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Várzea Grande

Vereador cobra plano de ação e critica falta de comunicação sobre medidas contra o coronavírus

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O vereador Rogério França Martins, o Rogerinho da Dakar (PSDB), voltou a cobrar um plano de ação  preventiva para o combate ao coronavírus no município e criticou a falta de comunicação oficial por parte da prefeitura de Várzea Grande, que não disponibiliza dados ao legislativo sobre as medidas adotadas para o enfretamento da pandemia.

Dakar lembrou ainda que da forma como foi anunciada a disponibilização de kits básicos de medicamentos no último domingo, provocou um alvoroço desnecessário, causando superlotação nas unidades de saúde da cidade, na segunda-feira, pois a população, correu para garantir os medicamentos, sem saber os critérios exigidos, além de Rogério outros vereadores também demonstraram insatisfação com a metodologia adotada pelo secretário de Comunicação Marcos Lemos. O colega Carlos Garcia (PSB), também questionou a administração.

Conforme Rogério, todas as unidades devem oferecer o kit-covid, para evitar que o paciente infectado utilize o transporte coletivo, aumentando a disseminação da doença.

“Vejam só, se os kits estiverem em pontos específicos, moradores de várias regiões, com diagnóstico positivo, deixarão seu bairro, utilizarão o transporte público e isto vai provocar a contaminação em massa, precisamos que o Executivo reveja isto com urgência”, declarou.

Ele voltou criticar a falta de participação de vereadores nas reuniões do Comitê de Enfrentamento ao coronavírus em Várzea Grande.

Rogério comparou a situação enfrentada com uma guerra e disse que todos devem estar juntos para impedir o aumento do número de casos.

“Estamos em uma guerra, e durante um combate se o comandante não conversa com o sargento, o sargento não comunica com o soldado e assim por diante, ninguém saberá ao certo os rumos que devem ser tomados”, frisou.

Para o parlamentar, UTI e respiradores são importantes mas a prevenção é o melhor remédio.

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Várzea Grande

Para discutir maior dotação orçamentária para a Saúde, líder da prefeita retira projeto por “pressão’ de vereadores

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A Câmara Municipal de Várzea Grande não acatou a proposta de distribuição de recursos do Governo Federal, destinados ao município, no valor de R$ 74 milhões, que segundo os Projetos de Lei 57,58 e 59/ 2020, de autoria do Poder Executivo que destinaria R$ 11 milhões para Secretaria de Seviços Públicos e R$ 32 milhões e suspendeu a votação do crédito adicional.
Para autorizar o crédito adicional especial, os vereadores devem aprovar o Projeto na Lei Orçamentária-LDO e no Plano Plurianual-PPA.
O Governo Federal repassará ao município em quatro parcelas, o valor de 74.548.585,48 milhões, com objetivo de diminuir os efeitos da queda de arrecadação de ICMS,FPM e ISQN e financiar às despesas de custeio das ações relacionadas ao combate do Covid-19.

O vereador Miguel Angel (PSDB) criticou a proposta de distribuição do recurso e argumentou que Várzea Grande necessita de leitos, medicamentos e equipamentos para profissionais da Saúde.
“Nós vereadores falamos que estamos lutando pela saúde do municípe e não podemos aceitar apenas R$ 4 milhões para o setor, um valor minimo, nós temos falta de medicamento, falta material para testagem, necessidade de hotelaria para atendimento de pacientes, melhorar o pagamento para os profissionais da linha de frente de combate a pandemia, este recurso deve ser todo aplicado na saúde, o que sobrar faz asfalto, faz Alameda, faz o que quiser”, detalhou.
Antes da retirada do projeto pelo líder da prefeita Pedro Paulo Tolares (DEM), o vereador Carlos Garcia apresentou emenda propondo 5 % do total dos recursos e metade da verba que conforme o texto seria destinada à Secretaria de Obras para a Saúde.

Já a vereadora Gisa Barros (DEM), explicou que os valores orçados para Secretaria de Infraestrutura (obras) e da Secretaria de Serviços Públicos, está na “contramão”, já que a Saúde ficaria com uma pequena parte.
“Precisamos investir em leitos de enfermaria, aquisição de medicamentos e kits covid, estamos em um momento onde a prioridade é investirr na Saúde”, cutucou a parlamentar.

O vereador Rogério de França – Rogerinho da Dakar (PSDB), também criticou o projeto e a falta de planejamento, por parte da prefeitura municipal.

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