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Resgatando o interesse do eleitor

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Brasil tem 147,3 milhões de eleitores aptos a votar nas Eleições 2018, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), distribuídos pelos 5.570 municípios do país. Uma coisa é bastante certa: centenas, dezenas, milhares deles estão descontentes com a política e não querem nem ouvir falar desse tema.

São diversos motivos que fizeram com que o eleitor brasileiro pegasse um verdadeiro ‘ranço’ da política. E quando me refiro a diversos motivos não estou sendo exagerado. Mas, essa falta de participação pode trazer sérios problemas no futuro. As eleições será muito discutida na Internet como já venho falando nos artigos anteriores. Um trabalho estratégico de marketing político pode mudar essa perspectiva do cidadão desinteressado na política. Como?

O marketing político deve ser usado de forma responsável e elaborada para educar os eleitores e aproximá-los da vida política. É importante para o pré-candidato, candidato ou até mesmo quem já ocupa um cargo eletivo, trazer à tona discussões e debates que sejam relevantes e de interesse coletivo.

Saber opinar sobre questões políticas, econômicas ou sociais, interagir com o seu público é peça fundamental para manter um vínculo. E é claro, estar aberto para receber críticas e sugestões. Não tem segredo. É como uma conversa entre dois amigos. O que mude é que terão dezenas de pessoas te observando. Brincadeiras à parte.

A mudança acontece quando abrimos brecha para discussões. Certo é que o Brasil perdeu sua credibilidade e a economia desacelerou com a alta da inflação. A maioria dos brasileiros se sentem mal representados pelos políticos. A sociedade está atrás de um governo representativo, que trabalhe com eficiência o dinheiro dos impostos e que ofereça serviços de qualidade em Saúde, Educação, investimentos em Infraestrutura e Segurança.  São sobre esses assuntos que a população quer ver o político discutindo também nas suas redes sociais.

Com o avanço da tecnologia e popularização de conteúdo nas redes sociais, a propaganda política ganhou força através da Internet. Ela agora, nesse período estará presente no grupo de WhatsApp que o eleitor participa, no Feed de Notícias do Facebook, em qualquer outro site ele verá um conteúdo relacionado sobre política. Não tem como correr. Para que ele possa despertar interesse por um plano de ação, o político precisa falar, comentar, compartilhar, ser atuante e comunicativo.

Uma das coisas mais importantes para um político é a criação da sua marca. Ele precisa se aproximar das pessoas e criar um sentimento de comunhão entre elas. Utilizando a produção de um material de qualidade. Um agente público consegue atingir pelo menos três grandes objetivos na sua estratégia: a educação do seu eleitorado, a propagação da sua imagem e aumento do seu alcance e a condução de eleitores para a comunidade criada ao redor daquele mandato.

Assim, o marketing político se mostra extremamente importante não apenas para se comunicar com aqueles que já são eleitores, mas também para fortalecer a imagem de quem ocupa um cargo público ou visa um pleito eleitoral. O conteúdo e a segmentação no marketing são preponderantes para o engajamento e o fortalecimento de sua imagem.

Cláudio Cordeiro – Publicitário, Advogado, Consultor Politico ABCOP, Membro ALAP, Diretor da FENAPRO e da Agência Gonçalves Cordeiro Comunicação Multiplataforma

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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