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Um plano de ascensão política

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O fato é que todo político deveria ter que, além de exibir certificados de conclusão de cursos, comprovar através de testes vocacionais, de raciocínio lógico, de conhecimento, se está habilitado a ocupar cargos.
O fato é que todo político deveria ter que, além de exibir certificados de conclusão de cursos, comprovar através de testes vocacionais, de raciocínio lógico, de conhecimento, se está habilitado a ocupar cargos.

Desta forma, as exigências de formação teriam uma escala de complexidade, proporcional ao nível do cargo pretendido. Nada demais. Como eu disse, exatamente como é exigido para nos candidatarmos a qualquer cargo profissional, igual ao que nos é exigido em concursos públicos.

E mais, todos com defesas de teses que tivessem afinidade com os cargos pretendidos. Notem que o tempo de ascensão do cargo de vereador ao de deputado, por exemplo, é exatamente o necessário para a conquista do nível de escolaridade seguinte. Tudo lógico e racional. Sem nenhuma insanidade.

Já tivemos, na história do país, deputados eleitos autodeclarados semianalfabetos. Todos os requisitos legais para ser político são regidos pela Constituição Federal, entre eles: ser brasileiro, possuir título de eleitor, cumprir as obrigações militares (homens), ter mais de 18 e menos de 70 anos, ser filiado a um partido político e residir no local da candidatura.

Afinal… como podem defender o ensino, valorizar professores, saúde sem sequer saberem o valor disso? O cargo político está virando plano de carreira de cargo e salário, passa de família, isso acontece porque nós permitimos. Como podemos contar com gente que ascendeu a cargos políticos milionários sem nenhum sacrifício, sem saber o quão sacrificante é trabalhar o dia inteiro.

Afinal, não são cargos públicos? Não são funcionários públicos e, mais ainda, os mais privilegiados, pois nem exigem 30, 35 anos de comprovação em carteira para terem direito a aposentadoria? Como assim exigir de um representante à Câmara Federal que apenas saiba a diferença entre um C de cebola e um Ç cedilha?

Não! Quem não se sacrifica para conquista do conhecimento jamais saberá o valor do conhecimento em questões fundamentais a sociedade como: saúde, segurança e educação. Jamais vai se preocupar se um professor ganha ou não o merecido pelo conhecimento que é obrigatório ter para nos ensinar, cuidar e defender.

Nedilson Maciel é formado em Administração de Empresa e pós graduado em Auditoria e Perícia Ambiental, ex-presidente da Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos do Estado (FESSPMEMT) e pré-candidato a deputado federal por Mato Grosso pelo Partido Verde

 

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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