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Zeca Viana diz que governador já deveria ‘estar preso’ por conta dos grampos

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Presidente estadual do PDT e um dos principais opositores do governador Pedro Taques (PSDB), Zaca Viana lamentou a morosidade da justiça no caso conhecido como “Grampolândia Pantaneira”, um suposto esquema de interceptações telefônicas clandestina criado em 2014 para grampear adversários políticos.

 

De acordo com Viana, o governador Pedro Taques (PSDB) deveria ser “preso”.

“É que infelizmente a nossa justiça ela é morosa, ela trabalha com investigação e muito demorado. Isso aí já deveria ter vindo à tona. E já falei na tribuna. O senhor Pedro Taques tem que ser preso por causa disso. Porque é um dos maiores escândalos de Mato Grosso”, disse Zeca Viana durante entrevista na rádio Capital FM.

“E agora ele não tem mais como fugir. Ele pode negar para o resto da vida, porque é difícil ser réu confesso. Mas a justiça terá que apresentar todas as provas cabais para que ele seja condenado”, argumenta o pedetista.

Quanto à citação do nome do governador pelo cabo Gerson Corrêa Junior, réu na Justiça Militar na “Grampolândia”, durante a mudragada de sábado (28), afirmando que o “ex-secretário Paulo Taques e o governador Pedro Taques era donos do negócio”, Zeca afirmou que não seria novidade.

“Para mim, isso não é novidade porque eu sempre disse lá atrás que o cabeça disso tudo se chamava o governador Pedro Taques (PSDB) e ex-secretário Paulo Taques. Pelo conhecimento que a gente tem da disciplina militar, eles não fariam isso sem seus superiores estarem coordenando ou autorizando”, afirmou.

O oposicionista também criticou a resposta de Taques, de que não sabia do caso e que mandou investigar quando tomou conhecimento. “Como que ele vem dizer que ele não tem nada a ver, que ele autorizou a investigação? Porque ele mandou adulterar o protocolo então gente? Isso é claro e notório”.

“Ele vai ter que pagar pelos erros que fez dentro do seu governo. Um governador de Estado tinha que no minimo respeitar a sociedade, seus adversários, todos, porque foi centenas e centenas de pessoas gravadas com escutas ilegais. Isso é totalmente contra qualquer princípio da democracia”, finalizou.

Fonte: Gazeta Digital

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PLOA 2021 será discutido em duas audiências públicas

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A Assembleia Legislativa realizará duas audiências públicas nesta semana para discutir com a equipe econômica do governo e a sociedade civil organizada o Projeto de Lei de Orçamentária Anual – mais conhecida como PLOA 2021. O orçamento previsto, entre receitas e despesas, é de R$ 22,144 bilhões.

A primeira audiência pública será realizada amanhã (24), às 10 horas. A outra, na quinta-feira (26), às 9 horas. Ambas serão feitas por plataforma digital. A de terça-feira será conduzida pela Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) e o outro debate, pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária.

A discussão em torno do PLOA 2021 será feita de forma virtual. As duas audiências públicas serão transmitidas pela TVAL – canal 30.1. Elas podem ser acompanhadas pelo site da Assembleia Legislativa: www.al.mt.gov.br.

Em tramitação na Assembleia Legislativa desde o último dia 20/10, o Projeto de Lei 913/2020 – que estima receita e despesa do estado de Mato Grosso para o exercício de 2021 – prevê um orçamento de R$ 22,144 bilhões. Até o fechamento desta edição (segunda-feira, 23), a peça orçamentária havia recebido apenas uma emenda. Ela é de autoria do deputado Silvio Fávaro (PSL), autorizando o Executivo a abrir créditos suplementares até o limite de 10% da despesa total fixada. No texto original, enviado pelo Executivo, o percentual é de até 20%.

O PLOA foi entregue ao Parlamento estadual no dia 30 de setembro pelo secretário estadual de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, ao vice-presidente João Batista do Sindspen (Pros). De acordo com Gallo, o estado vai destinar 12% da receita (cerca de R$ 2,144 bilhões) para serem investimentos em diversos setores – saúde, infraestrutura, segurança pública, educação e na construção de hospitais regionais.

Em 2021, o PLOA projeta uma despesa corrente da ordem de R$ 19,383 bilhões. Desse total, cerca de R$ 14,686 bilhões ficam reservados para pagamento de salários dos servidores públicos e encargos sociais. O dispêndio com juros e encargos da dívida pública soma a quantia de R$ 343 milhões, e para a amortização da divida o montante é de R$ 444 milhões.

A tramitação e o conteúdo do PLOA 2021 podem ser conferidos aqui.

 

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