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Várzea Grande

Rede Cegonha adquire aparelho de última geração para o parto seguro

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A fim de aumentar a qualidade nos serviços prestados aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), a Maternidade Rede Cegonha, anexa ao Hospital e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSM-VG), adquiriu equipamentos da mais alta tecnologia voltados para exames gestacional. O parelho realiza o exame de Cardiotocografia (CTG), um método de avaliação do bem estar fetal. O exame até então, realizado somente  em Cuiabá, a pacientes com alto risco gestacional. Foram adquiridos dois aparelhos, cujos investimentos giram em torno de R$ 240 mil.

O equipamento eletrônico de última geração serve para escutar e visualizar a frequência cardíaca do feto e das contrações uterinas. O procedimento garante o bem estar da gestante e a eficiência na garantia da saúde do bebê na hora de nascer . O exame só é feito por determinação médica, sob suspeita de alguma complicação com o feto. A unidade, até então, não tinha o aparelho, e caso houvesse a necessidade do exame, a gestante era encaminhada ou transferida para outra unidade que realizasse o procedimento, que em alguns casos, é indispensável para monitorar as fases da gestação que antecedem o parto.

Segundo a Direção do Hospital, a compra dos equipamentos hospitalares foi realizada por meio de recursos de emendas parlamentares destinada a saúde pública do município e de acordo com o plano de investimentos. “Os exames com estes aparelhos  irão proporcionar maior segurança para as pacientes em trabalho de parto com qualquer tipo de alteração e maior agilidade nos atendimentos”, pontuou Ney Prozenvano, diredor do Pronto Socorro

A maternidade inaugurada em setembro de 2017, já têm capacidade para realizar 150 partos/mês. A rede Cegonha possui 10 leitos de enfermaria para internação e 3 salas PPP (parto).Atualmente o setor funciona com 36 funcionários entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, prestando atendimento 24 horas a qualquer paciente que necessitar do atendimento obstétrico e Gestacional.

O parto normal do seu primeiro filho pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nesta quinta-feira (30), Maria Barbosa, 27 anos, contou com a presença da sua mãe,Patrícia Santos. Segundo o médico e coordenador técnico, Valdir Bento a mãe pode escolher a  posição do nascimento da sua primeira filha . Ao nascer, a pequena teve o primeiro contato com a mãe ,com calma, reforçando os laços e contribuindo com a saúde da bebê e da mãe.

“Questões que podem parecer detalhes para alguns, na verdade fazem parte de um dos pilares da Rede Cegonha, estratégia do Ministério da Saúde para incentivar não só o parto humanizado, como foi o de Maria, mas também qualificar e garantir o acompanhamento das mãe e bebês.No parto humanizado a criança vêm ao mundo respeitando o tempo do próprio nascimento e das escolhas da mãe. É isso que a Rede Cegonha propõe, ações para mudar o modelo de atenção ao parto e nascimento”, explica o médico

O  parto humanizado possue quatro pilares que o SUS aplica, explica Valdir Bento: o da beneficência, das evidências científicas, nos direitos das mulheres e das crianças e, em primeiro lugar, em não ser nocivo. ” O cuidado deve ser centrado na mulher e na sua família. Ela precisa se sentir segura e acolhida, tudo isso no ambiente de respeito no evento que seja dela, isso é o principal.O parto normal sempre é a melhor opção. Só deve-se fazer  cesariana   se há risco para a mãe e o bebe. A Rede Cegonha segue esta política da humanização”.

 

Por: Letícia Kathucia – Secom/VG

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Várzea Grande

Jayme e Wellington destinam R$ 16 milhões em emendas para VG

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Demonstrando relação institucional com todos os parlamentares federais, sejam senadores ou deputados federais, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, recebeu em audiência os senadores Wellington Fagundes e Jayme Campos para traçar uma série de estratégias de atuação visando obras e ações para fomentar o desenvolvimento local e preparar a segunda maior cidade de Mato Grosso para um novo momento proporcionado pelo crescimento econômico decorrentes do agronegócio.
Várzea Grande foi contemplado com outros R$ 16 milhões em emendas parlamentares, sendo R$ 11 milhões já depositados para a área de saúde de autoria do senador Jayme Campos e outros R$ 5 milhões do senador Wellington Fagundes para obras de pavimentação e drenagem com galerias pluviais.
“É sempre importante ter uma boa relação com todos os parlamentares, sejam senadores, deputados federais e estaduais, além do governador do Estado, para que os benefícios sejam carreados para Várzea Grande, contemplando as necessidades por obras e medidas de impacto que permitam aquecer a economia local, gerando emprego e renda”, disse o prefeito Kalil Baracat.
Os senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes sinalizaram como importante ao prefeito Kalil Baracat colocar em prática projetos que assegurem a Várzea Grande atender as demandas decorrentes do crescimento económicos com formação de mão de obra técnica e profissional além de receber empresas e indústrias decorrentes do Parque Tecnológico que tem que se tornar realidade.
“Acredito em projetos como ampliação e melhoria da Orla da Alameda, novos corredores comerciais e inclusive com a cobrança da Rota Oeste para a duplicação, os trevos e três viadutos que cortam a Rodovia dos Imigrantes”, disse o senador Wellington Fagundes.
Já para Jayme Campos, as obras estruturantes como um anel viário permitindo a integração da Rodovia dos Imigrantes, Rodovia Mário Andreazza, Avenida Júlio Campos, com as saídas para o Norte e Sul de Mato Grosso e do Brasil, permitirá a instalação de um novo Distrito Industrial, mais moderno, eficiente e principalmente volta para as necessidades de Várzea Grande e do agronegócio e as empresas e indústrias que se instalaram por aqui.
Enquanto gestor municipal, Kalil Baracat, relatou que está focado em duas questões prioritárias, mas sem descuidar das demais, que são a questão da água e a necessidade de ampliar o leque de obras que já tem em andamento as obras de uma nova Estação de Tratamento e Abastecimento (ETA) de 26 milhões de litros de água por dia que se somará com outros duas ETAs de mesma capacidade e outra de 2.592 milhões, o que soma 80 milhões de litros dia ou quase 30 bilhões de litros de água por ano.
Segundo o secretário de Assuntos Estratégicos, Gonçalo Barros, “este montante atende cada um dos quase 300 mil cidadãos de Várzea Grande com mais de 400 litros de água por dia, quando a necessidade segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde seria de 100 até 150 litros dias, dependendo da região do mundo quando a sua temperatura, portanto, além de resolvermos o problema da água, temos que encontrar solução para a perda que oscila entre 50% até 68% de tudo que é produzido, então iremos enfrentar o problema da água com hidrometração, para medir consumo de todos os consumidores, novas redes de captação e distribuição e a inadimplência de consumidores que mesmo com medições não pagam suas contas”, disse o secretário.
Segundo ele e o prefeito, a ideia é resolver os problemas em definitivo e não mais paliativos, mas a população tem que ajudar e cumprir sua parte, pois o desvio prejudica a rede toda e dos demais consumidores e a inadimplência inviabiliza a empresa por completo que não consegue então fazer os investimentos necessários e de rotina para melhorar o atendimento para a própria população.

 

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