre as candidaturas.
Uma cerimônia pública realizada no final desta manhã, na 1ª Zona Eleitoral da capital, no centro, marcou o início desse trabalho. Responsável por 449 seções eleitorais, a zona conta com 505 urnas em preparação.
O número de urnas supera o de seções para que elas possam substituir algum equipamento que enfrente problemas durante a votação.
A previsão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) é de que essa preparação seja encerrada em todo o estado até 23 de outubro , antevéspera do pleito.
No segundo turno, o eleitor de São Paulo vai ajudar a escolher o próximo presidente da República. Não haverá votação para governador em São Paulo, já que o atual governador, Tarcísio de Freitas, foi reeleito no primeiro turno .
A preparação das urnas
Para o segundo turno, o processo de preparação das urnas costuma ser mais rápido do que para o primeiro turno, explicou o chefe de cartório da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Erick Viana. Isso acontece porque, agora, essas urnas só precisam ser reprogramadas.
“O processo é mais simples porque, no primeiro turno, a gente tem que inserir o ambiente de votação, que a gente chama da carga de seção. Mas, agora, essa preparação do ambiente já está na urna eletrônica. Então, a única coisa que precisa ser feita é reprogramá-la para que a urna entenda que só um cargo está em disputa [no estado de São Paulo], com somente dois candidatos”, disse ele.
O primeiro passo dessa preparação é a geração das mídias contendo os dados das candidaturas. Segundo o TRE-SP, as mídias são dispositivos semelhantes a pen drives , em que são gravadas as informações necessárias para o funcionamento das urnas. Depois de receberem a gravação, os dados dessas mídias são inseridos nas urnas.
Assim que esse processo é finalizado, as urnas passam por um teste de funcionamento e, estando em condições ideais, elas são lacradas para a votação, com identificação do município, local de votação e seção eleitoral.
Depois disso, elas ficam armazenadas em caixas devidamente lacradas e assinadas pelas autoridades presentes, como juízes eleitorais, promotores e representantes de partidos e coligações. Elas são distribuídas para os locais de votação somente na véspera das eleições.
Como os sistemas estão previamente programados, não é possível utilizar as urnas antes do dia das eleições.
Expectativa
No primeiro turno, o estado de São Paulo enfrentou problemas relacionados às fortes chuvas e filas para votação. Com isso, algumas seções eleitorais do estado precisaram estender seu horário de funcionamento para depois das 17h [horário em que a votação é encerrada], porque diversos eleitores ainda estavam na fila aguardando para votar.
Para o segundo turno, a expectativa é de que não ocorram mais atrasos, disse o presidente do TRE-SP, José Antonio Encinas Manfré.
“O primeiro turno foi muito satisfatório, mas tivemos algumas interferências por causa de chuvas e ventanias. Houve necessidade, inclusive, de remoção de toda uma seção eleitoral , mas isso não comprometeu as eleições”, disse ele a jornalistas.
“Agora [no segundo turno], por se tratar de apenas um cargo [em disputa], temos a expectativa de que tudo vá se processar mais rapidamente”, completou.
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