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RGs emitidos até dezembro de 2017 e que não forem retirados serão incinerados

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Documentos serão devolvidos à sede em Cuiabá até 30 de maio deste ano - Foto por: Haillyn Heiviny | Gcom-MT

A Diretoria Metropolitana de Identificação Técnica está recolhendo as carteiras de identidades com data de emissão até dezembro de 2017 e que ainda não foram retiradas pelos requerentes, para que sejam incineradas.

A Portaria 03/2018, de 19 de dezembro de 2018, determina que todos os responsáveis pelos Postos de Identificação da Politec façam um levantamento dos documentos para serem devolvidos à sede, em Cuiabá. Eles têm até o dia 30 de maio deste ano para enviar os documentos para a incineração, mediante relação impressa dos requerentes.

Este procedimento é feito anualmente, visando a segurança documental e as informações pessoais dos cidadãos mato-grossenses, bem como a necessidade de organização e liberação de espaço físico nos arquivos de carteiras de identidade dos Postos de Identificação. Na unidade de Rondonópolis, que funciona no Ganha Tempo, um total de 214 RGs que foram solicitados até o final de 2017 estão prontos, aguardando para serem retirados pelos requerentes.

Conforme o Diretor Metropolitano de Identificação Técnica, Leonel Teodoro de Melo, grande parte dos RGs que deverão ser descartados se refere aos documentos realizados em mutirões de cidadania, em que as pessoas realizaram a solicitação do RG, porém se esqueceram de buscá-lo no prazo informado no protocolo de atendimento.

“Isso tem gerado um acúmulo muito grande destes documentos nos arquivos, fazendo-se necessário o descarte correto visando a segurança documental destas pessoas’’, explicou.

Até novembro de 2018, foram emitidos 219.515 documentos de identidade, entre 1ª e 2ª vias em todo o Estado de Mato Grosso. Já até dezembro de 2017, foram emitidos 169.03 RGs.

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Descubra quanto cada deputado federal gastou em 2020

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Os deputados federais de Mato Grosso utilizaram bastante dos recursos disponíveis para o mandato em 2020. Entre os 8 parlamentares, quem mais gastou foi Carlos Bezerra (MDB). Com a soma da Cota Parlamentar de R$ R$ 447,6 mil adicionada a verba de gabinete no valor de R$ 1,2 milhão, o total de gastos chegou a R$ 1,449 milhão aos cofres públicos. Confira quanto cada deputado federal gastou.

Em seguida vem Nelson Barbudo (PSL), que gastou R$ 401,9 mil com a divulgação da atividade parlamentar e R$ 943,1 mil de gabinete, o que culminou na somatória de R$ 1,3 milhão ano  passado.

Já o deputado Dr. Leonardo (SD) teve gasto de R$ 349,4 mil da cota e R$ 943,1 mil do custeio do pessoal, com o valor final em 12 meses na casa do R$ 1,292 milhões.

Na atuação como deputado, o progressista Neri Geller gastou R$ 301 mil e com verba R$ 980,6 mil, a somatória dos valores no final resultou em R$ 1,292 milhões em 2020.

O parlamentar José Medeiros (Pode) informou que suas despesas foram na casa de R$ 289 mil com demonstração do seu trabalho e R$ 972, 6 mil de gabinete. No total o custo foi de 1,267 milhões.

Já o emedebista Juarez Costa teve gastos na ordem de R$ 251,7 mil com cota e R$ 993,7 mil com gabinete, somando R$1,260 milhões.

A deputada do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosa Neide, teve R$ 242,7 mil em cota parlamentar e R$ 996,1 mil do dinheiro direcionado ao custeio do gabinete, o que totalizou R$1,248 milhões.

Filho do atual prefeito de Cuiabá, o deputado Emanuel Pinheiro Neto, conhecido como Emanuelzinho (PTB), declarou R$ 165,5 mil em atividade parlamentar e R$ 932,7 mil de verba para o custeio do pessoal, no fim a somatória foi de R$ 1.098 milhões.

 

Fonte Gazeta

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