conecte-se conosco



Eventos

Tangará recebe Círculos de Construção de Paz

Publicado

em

A Comarca de Tangará da Serra (239 km a médio Norte de Cuiabá) realizou palestras de introdução de uma das ferramentas da Justiça Restaurativa – Círculos de Construção de Paz. As apresentações, com intuito de mostrar o passo a passo da técnica, foram realizadas de 21 a 23 de agosto, no campus da uma universidade particular na cidade.
O evento, que foi organizado pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) local com apoio e acompanhamento da orientadora do Núcleo Gestor de Justiça Restaurativa (NugJur), do Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso (TJMT), Ana Teresa Pereira Luz, atendeu mais de 40 pessoas.
No dia 21, o Círculo de Construção da Paz teve como facilitadora a juíza Cristiane Padim da Silva, da Primeira Vara Criminal, do Fórum de Tangará e participantes os mediadores do Cejusc local e os profissionais da rede estadual de ensino. Na quarta (22 de agosto) foi à vez de profissionais da Rede de Apoio à Criança e Adolescente e mais representantes das escolas.
A juíza destacou que a técnica é fantástica e que vai implantar esse meio de pacificação social nas unidades prisionais da cidade. “Primeiro vamos trabalhar com as equipes da cadeia publica onde estão presas 55 mulheres e do Centro de Detenção Provisória, que abriga 380 presos provisórios e defintivps, depois vamos trabalhar com as partes dos processos” enfatizou a Cristiane Padim.
Para a magistrada, Leilamar Aparecida Rodrigues, coordenadora do Cejusc em Tangará, que foi a facilitadora da última oficina, no dia 23 de agosto, e atendeu profissionais do Centro de Detenção Provisória, o resultado foi muito satisfatório. “Ao todo, os Círculos de Construção de Paz foram apresentados para 48 pessoas, as quais reagiram de maneira muito positiva e demonstraram interesse em participar e contribuir com a implantação da técnica de conciliação nos mais diversos setores da sociedade Tangaraense”.
Segundo Nivaldo Lima, gestor do Cejusc os participantes tiveram oportunidade nas apresentações de conhecer a metodologia do Círculo de Construção de Paz, e agora a meta no próximo mês de outubro é capacitar mais facilitadores.
Cleci Pavlack

Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Eventos

Parque Mãe Bonifácia é reaberto com blitz educativa e fiscalização reforçada

Publicado

em

O Parque Estadual Mãe Bonifácia foi reaberto nesse sábado (28.11) após ficar por quase 30 dias fechado devido a morte de 16 macacos. Hoje pela manhã a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou uma blitz educativa orientando os usuários sobre a proibição de alimentar os animais no local.  A Sema trabalha em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) que reforça a fiscalização na Unidade de Conservação.

O Mãe Bonifácia estará aberto entre às 06h e 17h com os protocolos de segurança mantidos, com regras para distanciamento social e uso de máscara. Ele permaneceu fechado para varreduras sanitárias e isolamento dos saguis desde o dia 30 de outubro. A orientação da Sema é que se evite entrar com qualquer tipo de alimento e que o usuário não deixe resíduos nas Unidades de Conservação.

As campanhas educacionais realizadas pela Superintendência de Educação Ambiental da Sema reforçam que os animais silvestres dos parques estaduais não devem ser alimentados por conta própria. A alimentação inadequada é prejudicial aos bichos e traz riscos à população, gera desequilíbrio na cadeia alimentar e é proibido por lei. Os servidores espalharam cartazes informativos em pontos estratégicos do Mãe Bonifácia.

Os saguis encontram no parque todos os alimentos que precisam, como insetos, brotos de flor, frutas silvestres e seiva, este último uma alternativa importante no período da seca. Os animais que vivem ali são monitoradores por servidores que trabalham no local e só devem ser alimentados em necessidade extrema e comprovada, sempre por profissionais especializados.

Herpes Simplex causou as mortes

Uma infecção por Herpes Simplex foi a causa da morte dos saguis no Parque Mãe Bonifácia, comprovada por exames da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade de Brasília (UNB). O vírus é passado do homem para o macaco por meio de alimentos contaminados ou pelo contato direto. O humano pode transmitir a doença mesmo sem estar com manifestação clínica aparente.

Apesar da Herpes Simplex quase sempre causar sintomas brandos em humanos, é fatal para os macacos desenvolvendo um quadro severo inflamatório que pode afetar diversos órgãos, podendo causar lesão de pele e nas mucosas e atingir pulmão, coração, fígado e sistema nervoso central. A principal manifestação é neurológica.

Depois que um macaco do grupo é contaminado a tendência é que ele espalhe entre os agregados e a doença, por ser altamente fatal, pode fazer com que todos os membros de um bando morram. Com a possibilidade, inclusive, de contaminar outros grupos de primatas.

 

Da redação

Continue lendo

Artigos

Polícia

Política MT

Várzea Grande

Cuiabá

Mais Lidas da Semana