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Servidores públicos de Mato Grosso se unem e querem eleger parlamentares legítimos representantes para a câmara federal e assembleia legislativa

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A Campanha de 2018 deve ser o marco inicial que deve unir os candidatos egressos do funcionalismo público.

Presidentes sindicas e servidores atuantes em seus segmentos tendo por objetivo, independentemente de partidos, concorrerem às cadeiras tanto da Câmara Federal quanto da Assembleia legislativa de Mato Grosso afinados na defesa do serviço público e das diversas carreiras públicas.

De olho nas eleições e na defesa dos interesses da categoria, os servidores inauguram um estilo próprio de

Todos os pré-candidatos egressos do funcionalismo público deverão estar reunidos em um propósito que vai elencar nomes e propostas dos postulantes — das três esferas (federal, estadual, municipal) e com servidores do Executivo, Legislativo e inclusive adjacentes do judiciário em cargos majoritários de todo o Estado.

O objetivo é estimular o voto nesses nomes específicos, com a intenção de construir uma bancada parlamentar comprometida com “o fortalecimento dos serviços e das carreiras públicas e de investimentos em um Estado republicano, eficiente e sem aparelhamento partidário”.

A iniciativa já vinha sendo discutida porém teve seu nascimento e fortalecimento quando da última greve geral em que a Reposição Inflacionária Anual conhecida como RGA travou uma verdadeira queda de braço entre governo e os mais de Cem mil servidores públicos estaduais de Mato Grosso e perdurou por quase um mês.

A ação é plural, multipartidária e faz parte da campanha do voto consciente do servidor público nas eleições 2018.

Segundo estudos próprios os servidores têm em mãos cerca de aproximadamente entre 500.000 a até 800.000 votos, um patrimônio que nenhum partido ou algum candidato vai dar o luxo de desprezar.

São centenas de milhares de votos dos funcionários público e um potencial de influência em votos de familiares, amigos e comunidades espalhadas em todos os 141 municípios do Estado de Mato Grosso, Estados vizinhos e Países fronteiriços como a Bolívia.

Temos de ter consciência e participar das eleições de forma organizada e com sincronismo de intenção de voto. Mesmo que livre nos indivíduos, mas afinados nos valores para onde acreditamos que o Estado e a democracia devam rumar.

Pois a cada dia seja na esfera federal, estadual ou mesmo municipal há insurgências políticas com a finalidade de desagregar, desestabilizar a unicidade sindical e retirar os direitos adquiridos dos servidores ao longo de muitos anos de luta e sacrifício.

No momento em que as campanhas ainda não decolaram, o número de pessoas que se declararam dispostas a concorrer ao pleito ainda é pequeno, pois diferentemente dos atuais representantes da câmara federal e da assembleia legislativa que já estão a 4 anos em plena campanha, viajando os 4 cantos do estado, com batalhões de cabos  eleitorais, estrutura financeira que garantam viabilidade de mobilidade aérea e terrestre sem retirar do SUBSÍDIO que o servidor ASSALARIADO recebe é uma concorrência tal qual Davi e Golias porém a aposta entre os servidores é o despertar do VOTO CONSCIENTE senão nesta nas próximas eleições.

Este ano, a empreitada ganhou força com pré-candidato advindos formais variados setores como da Saúde, do setor Agropecuário, da segurança, área meio, militares, civis, federais, legislativo, judiciário, enfim de todas as bandeiras e pensamentos partidários.

As questões como financiamento de campanha, divulgação de plataformas pelas redes sociais e mídias tradicionais, entre outros assuntos é recorrente para todos e cabe aos partidos políticos se organizarem e passarem conhecimentos aos seus filiados pré-candidatos.

Muitos candidatos Servidores Públicos como este que aqui escreve utilizaremos  o crowdfunding (a chamada vaquinha on-line ou fundo de financiamento coletivo) permitido pelas novas regras eleitorais para reforçar os recursos de quem não tem estrutura física e financeira e depende de parte do fundo partidário. Praticamente todos os servidores estão optando pelo financiamento coletivo.

A pergunta que todos podem fazer é: Qual será o resultado desse movimento dos servidores públicos?

Como ainda a grande maioria não fora testado nas urnas será uma experiência nova ainda não dimensionado, é um dos desafios que é a força política que algumas categorias, já com grande poder de barganha possuem e outras não agora possam se unir em torno de alguns nomes e foquem para não haver divisão devido as coligações partidárias e coeficientes eleitorais pois infelizmente nem sempre o mais bem votado é eleito.

Porém seja qual forem os Pré-Candidatos oriundos dos SERVIDORES PÚBLICOS DE MATO GROSSO estes devem assumirem sem hesitação o compromisso de cumprir aqueles objetivos que são, principalmente, o fortalecimento do Estado democrático de direito, valorização dos servidores e qualificação dos serviços públicos.

Também terão de pregar a diminuição dos cargos de livre nomeação e ampliação da participação de concursados em funções estratégicas; um sistema tributário progressivo, com redução de impostos sobre o consumo, tributação de distribuição de lucros e dividendos em empresas mistas e equidade para os trabalhadores, inclusive com correção real da tabela do Imposto de Renda e Previdência.

O servidor terá ainda a missão que lutar para que cargos públicos com atribuições definidas em lei não possam ser ocupados por trabalhadores terceirizados principalmente de Área Finalisticas e para que a estabilidade seja mantida.

Além de exigir concursos periódicos, estruturação de carreiras e capacitação permanente e  manutenção dos direitos previdenciários vigentes para ativos e inativos e seus pensionistas. Manter o foco no combate à corrupção, e também na transparência da prestação do serviço e o fim do foro privilegiado.

Temos, principalmente, que restabelecer o DIÁLOGO entre o governo e os servidores que é o seu maior patrimônio.

ESTE SERÁ O GRANDE DESAFIO PARA TODOS OS SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DE MATO GROSSO

*Max Campos é Servidor Público Estadual do INDEA-MT, Articulista politico e Pré-Candidato a Deputado Federal.*

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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