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Política MT

Wellington continua crescendo e consolida segundo lugar

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Foto por Fernando Rodrigues

O candidato ao governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PR), é o que mais cresceu nas intenções de votos no Estado, apresentando avanços pela terceira semana consecutiva. Nova rodada de pesquisa do Instituto Mark, divulgada na tarde de hoje (25), mostra Wellington assumindo o segundo lugar, com 25,2% das intenções de votos na modalidade estimulada. O resultado indica que, pela primeira vez, a eleição para governador será decidida em dois turnos em Mato Grosso.

Conforme as três últimas pesquisas do Mark, divulgadas em setembro – nos dias 11, 18 e 25 – o republicano passou de 20,3% para 24,2% até os atuais 25,2% na modalidade estimulada. Na pesquisa de julho, divulgada no dia 25, Wellington estava em terceiro lugar com 5,5% das intenções de votos. No período de julho a setembro o crescimento é de 19,7 pontos percentuais.

Wellington, que lidera a maior frente de oposição ao atual governo, avalia os resultados como um excelente motivador para essa reta final de campanha. “Os números mostram que nosso plano de governo está sendo bem recebido pela população. E os eleitores estão enxergando as diferenças que existem entre as propostas de cada um. O nosso é o que realmente foca na atenção e cuidado às pessoas, no diálogo e disposição em trabalhar com todos os segmentos, seja o grande empresário até a pessoa mais simples e humilde”, destacou Wellington.

O candidato republicano lidera a maior frente de oposição ao atual governo de Mato Grosso, composta por dez partidos (PR, PMN, PROS, PC DO B, PODEMOS, PP, PT, PV, PRB e PTB). ‘A Força da União’ tem Sirlei Theis, como candidata à vice-governadora, e Adilton Sachetti e Maria Lúcia Cavalli candidatos ao Senado Federal.

A pesquisa Mark de intenção de votos ouviu 1.061 mato-grossenses entre 22 e 24 de setembro. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob protocolo MT-006751/2018. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Assessoria

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Justiça manda Abílio retirar programa eleitoral do ar onde ele acusa sem provas, Emanuel de coagir servidores

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O juiz da 1ª Zona Eleitoral, Geraldo Fidelis, determinou que o candidato a prefeitura de Cuiabá, Abílio Jr. (Podemos), suspenda propaganda eleitoral em que acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Emanuel Pinheiro (MDB), de usar a máquina pública para coagir servidores a fazerem campanha política em seu favor.

Abílio colocou em seu programa eleitoral um áudio supostamente de Miriam de Fátima Nascheveng Pinheiro, que seria a prima de Emanuel. No  áudio que ele sugere ser ela,  aparece uma mulher pedindo para os servidores a votarem no prefeito e para fazer campanha após  às 18h.  O candidato não provou que o vídeo foi gravado dentro da Secretaria Municipal de Saúde e nem provou que de fato, trata-se de Mirian Pinheiro.

Conforme a defesa da  Coligação ” A Mudança Merece Continuar”, Abílio teria editado o áudio. “O suposto áudio foi claramente manipulado, editado, recortado, com fito propósito de atribuir conotação inverídica. Há edição no suposto áudio que retiram qualquer legalidade, legitimidade e fidedignidade.  Note Excelência, que a mensagem não se limitou a reproduzir fatos noticiados, mas o Representado fez afirmações da existência de crimes graves como coação, chantagem e uso da máquina pública, veiculando supostos áudios fora do contexto, trechos cortados e editados com clara manipulação” consta na alegação da defesa.

 

O juiz acatou os argumentos da defesa de Emanuel Pinheiro. “Ora, quem assiste a propaganda da forma em que foi veiculada, vai concluir que o autor está praticando ilícito durante a sua gestão, ao realizar uso indevido da máquina pública para coagir e ameaçar servidores públicos a apoiá-lo e fazer campanha em seu favor”, escreveu.
“O que se rechaça é a maneira como foi reproduzido o material combatido, pode ensejar conotação demeritória ao representante, e fazer o eleitor concluir que ele esteja praticando ilícitos consistente no uso indevido da máquina pública e ainda à prática de do crime de coação. Em outras palavras, não se veda noticiar fatos, nem, tampouco, permite-se impedir críticas políticas – ainda que utilize expressões duras e contundentes, mas, tão somente, proíbe-se distorcê-los, como se deu no material acusado de irregular, para criar estados mentais, a fim de ganhar vantagem ou gerar prejuízo a outrem”, consta na decisão.
O magistrado pede a retirada do material do ar com urgência, sob  pena de multa diária no valor de R$ 10 mil por imagem, áudio ou vídeo veiculado.

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